Associação Paulista dos Gestores Ambientais - Fundação - 28/11/2009 - Endereço: Rua Heitor Iglésias Cambauva, 38-B - Pq. Edu Chaves - CEP 02234-050 - CNPJ e ESTATUTO. A disposição dos GESTORES AMBIENTAIS: Bacharéis, Tecnólogos, Técnicos em Meio Ambiente e Acadêmicos.
Em junho e julho de 2022, ondas de calor atingiram a Europa, o norte da África, o Oriente Médio e a Ásia, quando as temperaturas subiram acima de 40 graus Celsius (104 graus Fahrenheit) em alguns lugares e quebraram muitos recordes de longa data.
O mapa ao lado mostra as temperaturas do ar da superfície na maior parte do Hemisfério Oriental em 13 de julho de 2022. Ele foi produzido combinando observações com uma versão do modelo global Goddard Earth Observing System (GEOS), que usa equações matemáticas para representar processos físicos em a atmosfera.
“Embora haja um padrão claro de uma 'onda atmosférica' com valores alternados de calor (mais vermelho) e frio (mais azul) em diferentes locais, essa grande área de calor extremo (e recorde) é outro indicador claro de que as emissões de gases de efeito estufa por a atividade humana está causando extremos climáticos que afetam nossas condições de vida”, disse Steven Pawson, chefe do Global Modeling and Assimilation Office do NASA Goddard Space Flight Center.
Na Europa Ocidental, que já estava passando por uma seca severa, a onda de calor alimentou os incêndios que assolaram Portugal, Espanha e partes da França. Em Portugal , as temperaturas atingiram 45 graus Celsius (113 graus Fahrenheit) em 13 de julho na cidade de Leiria, onde mais de 3.000 hectares (7.400 acres) foram queimados. Mais da metade do país estava em alerta vermelho enquanto os bombeiros combatiam 14 incêndios ativos .
A imagem acima mostra os locais das detecções de incêndio em Portugal e Espanha, conforme observado pelo Visible Infrared Imaging Radiometer Suite (VIIRS) no satélite Suomi NPP em 12 de julho de 2022. As detecções de incêndio proeminentes a oeste de Madrid incluem a cidade de Las Hurdes, onde mais de 1.500 hectares (3.700 acres) foram queimados.
No Reino Unido, o Met Office emitiu alertas de calor extremo ou âmbar , já que se esperava que as temperaturas continuassem a subir, possivelmente quebrando as máximas de todos os tempos.
No norte da África, a Tunísia sofreu uma onda de calor e incêndios que prejudicaram a safra de grãos do país. Em 13 de julho, na capital de Túnis, a temperatura atingiu 48 graus Celsius (118 graus Fahrenheit), quebrando um recorde de 40 anos.
No Irã, as temperaturas permaneceram altas em julho, depois de atingirem escaldantes 52 graus Celsius (126 graus Fahrenheit) no final de junho.
“Tal calor extremo tem impactos diretos na saúde humana, além de ter outras consequências, incluindo esses incêndios que estão ocorrendo agora na Europa e na África e que têm se espalhado nos últimos anos na América do Norte”, disse Pawson.
A Neurociência Ambientalé uma ciência, área crescente de extrema importância, dedicada ao estudo do impacto dos ambientes sociais e físicos, sobre os processos e comportamentos do
nosso cérebro. Desde várias oportunidades de interação social aos níveis de ruído e acesso a áreas verdes, as características do meio urbano têm implicações importantes para os mecanismos neurais e o funcionamento adequado do cérebro, influenciando assim nosso estado físico. O campo ilustra uma imagem diferente de como as cidades impactam nossa saúde e bem-estar, proporcionando assim uma nova camada científica de compreensão, que poderia ajudar arquitetos, urbanistas e tomadores de decisão a criar ambientes urbanos mais equitativos e leves por assim dizer.Temos dois campos de estudos, são eles: aPsicologia Espacial e aNeurociência Ambiental,uma estuda o impacto do entorno sobre o comportamento humano, sentimentos e pensamentos e a outra é o estudo de como o ambiente afeta os processos biológicos, o sistema nervoso e o cérebro, sendo esta então aneurociência ambiental.Temos dois campos de estudos, são eles: aPsicologia Espaciale aNeurociência Ambiental,uma estuda o impacto do entorno sobre o comportamento humano, sentimentos e pensamentos e a outra é o estudo de como o ambiente afeta os processos biológicos, o sistema nervoso e o cérebro, sendo esta então aneurociência ambiental. Na neurociência ambiental são utilizadas técnicas de imagem do cérebro, modelos estatísticos e até equipamentos de rastreamento ocular, tudo isso para quantificar as interações e as relações entre o individuo e o meio ambiente. Essa introdução nos faz migrar por diversos campos de estudos da neurociência refletindo que um meio ambiente equilibrado visualmente, arborizado, limpo, bem estruturado e diversos outros fatores que de é extrema importância, nos traz benefícios, melhorias e qualidade de vida abrangendo a neurociência em diversas disciplinas, entre elas temos as que tangem infraestrutura, arquitetura e urbanismo. A neurociência e ambiente construído. A neuroarquiteturaé um campo interdisciplinar ou seja, disciplinas relacionam seus conteúdospara aprofundar o conhecimento e levar a dinâmica do ensino de medir as mudanças no cérebro e no corpo pela interação do espaço construído. O neurourbanismoabrange a neurociência, arquitetura, planejamento urbano e sociologia, no intuito de entender quais os desafios de saúde mental estamos convivendo como sociedade. Em todos os casos, estudos e campos emergentes, a neurociência está entrando no campo da arquitetura e do urbanismo com o olhar de desenvolvimento de novas políticas, e criar ambientes construídos mais saudáveis a condição de vida:
"... artigo 225, caput, ela garante a todos um meio ambiente ecologicamente equilibrado e, no inciso V, incumbe ao Poder Público o dever de controlar a produção, comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente."
