sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AGREMIAÇÕES PARTIDÁRIAS. UM BOM ESPAÇO PARA ATUAÇÃO DO GESTOR AMBIENTAL!

Em tempos de eleições a Associação Paulista dos Gestores Ambientais APGAM, pode avaliar as plataformas dos candidatos majoritários e o elenco de deputados estaduais e federais sobre os temas exclusivamente ambientais ou sustentáveis. Ficou claro com pouquíssimas isenções que este tema ainda vem carregado de poucas informações. Com exceção de partidos que tradicionalmente abordam o tema e os partidos com mais apoio popular ainda derrapam com linguagens apenas tradicionais que no dia a dia da mídia nos deparamos habitualmente. A Associação Paulista dos Gestores Ambientais no futuro tem o desejo de abordar os temas com os partidos, incentivar de fato a pratica da linguagem e futuro conhecimento técnico das questões, inclusive dentro dos próprios partidos incentivarem a capacitação de seus lideres comunitários ou organizações políticas indiretas. Esta ação tem como objetivo dissimilar a linguagem, mas melhorar as plataformas de metas e objetivos e criar o entendimento técnico das novas legislações e contribuir com as casas legislativas de todo o pais, no sentido do entendimento de todos. Afinal vivemos a nossa historia social, política, economica e principalmente ambiental, dentro das orbitas governamentais. Seus principais assessores tem que ter conhecimento e entendimento de ações de sustentabilidade, desenvolvendo um senso critico e atual a respeito do caminho que o planeta esta desenhando, não podemos mais encontrar políticos com um discurso tradicional das questões ambientais, porque são ações que interferem diretamente na vida da população e do desenvolvimento de estratégia de uma nação. Devemos avaliar para as próximas eleições que ocorreram para prefeitos de mais de 5.564 municípios o “analfabetismo ambiental”, porque o futuro das próximas gerações não podem mais depender de ações de linguagem políticas dentro deste velho escopo tradicional na área socioambiental. Os graduados e acadêmicos das áreas ambientais têm que contribuir para melhoria de nossas cidades, participando politicamente, interagindo dentro Partidos Políticos, afinal as futuras decisões a respeito de sustentabilidade é decidida democraticamente por estas agremiações partidárias, considerando o espaço ou vocação ideológica que elas apresentam, mas não podemos fugir as nossas responsabilidades de cidadãos brasileiros, e de profissionais que tem como obrigação preservar e promover a sustentabilidade em nossa Nação..
Texto: Ga. Ramos - Dir. Comunicação
Foto: www.ehelpcarolina.com

