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Associação Paulista dos Gestores Ambientais - Fundação - 28/11/2009 - Endereço: Rua Heitor Iglésias Cambauva, 38-B - Pq. Edu Chaves - CEP 02234-050 - CNPJ e ESTATUTO. A disposição dos GESTORES AMBIENTAIS: Bacharéis, Tecnólogos, Técnicos em Meio Ambiente e Acadêmicos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
AGREMIAÇÕES PARTIDÁRIAS. UM BOM ESPAÇO PARA ATUAÇÃO DO GESTOR AMBIENTAL!
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
5000 ACESSOS - OS GESTORES AMBIENTAIS AGRADECEM!

Neste dia 17 de Setembro de 2010, alcançamos a marca de 5000 acessos ao blogger da Associação Paulista dos Gestores Ambientais, APGAM – neste curto período de exposição temos que agradecer aos profissionais e acadêmicos de Gestão Ambiental e aos colegas de outras graduações que igualmente estão nesta orbita da sustentabilidade, colaborando para o nosso reconhecimento e regulamentação profissional. As amizades conquistadas e renovadas implementam diariamente incentivos, e impulsiona a vontade de todos os diretores e centenas de
Texto: Ga. Ramos
Foto: Blogspot - Paises - visualizações.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
ILHAS DE CALOR = ATIVIDADES HUMANAS

Ao colocar o tema “Aquecimento global – Uma farsa” produzimos juntos aos nossos colegas pesquisadores, acadêmicos, graduados, e leitores profundas criticas e importantes comentários. Mas o que foi possível avaliar que apesar da enquete apresentar uma porcentagem vencedora a favor da corrente de pesquisadores que o “Aquecimento global” existe, e já faz parte da vida plenatária de todos. Que direta ou indiretamente, não podemos deixar de avaliar que os conceitos colocados pelo Prof. Dr. Molion tem fundamentos absolutamente embasados em monitoria solida, histórica e com projeções definidas. Mas o climatologista prof. Dr. Molion, deixa um recado importante para avaliarmos na busca deste nosso “diagnóstico” que devemos ficar atentos para as atividades humanas e observando com base cientificamente pontos produtores de calor especialmente ligados as atividades humanas. Este fenômeno climático foi identificado como “Ilha de Calor” que ocorre nos centros das grandes cidades devido aos seguintes fatores: Elevada capacidade de absorção de calor de superfícies urbanas Falta de áreas revestidas de vegetação, prejudicando o albedo, o poder refletor de determinada superfície(quanto maior a vegetação, maior é o poder refletor) e logo levando a uma maior absorção de calor.
Impermeabilização dos solos Concentração de edifícios, que interfere na circulação dos ventos. Poluição atmosférica que retém a radiação do calor, causando o aquecimento da atmosfera(Efeito Estufa). Utilização de energia pelos veículos de combustão interna, residências e indústrias, aumentando o aquecimento da atmosfera. Devido a esses fatores, o ar atmosférico na cidade é mais quente que nas áreas que circundam esta cidade. Por exemplo, num campo de cultivo que situa-se nas redondezas de uma grande cidade, há absorção de 75% de calor enquanto no centro dessa cidade a absorção de calor chega a significativos 98%! O nome ilha de calor dá-se pelo fato de uma cidade apresentar em seu centro uma taxa de calor muito alta, enquanto em suas redondezas a taxa de calor é normal. Ou seja, o poder refletor de calor de suas redondezas é muito maior do que no centro dessa cidade.
Texto completo e didático: Noticias/Opiniões dos Gestores Ambientais
Foto: Ga. Ramos - Vale do Rio Cabuçu - Zona Norte/SP - Ilha de Calor - Área de muitas descargas elétricas no período do verão, e recentemente ocorreu neste dia 22/09/2010 uma intensa chuva de granizo a 4 km de sua divisa com a cidade de Guarulhos, tendo ao fundo a Serra da Cantareira.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
AQUECIMENTO GLOBAL - DIGNÓTICO, PESQUISA E ANÁLISE - UMA AÇÃO LOCAL?