A neurociência ganhou mais visibilidade nos últimos anos estudando as interações humanas com o meio que se relacionam como um todo, visto que há uma demanda para se entender como as pessoas percebem e respondem ao seu entorno.
É óbvio a percepção de que os espaços verdes nas cidades são fundamentais para o bem-estar dos cidadãos. Ainda assim, o Laboratório de Neurociência Ambiental da Universidade de Chicago (ENL - Environmental Neuroscience Lab), descobriu que até mesmo poucas interações com ambientes naturais, como caminhar no parque, podem melhorar a memória em 20% do indivíduo. Este impacto mensurável na produtividade pode ter implicações para o projeto de ambientes de trabalho ou para o ambiente urbano de instalações educacionais.A pandemia abriu olhares aos espaços ao ar livre e, à medida que as cidades ajustaram a forma como fazem o uso e ocupação do solo do espaço público, a iniquidade verde tornou-se aparente. Estudos demonstraram que estar em espaços verdes, ajuda inclusive, a reparar as desigualdades de saúde relacionadas a renda. Isso quer dizer que, embora o combate à desigualdade de renda não esteja entre os atributos dos arquitetos e urbanistas, a profissão pode resolver o problema através do fornecimento de mais áreas verdes em comunidades de baixa renda.Embora as cidades grandes tenham um desafio grande em solucionar problemas ligados a saúde mental do que as áreas arborizadas (rural), outro estudo conduzido pelo ENL, destacou como as grandes cidades atestam taxas menores de indivíduos com depressão em comparação as pequenas cidades ou subúrbios. O fato foi considerado o resultado de oportunidades mais frequentes de interação social no espaço público, característica essa que os arquitetos e urbanistas buscam constantemente facilitar e premeditar por meio do projeto urbano.A pesquisa foi realizada antes da pandemia e nos traz uma nova perspectiva parao fim de cidades altamente densas, impactadas pela crise sanitária, e suas repercussões a longo prazo, não apenas na vida urbana, mas também no bem-estar dos habitantes.A neurociência ambiental confirma através de dados científicos, o que urbanistas e pensadores como Christopher Alexander, William H. Whyte, ou Jahn Gehl, descobriram através da observação cuidadosa. Com a arquitetura e o planejamento urbano se tornando em esforços coletivos e transdisciplinares e com os processos de projeto sendo informados por campos de conhecimento cada vez mais diversos, a neurociência ambiental nos dá mais um campo de estudo fundamental e profissional sobre a qual ancora as decisões de projeto e das políticas urbanas.
Ga. Milena S. Bezerra - (Dir. de Marketing - APGAM) - Artigo - lidekin
Analista/ Técnica/ Consultora/ Coordenadora/ Gestora - Ambiental e Comercial
É
natural observar esta duas imagens e buscar o significado de extensa transformação. E no
segundo momento identificar a sua localização. E quando mencionamos antiga
planta industrial da Brinquedos Estrela. E imediatamente moradores mais
antigos vão identificar a área em questão. E se ainda agregarmos que esta área
é vizinha a empresa TOGA e logo vão afirmar sem qualquer questionamento – “Esta
área de varzea do leito do Rio Cabuçu de Cima; bem no cruzamento das Rodovias:
Fernão Dias e Presidente Dutra e o que significa tamanha transformação, e sob
suspeita qual potencial dessa imensa terraplanagem temem colocar sob intenso risco milhares de
famílias, comercio, micor-empresas, supermercados e industrias; e do setor publico: Escolas em seus diversos niveis, ubs e hopitais que estão na Bacia Hidrografica do Rio Cabuçu de Cima e as suas famosas enchentes
e alagamentos. O fato é que os bairros: Jardim Julieta, Pq. Edu Chaves, Jardim
Cabuçu, Vila Nilo, Jaçana (Municipio de SP), Parque São Rafael, Vila Galvão e
inclusive o Ponto Turístico da lagoa dos Patos (Municipio de Guarulhos). Todos
localizados "a montante" estão sob forte risco em termos de Segurança hidrica referente a enchentes e algamentos.