terça-feira, 28 de setembro de 2010

5000 ACESSOS - OS GESTORES AMBIENTAIS AGRADECEM!

Neste dia 17 de Setembro de 2010, alcançamos a marca de 5000 acessos ao blogger da Associação Paulista dos Gestores Ambientais, APGAM – neste curto período de exposição temos que agradecer aos profissionais e acadêmicos de Gestão Ambiental e aos colegas de outras graduações que igualmente estão nesta orbita da sustentabilidade, colaborando para o nosso reconhecimento e regulamentação profissional. As amizades conquistadas e renovadas implementam diariamente incentivos, e impulsiona a vontade de todos os diretores e centenas de amigos que diariamente acessam, atualizam e expressam seus conceitos, apontando de forma clara e de fácil comunicação, conhecimentos, artigos e principalmente pessoas e profissionais que tem algo a acrescentar na formação ou acervo técnico do Gestor Ambiental. A APGAM venceu uma boa parte de suas etapas iniciais, tornando-se um espaço ativo dos Gestores Ambientais. O processo de construção desta identidade depende de ações continuas, e da dedicação desta diretoria atual sobre a Presidência do Ga. Fransueldo Pereira da Silva, mas radicalmente da presença participativa e do compromisso de todos os Gestores Ambientais. E não podemos deixar de enfatizar a participação de outros profissionais, acadêmicos e adeptos a questão socioambiental. Esta participação ativa inclusive com acessos registrados de outros países como EUA, França, Canadá, Rússia, Reino Unido, Itália, Portugal, Japão, Argentina, Moçambique, Angola, Letônia e Colômbia (Fonte: Estatística – blogspot), que nos ajudam em termos de incentivo a construir uma base confiável para estruturar novas ações e projetos que já estamos visualizando para o próximo semestre. Dependemos ainda de recursos econômicos essenciais, já contamos com um bom numero de inscrições para “Associar-se”, já atendendo algumas solicitações enviadas por colegas Gestores Ambientais e outros profissionais para compor o “Grupo de Ecléticos”. Estas inscrições não foram ainda realizadas devido a ajustes de equipamentos de informática solicitados pela Caixa Econômica Federal, onde devemos solucionar até o inicio do próximo mês. O significado, dos acessos e os apontamentos estatísticos, a cada artigo colocado no blogger têm sido um ótimo instrumento de analise e relacionamento com a Gestão Ambiental. e com o chamado “eco publico”. A nossa próxima meta é a instalação do nosso “SITE” que esta em fase de composição, e estamos a disposição de profissionais ou adeptos da área da informática voluntários, que gostariam de colaborar inclusive observando paralelamente o acervo interativo e dinâmico do blogger. E a meta é superar sempre o numero de acessos registrados e tornar-se um instrumento ágil de comunicação para todo o publico que participa, que acompanha e que colabora divulgando trabalhos e projetos ambientais, inclusive com a participação dos profissionais e acadêmicos de Gestão Ambiental. Acessos atual: 5615 – 28/09/2010 – 14:00 hs. – Agradecemos a todos...

Texto: Ga. Ramos

Foto: Blogspot - Paises - visualizações.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

ILHAS DE CALOR = ATIVIDADES HUMANAS

Ao colocar o tema “Aquecimento global – Uma farsa” produzimos juntos aos nossos colegas pesquisadores, acadêmicos, graduados, e leitores profundas criticas e importantes comentários. Mas o que foi possível avaliar que apesar da enquete apresentar uma porcentagem vencedora a favor da corrente de pesquisadores que o “Aquecimento global” existe, e já faz parte da vida plenatária de todos. Que direta ou indiretamente, não podemos deixar de avaliar que os conceitos colocados pelo Prof. Dr. Molion tem fundamentos absolutamente embasados em monitoria solida, histórica e com projeções definidas. Mas o climatologista prof. Dr. Molion, deixa um recado importante para avaliarmos na busca deste nosso “diagnóstico” que devemos ficar atentos para as atividades humanas e observando com base cientificamente pontos produtores de calor especialmente ligados as atividades humanas. Este fenômeno climático foi identificado como “Ilha de Calor” que ocorre nos centros das grandes cidades devido aos seguintes fatores: Elevada capacidade de absorção de calor de superfícies urbanas Falta de áreas revestidas de vegetação, prejudicando o albedo, o poder refletor de determinada superfície(quanto maior a vegetação, maior é o poder refletor) e logo levando a uma maior absorção de calor.

Impermeabilização dos solos Concentração de edifícios, que interfere na circulação dos ventos. Poluição atmosférica que retém a radiação do calor, causando o aquecimento da atmosfera(Efeito Estufa). Utilização de energia pelos veículos de combustão interna, residências e indústrias, aumentando o aquecimento da atmosfera. Devido a esses fatores, o ar atmosférico na cidade é mais quente que nas áreas que circundam esta cidade. Por exemplo, num campo de cultivo que situa-se nas redondezas de uma grande cidade, há absorção de 75% de calor enquanto no centro dessa cidade a absorção de calor chega a significativos 98%! O nome ilha de calor dá-se pelo fato de uma cidade apresentar em seu centro uma taxa de calor muito alta, enquanto em suas redondezas a taxa de calor é normal. Ou seja, o poder refletor de calor de suas redondezas é muito maior do que no centro dessa cidade.