O tema proposto "Aquecimento global. Uma farsa" gerou varios e-mails para a Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM. Alguns repudiando o tema e outros querendo obter mais conhecimento sobre esta face que apresentamos. Na realidade o desejo maior da APGAM é a busca pela reflexão e somar conhecimento. Cabe ao Gestor Ambiental e profissionais da área que a famosa frase "Pensar globalmente e agir localmente" é a grande substancia desta equação de praticas sustentáveis como uma solução habitual em todos os projetos e ações para combater as "mudanças climáticas" que estão fora das modelagens graficas ou dos interesses de qualquer espécie das correntes científicas conflitantes. Para contribuir em pesquisa encontramos um "releese" de uma entrevista proferida pelo Prof. Dr. Molion no "Canal Livre" Rede Bandeirantes onde é possivel via Yutube avaliar a entrevista completa.
Segue abaixo o informativo: fonte - "Alerta em Rede"
12/jan/10 (Alerta em Rede) – Domingo passado, o conhecido programa Canal Livre, da Rede Bandeirantes de Televisão, recebeu o meteorologista Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas e pesquisador sênior do INPE, para discorrer sobre “Os fatos e mitos da mudança climática”.
Em síntese, Molion deu uma aula sobre mudanças climáticas onde demoliu, um a um, os principais argumentos pseudo-científicos que embasam o “aquecimentismo”. O programa pode ser visto em http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp e está dividido em 6 partes:
Parte 1: O CO2 não controla o clima global e o homem não pode interferir nos principais “motores” das mudanças climáticas: o Sol e os oceanos (duração: 9 min)
Parte 2: A influência do gás metano (um dos vilões do “aquecimentismo”) nas variações climáticas é ZERO. As atuais chuvas nas regiões sul e sudeste nada têm a ver com o “aquecimento” global, mesmo que suposto. (duração: 10 min)
Parte 3: Molion demole os argumentos “aquecimentistas” do prof. José Goldemberg; o mito do “derretimento” das geleiras. (duração: 7 min)
Parte 4: Fundamentação científica de que estamos em uma fase de resfriamento global, fenômeno corriqueiro e bem conhecido em termos de mudanças climáticas (paleoclima); aspectos geoeconômicos do “aquecimentismo”. (duração: 10 min)
Parte 5: Os efeitos do resfriamento global, estes sim, seriam danosos para a humanidade, mas não nos estamos preparando adequadamente, principalmente com relação à agricultura. (duração: 12 min)
Parte 6: A perversa “vilanização” do CO2, que na verdade é o gás da vida. Molion também fala brevemente sobre a irrigação para o Nordeste brasileiro, que, a seu ver, pode ser transformado em um “pomar do mundo”. (duração: 8 min)
A propósito, Molion prefaciou o livro “A fraude do aquecimento global”, de Geraldo Lino, do Conselho Editorial deste Alerta, lançado em dezembro passado e que já vendeu mais de 3 mil exemplares.
Pesquisa: Ga. Ramos
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
AQUECIMENTO GLOBAL . É UMA FARSA! UM ELO FORTE DESTA CORRENTE DO PENSAMENTO CIENTÍFICO, É UM IMPORTANTE PESQUISADOR BRASILEIRO...

Fonte: Revista do Crea-RJ • Maio/Junho de 2010 - Meio Ambiente
Foto: Ga. Ramos e Prof°. Dr. Molion - Palestra realizada na FATEC/SP.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PETIÇÃO ONLINE - PELA DEFESA DA BACIA DO TIETÊ CABECEIRAS
TRANSFORMAÇÃO DE LIXO EM ENERGIA

Pernambuco tem programa para transformação de lixo em energia
Engenheiro, químico e doutor, Sérgio Perez Ramos da Silva coordena o projeto e diz que a tecnologia, comum no exterior, enfrenta problemas para chegar ao Brasil Há dez anos, a Universidade Estadual de Pernambuco (UPE) desenvolve um projeto para transformar lixo em combustível. Feito em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o trabalho de aproveitamento de resíduos estuda o potencial energético do lixo agrícola, de resíduos urbanos e materiais que não podem ser reciclados ou que não têm demanda para isso. O objetivo da pesquisa é evidenciar o potencial de combustão destes materiais. Assim, a reciclagem diminui a poluição atmosférica e, ao mesmo tempo, produz energia. Mas há entraves, como o custo elevado do processo e a falta de políticas que estimulem essa atividade. O engenheiro mecânico Sérgio Peres Ramos da Silva, químico industrial e doutor pela Universidade da Flórida em Aproveitamento Energético de Resíduos, coordena o Laboratório de Combustíveis e Energia da UPE. Ele também integra a coordenação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB) na área de co-produtos (energia dos co-produtos da produção do biodiesel). Nesta entrevista, ele explica o estágio atual do projeto e as dificuldades.
Este é o primeiro projeto de transformação de lixo
Link: Projetos.
Foto ilustrativa: www.pcrfloriano.com.br