Com as
imagens claras e definitivas de terraplanagens realizadas, inclusive sobre a varzea do antigo leito do Rio Cabuçu que na sua condição natural de “Fundo de Varzea”
protegido por legislação ambiental (Plano Diretor do Municipio SP) e area oficialmente contaminada conforme pesquisas. Os danos que estão causando quando
ultrapassaram as linhas de suas propriedades, e na forma que estão
implementando este projeto de instalação de um Centro logístico e de
distribuiçao sem Estudos específicos de Impactos Socioambientais,audiências
publicas (EIA/RIMA) incorrem sobre a
Segurança Hidrica de comunidades e bairros e a invasão destes empresários em
áreas publicas de domínio Estadual e após as obras de Canalizaçao do Rio Cabuçu
de Cima área esta repassada para o domínio do Municipio de São Paulo. O fato é
que esta este Projeto do Polo Logistico Dutra contempla uma equação tenebrosa
de invasões de empresas em áreas de acomodação das águas em seus “Fundos de
Vale” com suspeitas de extinção pratica de todo o “Projeto de Canalizaçao do
Rio Cabuçu de Cima” com financiamento oriundo do governo federal e Estadual em
parceria com o governo do Japão no final dos anos 90 conforme arquivo do SOS
EDU CHAVES – Contra enchentes. O então Governador Engo. Mario Covas realizou um
esforço brutal para conciliar as questões de “responsabilidade fiscal” junto ao
Presidente do Brasil - Fernando Henrique Cardoso para obter este financiamento
para a recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Tiete, e no caso especifico do
Rio Cabuçu de o orçamento superou a 50 Milhoes de dólares (1996).
Agora
as perguntas as quais não observamos respostas – Quem autorizou? A invasão da
área publica de varzea do antigo leito do Rio Cabuçu por estes empresários e profissionais que igualmente são responsaveis? Observamos que esta havendo uma interligação
entre as propriedades das antigas plantas das Fabricas: Brinquedos Estrela e
TOGA. E cabe outra pergunta – Não observamos a placa de responsabilidade
técnica do desmanche interno do Galpão principal da planta da fabrica TOGA
totalmente desativada. Inclusive já podemos registrar um mega portal de recepção
futura de caminhões com sua frente voltada para a Rodovia Presidente Dutra,
observem (Sem Placa de Responsabilidade Técnica). Não podemos deixar de
observar o “direito a propriedade”, inclusive porque foi alertado junto a
Camara Tecnica – RIVI da Secretaria do Verde e Meio ambiente do Municipio de São
Paulo (Reunião realizada Julho/20) para que os responsáveis pela obra não avançassem 1
milimetro no antigo leito do Rio Cabuçu de Cima por sua função de
“Fundo de Varzea” em receber e acomodar as águas quando de chuvas intensas
oriundas da Serra da Cantareira e que encontram o seu “Gargalo” da curva
situada na junção das Rodovias: Presidente Dutra e Fernão Dias.
O fato é que
não se incomodaram e avançaram sobre a área publica estadual. E dentro da
administração estadual cabe nova pergunta; porque, temos a interferência e
proteção tecnica do DAEE e da própria CETESB em movimentaçoes de solo contaminado e futuro destino. Quem
autorizou a movimentação e futura destinação do solo do “Fundo de Vale” de
acordo com informações de solo contaminados por conta das próprias plantas de ambas às
fabricas: ESTRELA e TOGA. Quais são os profissionais responsáveis por esta "Logisitica" de solo contaminado e seu destino. E finalmente a pergunta. Quando
houve a “Audiencia Publica” do EIA/RIMA – Estudos de Impactos Ambientais – para
que toda a sociedade civil do entorno participassem efetivamente junto as
decisões técnicas, seus resultados e responsabilidades por eventuais perdas de
bens de todas as espécies os quais nos subjugam as enchentes e alagamentos.
Agora a quem caberá a responsabilidade da próxima enchente? O setor Publico ou
especificamente estes empresários. Qual a nova capacidade de escoamento do Rio
Cabuçu de Cima com a extinção das áreas de acomodação que faziam parte do projeto
original da Canalizaçao? Acrescentando o atual estado critico em termos de
assoreamento. O fato é que a exemplo de
Petropolis nos aguarda tão somente retirar nossos moveis, mantimentos e toda
uma historia de dezenas de milhões de dólares jogados literalmente na “lata do
lixo” da forte determinação da família COVAS em suas ações políticas de livrar
toda a Bacia Hidrografica do Rio Cabuçu de Cima de suas enchentes e
alagamentos. O Engo. Mario Covas buscou bravamente segundo as Senhoras do SOS
Edu Chaves – Contra a Enchente, este financiamento e acompanhando a obra dia a
dia, e recentemente seu Neto – Dr. Bruno Covas – Prefeito recentemente falecidobuscou a exemplo do Avô a construção do
“Piscinão” localizado na Associaçao dos Moradores da Vila Constancia (SAVIC)
hoje realidade controlando os niveis do Corrego da Paciencia.
Foto: 2o. Sem/2011 - Após as enchentes de jan/2011 onde a maioria dos bairros a montante receberam severas enchentes em decorrencia de grave assoreamento. Este local atualmente invadido onde contaminou totalmente o Projeto de Canalizaçao do Rio Cabuçu de Cima. dos 15 m de "Berma" temos apenas 5m e totalmente deteriorizado.