Texto completo e didático: Noticias/Opiniões dos Gestores Ambientais

Foto: Ga. Ramos - Vale do Rio Cabuçu - Zona Norte/SP - Ilha de Calor - Área de muitas descargas elétricas no período do verão, e recentemente ocorreu neste dia 22/09/2010 uma intensa chuva de granizo a 4 km de sua divisa com a cidade de Guarulhos, tendo ao fundo a Serra da Cantareira.


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

AQUECIMENTO GLOBAL - DIGNÓTICO, PESQUISA E ANÁLISE - UMA AÇÃO LOCAL?

O tema proposto "Aquecimento global. Uma farsa" gerou varios e-mails para a Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM. Alguns repudiando o tema e outros querendo obter mais conhecimento sobre esta face que apresentamos. Na realidade o desejo maior da APGAM é a busca pela reflexão e somar conhecimento. Cabe ao Gestor Ambiental e profissionais da área que a famosa frase "Pensar globalmente e agir localmente" é a grande substancia desta equação de praticas sustentáveis como uma solução habitual em todos os projetos e ações para combater as "mudanças climáticas" que estão fora das modelagens graficas ou dos interesses de qualquer espécie das correntes científicas conflitantes. Para contribuir em pesquisa encontramos um "releese" de uma entrevista proferida pelo Prof. Dr. Molion no "Canal Livre" Rede Bandeirantes onde é possivel via Yutube avaliar a entrevista completa.

Segue abaixo o informativo: fonte - "Alerta em Rede"

12/jan/10 (Alerta em Rede) – Domingo passado, o conhecido programa Canal Livre, da Rede Bandeirantes de Televisão, recebeu o meteorologista Luiz Carlos Molion, professor de Climatologia e Mudanças Climáticas da Universidade Federal de Alagoas e pesquisador sênior do INPE, para discorrer sobre “Os fatos e mitos da mudança climática”.

Em síntese, Molion deu uma aula sobre mudanças climáticas onde demoliu, um a um, os principais argumentos pseudo-científicos que embasam o “aquecimentismo”. O programa pode ser visto em http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp e está dividido em 6 partes:

Parte 1: O CO2 não controla o clima global e o homem não pode interferir nos principais “motores” das mudanças climáticas: o Sol e os oceanos (duração: 9 min)

Parte 2: A influência do gás metano (um dos vilões do “aquecimentismo”) nas variações climáticas é ZERO. As atuais chuvas nas regiões sul e sudeste nada têm a ver com o “aquecimento” global, mesmo que suposto. (duração: 10 min)

Parte 3: Molion demole os argumentos “aquecimentistas” do prof. José Goldemberg; o mito do “derretimento” das geleiras. (duração: 7 min)

Parte 4: Fundamentação científica de que estamos em uma fase de resfriamento global, fenômeno corriqueiro e bem conhecido em termos de mudanças climáticas (paleoclima); aspectos geoeconômicos do “aquecimentismo”. (duração: 10 min)

Parte 5: Os efeitos do resfriamento global, estes sim, seriam danosos para a humanidade, mas não nos estamos preparando adequadamente, principalmente com relação à agricultura. (duração: 12 min)

Parte 6: A perversa “vilanização” do CO2, que na verdade é o gás da vida. Molion também fala brevemente sobre a irrigação para o Nordeste brasileiro, que, a seu ver, pode ser transformado em um “pomar do mundo”. (duração: 8 min)


A propósito, Molion prefaciou o livro “A fraude do aquecimento global”, de Geraldo Lino, do Conselho Editorial deste Alerta, lançado em dezembro passado e que já vendeu mais de 3 mil exemplares.

Pesquisa: Ga. Ramos

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

AQUECIMENTO GLOBAL . É UMA FARSA! UM ELO FORTE DESTA CORRENTE DO PENSAMENTO CIENTÍFICO, É UM IMPORTANTE PESQUISADOR BRASILEIRO...