Quem Autorizou? Qual
os técnicos ou engenheiros responsáveis que argumentam conhecimento suficiente
sem estas área de acomodação das águas, inclusive uma outra terraplanagem
realizada na Avenida Paulo Freire denunciada
por moradores vizinhos. Todo este cenário suspeito em termos técnicos e suas
devidas autorizações foram apresentados aos CADES regional de Vila Maria/Vila
Guilherme/Vila Medeiros e do Municipio de São Paulo e consta em ata inclusive
publicada em Diario Oficial do MunIcipio/SP.
Foto: Area de Terraplanada indevidamente e denuncia realizada por moradores vizinhos. Av. Paulo Freire (Subprefeitura VGM).
Em ambos os CADES: Municipal e
Regional apresentamos(2º. Sem/21) a
excelente oportunidade de instalar um Parque Municipal de Inundaçao para esta
área a exemplo de algumas cidades
asiáticas, Nova York (E.U.A);e presente
no Chile. Uma forma de solução de controle das águas de baixo custo de
instalação, conceitos de sustentabilidade na utilização da área, controlando os
níveis das águas para superar a curva do rio e tínhamos até um vertedouro
publico destruído literalmente pela terraplanagem, colaborando com lençóis de
umidade continua no combate da “Ilha de
Calor” instalada em nossa região de acordo com estudos, somado ao plantio de
centenas de arvores em nossa área tão Arida de presença arbórea. Alem de
proporcionar cultura, lazer e bem estar.
Não podemos
perder mais vezes em termos socioambientais e de segurança hidrica para
favorecer a 3 ou 4 empresarios. Quem Autorizou? Quais são os Planos e Estudos
que nos oferecem Segurança para as nossa famílias? Onde ocorreram as Audiencias
Publicas? E que será responsável quando haver perdas econômicas? Porque
tínhamos um Projeto de Canalizaçao do Rio Cabuçu de Cima – que nos protege! Sob
suspeita em franco sucateamento socioambiental. E finalizando; quais serão as
novas modelagens de estudos e parâmetros
sobre poluição ambiental e elementos químicos suspensos onde já recebemos
toneladas de dióxido de carbono emitido pelas rodovias; Fernão Dias e
Presidente Dutra tendo como rastro diário a aviação comercial do Aeroporto
Internacional de São Paulo – Cumbica/Guarulhos em centenas de voos/diários. Com
este projeto do Polo Logisitico Dutra observado quais são os estudos efetivos
de emissão composta neste futuro projeto e suas responsabilidades e emissões
previstas, e quais as soluções indicadas em especial nos meses mais agudos de baixa
umidade realtiva do ar onde as nossas UBS esta repletas de crianças e idosos
sob inalações para amenizar a já instalada produção diária de emissões de gases
poluentes em decorrência dos produtores atuais conforme estudo do Depto de
Poluiçao Atmosférica da Faculdade de Medicina de São Paulo. Quem e quais
setores do poder publico esta autorizando todo este mega projeto, e na mesma
porção esta suspeita de evidencia de um mega impacto socioambiental sobre a
Bacia Aérea e Hidrográfica do Rio Cabuçu de Cima.
Texto: Ga.
Jose Ramos de Carvalho – Associaçao Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM –
Agenda 2030 Vale do Rio Cabuçu de Cima.
Agradecimentos: Ga. Mauricio Pacheco (Pres. da APGAM), Ga. Rozima Araujo, (colaborador: materia/pesquisa), Conselheiro dos CADES: Municipal e Regional VGM/JT, Em especial - SOS EDU CHAVES - Contra Enchentes: Sr(s): Terezinha Batista e Noemia Micaustle. Aos Jornalistas: Sandra e Mauricio Benassatto - Diario da Zona Norte.
Dia 31 de Dezembro de
2021. Enfim! Chegamos a esta data. Quantas mudanças! Estamos vivendo uma“revolução planetária” . Gerações
contemplaram períodos de transformações; onde se construíram cenários adversos
perpassando por diversas guerras e por iguais pandemias. Mas os cenários atuais
produzem elementos agressivos mergulhados em uma Pandemia (COVID-19) com um
paralelo de alterações climáticas não presenciadas por registros práticos da
ciencia. A pandemia colocou o planeta em uma única “caixa” onde a ciência,
ideologias, política e a comunicação se colidiram frontalmente; e perdemos tempo
precioso para compreender o fato pandêmico e suas garras de transmissão. E a
revolução eclodiu e ficamos próximos; ricos, pobres, países desenvolvidos e não
desenvolvidos estávamos sediados em eixos estruturais, culturais em que a
ciência ambiental já vinha apontando diversos desequilíbrios. E assim os meios
de comunicação em suas verdades ou “Fakes News” estabeleceram um “diário de
mortes” em seus principais noticiários contabilizando milhares de contaminação e
consequentemente os óbitos chegando a este dia 31/12/2021 t – 619.024 óbitos; e
ainda estamos com uma média diária de 171 óbitos; e navegando por uma nova
variante africana acumulando uma marca de 22.222.928 contaminados para um
universo de vacinados que chegou nesta Quinta-Feira (30/12/2021) a 161.212.297
– 75,57% do total da população
brasileira, e com um numero de recuperados de 21.516.819. E no planeta países
desenvolvidos ainda contabilizam desequilíbrio em seus resultados práticos
motivados por crenças contraria a imunização vacinal ou por utilização
medicamentos tradicionais e de resultado às vezes não eficaz a luz do conhecimento
cientifico, inclusive por redutos da população Brasileira. Pelo mundo
alcançamos números que somando guerras e outras pandemias não superam indicando
5.777.000 de óbitospara 285.872.000
contaminados (Agência Reuters – 12:23 hpb – 31/12/21) e com índices de infecções
em 100 países apontando um novo quadro critico de evolução. Com tanta ebulição
esta revolução pandêmica acelerou processos científicos e esta submetendo equações
que se misturam elementos produtivos e econômicos em plataformas de logísticas
de dados e informações longe de aglomerações administrativas/físicas para
plataformas digitais de Reuniões a distancia sofisticando com participações
coletivas e de exposição mais frenéticas de marketing abrigando se de tempo
ainda mais reduzidos de linguagens curtas e exatas. Encurtamos distancias,
aumentamos as participações coletivas e trocamos mais conhecimento, reduzimos
viagens e produzimos novos sistemas de logística em variadas formas; compartilhando,
adequando e inovando os quadros, e formatos de prestação de serviço. E como sobreviventes
praticando o “Fique em Casa” evitando aglomerações, usando mascaras e álcool
gel. Surfamos dia a dia em ondas de transmissões “Webinar”, Reuniões Remotas, observando
novas palavras, expressões e linguagens. Assim caminhamos com a Associação Paulista
dos Gestores Ambientais – APGAM ampliando as nossas participações em especial
nos Conselhos Socioambientais do Município de São Paulo, a exemplo CADES
Municipal, Regional e de Segurança Alimentar, Em 2021 chegamos nas Bacias Hidrográficas
do Tiete, Litoral Norte e a Sub-bacia
Tiete Cabeceiras envolvendo o Rio Cabuçu de Cima. Os projetos se apresentaram
em Reuniões Remotas motivadas por Educaçao Ambiental através das Hortas
Pedagógicas ou Escolares, porém caminhamos no desejo do projeto de Equoterapia
finalizado e apontando ótimas possibilidades em parcerias com instituições e
profissionais renomados. As Reuniões Remotas apresentou a oportunidade de
dialogar com os CAMPUS Acadêmicos e enriquecemos em se aproximar
definitivamente dos Diretórios e Centros Acadêmicos; EACH/USP, ESALQ/USP,
UFSCAR, IF, e FATEC para estabelecer a “Diretoria Acadêmica”. E encontramos o dia 20 de Novembro de 2021
onde realizamos a nossa Assembléia Geral e em uma nova Diretoria para o período
de 2021/24 e recebemos como novo Presidente da APGAM o Engo. Ga. Mauricio A.
Pacheco e qualificando novos diretores. Os cenários se apresentam para o ano de
2022 da luta básica pela Regulamentação Profissional que se encontra em
Comissão do Senado Federal, a visualização da COP-26, e este momento de transformações
de ordem agressiva que este nosso único planeta vem apresentando em seu
Ambiente Natural. Um novo desafio! Que 2022 seja prospero aos associados da APGAM com excelentes ações em
favor da Gestão Ambiental.
Texto; Jose Ramos de
Carvalho – Diretoria da APGAM
Neste dia 20 de Novembro de 2021,
as 17:15 hs em Assembleia Geral elegemos o Gestor Ambiental – Mauricio Álvaro Pacheco,
novo PRESIDENTE da Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM. Em
reunião presencial atendendo a todos os protocolos de segurança; realizamos na sede
da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Julieta – AMAJU, mais uma eleição
a Presidência da entidade a exemplo dos anos anteriores. Com a presença dos
atuais diretores e com a “Comissão eleitoral” tendo a frente o Ga(s):
Mulzulmeire Matos e Zelito Serafim. Com o inicio as 14 h e atendendo as
prerrogativas do “Estatuto” vigente referente a “Korun” aguardamos a segunda
chamada realizada ás 14:38 min. Iniciando o processo natural a “Comissão
eleitoral”. Assim, inicialmente convidou o Ga.
Jose Ramos de Carvalho(Pres. da
APGAM) para as devidas considerações sobre os períodos que esteve a frente
da Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM - fez a
leitura do “Edital de Convocação”, e também destacou as ações da associação
nesses últimos três anos, além dos novos projetos que estão em fase de
planejamentos e desenvolvimento. Avaliou as ações que foram desenvolvidas ao
longo deste ultimo período em exercício,qualificando e conduzindo a Pessoa Jurídica e suas responsabilidades
administrativas e fiscais. Agora organizada; permanecemos de forma atuante referente
a “Regulamentação Profissional da Gestão Ambiental” colaborando na instalação de
um grupo de watzap especifico de comunicação entre as Associações Estaduais espalhadas
no Brasil, Editais e participações efetivas junto aos principais Conselhos do Município
de São Paulo.