Colocamos o tema "Aquecimento Global" para que os profissionais acadêmicos ou graduados em Gestão Ambiental e colegas profissionais da area ambiental, tomem conhecimento que existem outras correntes do pensamento científico, que acreditam e comprovam, como pesquisadores, que expressam fundamentos de caráter prático, que o "aquecimento" seria uma espécie de "corte de energia global", impedindo o crescimento dos paises "emergentes" - China, Brasil, India entre outros. Conforme palestra proferida pelo Prof. Dr. Molion, e segundo nosso entendimento, seria uma espécie de controle planetário dos países desenvolvidos "G7" em manter a sua hegemonia apoiados pela mídia internacional. Fica o nosso principal critério como Gestores Ambientais, a analise deste cenario, como se posicionar diante destas realidades ambientais, coloque seu comentário ou critica após a leitura da entrevista deste renomado pesquisador ocorrida no CREA/RJ, e posteriormente aqui na FATEC/SP. Será um ótimo exercicio porque certamente em algum momento na condição de Gestor Ambiental vão lhe perguntar qual elo das correntes você acredita?

Texto Completo: Noticias/ Opiniões dos Gestores Ambientais

Fonte: Revista do Crea-RJ • Maio/Junho de 2010 - Meio Ambiente

Foto: Ga. Ramos e Prof°. Dr. Molion - Palestra realizada na FATEC/SP.


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PETIÇÃO ONLINE - PELA DEFESA DA BACIA DO TIETÊ CABECEIRAS

Estamos num movimento pela Defesa da Recuperação da Qualidade Socioambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê Cabeceiras - SP.
POr isso, pedimos sua colaboração e atenção assinando a petição online na Carta Aberta a Sociedade Pela Defesa da Bacia do Tietê Cabeceiras. É bem simples, basta entrar no

link abaixo e assinar.

Junte-se a nós pela qualidade socioambiental!


Link: Polos Hidrograficos
Foto: www.oglobo.globo.com

TRANSFORMAÇÃO DE LIXO EM ENERGIA

Pernambuco tem programa para transformação de lixo em energia

Engenheiro, químico e doutor, Sérgio Perez Ramos da Silva coordena o projeto e diz que a tecnologia, comum no exterior, enfrenta problemas para chegar ao Brasil Há dez anos, a Universidade Estadual de Pernambuco (UPE) desenvolve um projeto para transformar lixo em combustível. Feito em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o trabalho de aproveitamento de resíduos estuda o potencial energético do lixo agrícola, de resíduos urbanos e materiais que não podem ser reciclados ou que não têm demanda para isso. O objetivo da pesquisa é evidenciar o potencial de combustão destes materiais. Assim, a reciclagem diminui a poluição atmosférica e, ao mesmo tempo, produz energia. Mas há entraves, como o custo elevado do processo e a falta de políticas que estimulem essa atividade. O engenheiro mecânico Sérgio Peres Ramos da Silva, químico industrial e doutor pela Universidade da Flórida em Aproveitamento Energético de Resíduos, coordena o Laboratório de Combustíveis e Energia da UPE. Ele também integra a coordenação da Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel (RBTB) na área de co-produtos (energia dos co-produtos da produção do biodiesel). Nesta entrevista, ele explica o estágio atual do projeto e as dificuldades.

Este é o primeiro projeto de transformação de lixo em combustível do Brasil?

Existem mais projetos em funcionamento no Brasil e no mundo. Em biogás, o pioneiro de grande porte no país foi o aterro dos Bandeirantes, em São Paulo. No mundo, a utilização do biogás e a incineração do lixo para a geração de energia é bastante utilizada na Europa e nos Estados Unidos. Texto completo -

Link: Projetos.

Foto ilustrativa: www.pcrfloriano.com.br