Eex: Conselho de Meio Ambiente da Cidade de São Paulo – CADES
Municipal representando a região da Macro Norte II do Município; e assim
obtendo a responsabilidade de participar das Camaras Técnicas – RIVI, e
igualmente eleita titular para participar do CONFEMA – Conselho do Fundo
Especial de Meio Ambiente, onde qualificam as verbas e orçamentos destinados a
manutenções e prevenções dos Parques Públicos, Projetos Arbóreos e a inovação
recente da “Prestação de Serviços Ambientais”. Recentemente a Associação foi
eleita para participar do Conselho de Segurança Alimentar do Município de São
Paulo (COMUSAN), e dentro da orbita do Estado de São Paulo igualmente
conquistamos as “cadeiras de Titular” em Segurança Alimentar junto as
distritais: Capital e São Jose dos Campos/SP onde estamos iniciando a atuação
nas cidades do Litoral Norte do Estado; Exemplo: Caraguatatuba, Ubatuba, São
Sebastião e Ilhabela. Neste período em Julho de 2021 apesar da “Pandemia” do
COVID-19 estimulamos a instalação da APGAM – Bacia Hidrográfica do Litoral
Norte estabelecendo a Vice-Presidência Regional conduzida pelo Ga. Rafael
Santos e demais coordenadores de acordo o com “Estatuto” vigente. E igualmente
fomos inseridos no Conselho Municipal de Direito a Criança e Adolescentes –
CMDCA do Município de Caraguatatuba/SP para futuras ações destinadas a Educação
Ambiental. Com relação a participação nas Bacias Hidrográficas do Estado de São
Paulo conseguimos a aprovação de participar como conselheiros junto a Bacia
Hidrográfica do Alto Tiete, e junto aos
Subcomitês: Tiete – Cabeceiras, Tiete- Pirapora e como convidado no SubcomitêCotia/Guarapiranga. E buscamos o desafio
adm/Tecnico nas participações nos Planos de Gerenciamento de Resíduos e Revisão
do Saneamento com o inicio do pleno contrato para percorrer o ano de 2019
juntos aos municípios de Juquiá e Jacupiranga. Em ambos municípios (250 km
distante) tivemos dificuldades Técnicas apesar dos esforços realizados, mas
somamos importantes referencias e inclusive de política local; mas o aditivo
produziria a melhor linguagem e alinhamentos com a “maquina publica”; mas a
presença da COVID-19 de forma intensa no Vale do Ribeira caracterizando
momentos de “Bandeiras Vermelhas” imposta a proteção de pessoas aos municípios
da região, inclusive com a decretação de “Calamidade Publica” em alguns
momentos, e assim produzindo um desconforto pratico do envio de profissionais
para uma área de intenso risco.
Mas o período “pandêmico” também trouxe
inovações das “Reuniões Remotas” assim a comunicação ganhou mais elementos e
formas de participações encontrando novos personagens, eventos, Live e Webinar
que aproximou conhecimento, elementos técnicos, e os “CAMPUS Acadêmicos”, a
exemplo; UFSCAR, EACH/USP, Instituto Federal de São Roque, ESALQ/USP e FATEC na
figura dos seus Centros e Diretórios Acadêmicos. No inicio do primeiro
trimestre de 2021 realizamos diálogos via “Live” para futura instalação de uma
“Diretoria Acadêmica” para compatibilizar principalmente as informações sobre a
“Regulamentação Profissional” atualmente em Comissão do Senado Federal, assim
recentemente em Reunião Ordinária aprovamos a indicação desta futura pauta em “Assembleia
Geral Extraordinária”, entre outras alterações para qualificar o atual
“estatuto” vigente. Para finalizar são ações e participações carregadas de
muita dedicação, mas inovando com novos parceiros e colaboradores voluntários. Sou
particularmente grato a todos! E as boas energias continuem a traduzir as
nossas ações e futuras decisões sempre com o olhar e as boas energias de DEUS;
e que nos possa proteger renovando nossos conhecimentos e a luz da ciência, e
com parceiros participativos em favor do legado da Associaçao Paulista dos
Gestores Ambientais – APGAM como representante de classe dos Gestores
Ambientais do Estado de São Paulo. Após esta apresentação a “Comissão eleitoral”
através do Ga. Zelito Serafim, secretario desta Assembléia Geral” revelou a inscrição
de uma única “chapa” concorrente denominada – Avança! Gestão – Tendo a frente
os Gestores Ambientais – Mauricio Alvaro Pacheco (Presidente) e Jose Ramos de
Carvalho (Vice-Presidente) – após esta indicação o Secretario da Mesa – Ga.
Zelito Serafim – solicitou aos presentes a manifestação do “Ato de levantar as
Mãos” aprovando a indicação da chapa “Avança! Gestão” como vencedora do pleito.
E assim por aclamação unanime foi aprovado como novo Presidente da APGAM o Gestor Ambiental/Engo. Mauricio Alvaro
Pacheco. Assim abriu-se o dialogo para os participantes destacando a
presença de ex-diretores e desejando boa gestão ao Presidente eleito.
Destacamos a presença do Ga. Bruno Santos (EACH/USP) ex-presidente do Diretório
Acadêmico (DAGA) que ressaltou a importância da sua participação e das futuras ações
e as considerações da instalação da futura “Diretoria Acadêmica”. Finalizando
foi convidado o novo Presidente da APGAM – Ga Mauricio Alvaro Pacheco, para
expor os seus comentários e ações futuras.–Inicialmente agradecer a confiança
de todos: Diretores, Conselheiros e Coordenadores. Sou Cristão! E a boa
oportunidade da gratidão a DEUS da missão de ocupar a Presidência da APGAM. E
assim ELE me deu a condição de lutar por minha vocação junto com amigos e
parceiros. Nestes dois período tivemos juntos o prazer de beneficiar
profissionais com trabalho, e igualmente produzimos boas ações acompanhada com
a ENERGIA DO BEM. Assim agradeço a todos a oportunidade, a confiança, pois
atualmente o nome APGAM ja é uma MARCA da representação da GESTÃO AMBIENTAL no
Estado e no Brasil.
E tenham a certeza que vocês fizeram parte deste trajeto e reconhecimento
dos principais órgãos de Meio Ambiente do Município São Paulo e do Estado. A
despeito da "Pandemia" nos trouxeram a dificuldades inclusive em projetos que estavam em
andamentos; mas juntos e com centenas de oportunidades vamos VENCER. A APGAM é
uma instituição jurídica de propriedade da GESTÃO AMBIENTAL e vamos continuar
cuidando e provendo da melhor maneira e que DEUS nos permita cultivar sempre as
boas energias e vitorias em favor da Gestão Ambiental. As 17:15 min. o Ga.
Zelito Serafim encerrou a sessão da Assembleia Geral referente as eleições da Associação
Paulista dos Gestores Ambientais –APGAM período – 2021 a 2024..
fotos: Ga. Carlos Henrique Pinto
Texto: Jose Ramos de Carvalho - Diretoria da APGAM
ASSOCIAÇÃO
PAULISTA DOS GESTORES AMBIENTAIS – APGAM
EDITAL
DE CONVOCAÇÃO
Neste
ato representado pelo Presidente da Associação Paulista dos Gestores Ambientais
– APGAM, Sr. Ga. Jose Ramos de Carvalho, convoca, os associados, a participarem
da Assembleia Geral Ordinária, em conformidade ao artigo 24 Parágrafo Único do
Estatuto Social, para realização de eleições e renovação da Diretoria e
Conselho Fiscal, para o triênio 2021 a 2024 a ser realizada na cidade de São
Paulo – Capital, no seguinte endereço – Avenida do Poeta, 740 – Jardim Julieta – São Paulo/SP,Cep.
02161-160, na data de 20 (Vinte) de Novembro de 2021, às 14:00 hs.
ORDEM
DO DIA:
Eleição
de Diretoria e Conselho Fiscal:
São
Paulo, 20 de Outubro de 2021.
Ga.
Jose Ramos de Carvalho
Presidente
Associaçao Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM
Rg. x.xxx.xx5-8
Obs: Será realizada de forma presencial - assegurando todos os protocolos que a ciencia adequadamente nos orienta com o distanciamento, alcool gel e uso de mascara qualificadas.
Local: Associaçao dos Moradores e Amigos do Jardim Julieta - AMAJU
COVID-19, CONCEITOS, POLITICA SOCIOAMBIENTAL, PARQUE DE
INUNDAÇAO e DIRETORIA ACADEMICA.
Nesta semana do Meio Ambiente e em especial neste dia 05 de
Junho de 2021 em pleno cenário pandêmico com a perda De milhares de vidas
brasileiras temos que alcançar este nosso futuro socioambiental. E os acadêmicos
e profissionais de GESTÃO AMBIENTAL estão em varias frentes para que a
sociedade brasileira e planetária avance nos caminhos; e nos princípios básicos
de sustentabilidade, e de proteção a vida natural.
E a Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM e
seus diretores, Conselheiros e Associados igualmente tem se dedicado a varias
frentes participativas apresentando suas praticas, saberes e produzindo intercâmbios,
parcerias significativas para sedimentar ações, projetos em sua dedicada luta
junto a regulamentação e reconhecimento profissional.
Nestes 11 anos desde a sua fundação à APGAM vem solidificando
as suas participações nos Conselhos e Camaras Técnicas no Estado de São Paulo.
A exemplo destacamos a participações, nos conselhos: MEIO AMBIENTE E CULTURA DE
PAZ da cidade de São Paulo representando como instituição socioambiental juntos
aos Conselhos Regionais da Macro Norte II do Município de São Paulo, SEGURANÇA
ALIMENTAR atua no COMUSAN junto ao Município e no governo do Estado de São
Paulo, nas distritais da CAPITALe de
São José dos Campos neste perfil de “Segurança Alimentar”. E recentemente a Associação
Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM foi eleita para atuar no Comitê de
Bacias Hidrográficas do Alto Tiête especificamente nos Subcomitês: Tiête–Cabeceiras,
Pinheiros–Pirapora; e foi convidada para participar do Subcomitê Cotia–Guarapiranga,
além das Camaras Técnica: Planejamento, Águas Subterrâneas e de analises de
projetos tendo ao lado decisões junto a CETESB, Órgãos setoriais, Sindicatos, Entidades
representantes de classe, Prefeitos e seus representantes. Sempre com as participações de diretores da
APGAM, Associados ou por meio de indicações referendadas por conhecimentos ou
saberes que indiretamente vamos acrescentando junto a Gestão Ambiental, a
exemplo a nossa parceria com grupo de Ciências Biológicas/USP junto ao Conselho
de Segurança Alimentar/COMUSAN-SP e junto aos Planos de Educação Ambiental.
A Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM esta se
notabilizando por sua postura da administração atual em manter a sua pessoa jurídica
APTA para acolher o Gestor Ambiental na academia junto ao CAMPUS; e aos
profissionais graduados e correlatos que de fato desejam cultivar suas ações, projetos
socioambientais em suas regiões dentro
dos princípios estabelecidos em nosso vigente “Estatuto” exposto no blog da
APGAM.
Entre os meses de Abril e Maio/2021 foi possível por meio das
reuniões remotas promoverem encontros para formatar a “DIRETORIA ACADEMICA” com
as participações dos Diretórios e Centros Acadêmicos representados por seus
Presidentes e lideranças acadêmicas: EACH/USP, ESALQ/USP, FATEC, IF e UFSCAR. E na Associação Paulista dos Gestores
Ambientais – APGAM foi de fato para esta atual administração observar neste
horizonte a breve concretização deste desejo desta Diretoria fundamentar uma
Reunião Extraordinária para renovar e ampliar o “Estatuto” introduzindo esta nova Diretoria
de representação dos nossos acadêmicos, e da energia dos “CAMPUS” em suas ações
e desafios.
De fato os desafios empõem ações, trabalhos pesados misturados
às vezes, e envolvidos por antagonismos políticos e ideológicos; e que, por
força do “Estatuto” reproduzimos uma isenção, sedimentando um eixo de postura a
favor das ações e projetos onde possamos oferecer benefícios e conhecimentos técnicos.
Independente de cores partidárias ou de preferências outras que provocam
diferenças e subtrações; que somente produzem desconfortos e sugam energias em
traduzir a excelência das ações, e dos benefícios a serem conquistados a favor
da nossa GENTE PAULISTANA E BRASILEIRA.
E neste cenário com quase MEIO MILHÃO de vidas Brasileiras
perdidas motivados pela COVID-19 somos de fato a “FAVOR DA CIENCIA”
exclusivamente para enfrentar este quadro nefasto junto as nossas famílias, e
desqualificando qualquer elemento de política partidária que inviabilize ou que
utilize deste conceito. Somente a vocação, conhecimento, pesquisa e
investimentos é a equação as quais devemos nos concentrar para salvar esta
nossa “Vida Planetária”, seja qual for o recanto da TERRA que surgir...
A Gestão Ambiental tem como essência “observar” e produzir
seus “Diagnósticos” sejam eles: culturais, sociais, saúde e ambientais;
cultivando neste quadro excelentes expectativas de ações e projetos no âmbito da:
sua calçada, rua, bairro, município, Estado, Pais e este nosso Planeta, que
seguira navegando!
E a Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM lhe
impõem um novo desafio, a exemplo do Projeto Hortas Pedagógicas instaladas em
150 escolas do ensino fundamental do Município de São Paulo, Saneamento Basico
junto aos Indígenas Guaranis do projeto Guy-rapaju em SBC/SP e a colaboração junto
com ao depto de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina/SP – Projeto Cabuçu
(Poluição ambiental) – fundando a Agenda 21 do Vale do Rio Cabuçu. E com
excelentes projetos sendo preparados ainda para este semestre/2021.
E como uma espécie um “Presente”
nesta “Semana de Meio Ambiente” de Junho/2021 este novo desafio! Em cultivar o
Projeto “PARQUE DE INUNDAÇAO” próximo
a sede da APGAM, exatamente no antigo leito do Rio Cabuçu de Cima localizado na
divisa entre os Municípios de São Paulo e Guarulhos.
Este conceito já utilizado de forma natural em espaços para regulação
das águas; a APGAM esta incentivando a sua reprodução no espaço urbano
superando o conceito do “Piscinões” construídos em concretos não oferecendo
requisitos naturais e essenciais para dispersão das águas, e se utilizando de manutenções
agudas, e de bombas hidráulicas para condução logística das águas.
O “PARQUE DE INUNDAÇAO” exposto em uma Reunião para a instalação
da Cãmara Técnica de Saneamento em Out/2019 pelo Arq. Sun Alex apontando
conceitos generosos de sustentabilidade; em uma modalidade de regulação e recepção
das águas. Que em volume agressivos produzem alagamentos e enchentes em regiões
urbanas de “fundo de vale”. Assim foi apresentado neste reunião pelo atual Presidente
da APGAM que tínhamos uma área de aproximadamente 44.000 m² que se encontra enclausurada
junto à planta da antiga fábrica da Brinquedos Estrelas e antiga TOGA planta de
fabrica atualmente inoperante, e na junção das Rodovias: Presidente Dutra e
Fernão Dias.
E desde o conhecimento deste conceito a APGAM através de sua
diretoria foi fomentando, diagnosticando possibilidades e expectativas junto a este
formato de projeto de parque publico e concepção absolutamente sustentável em
sua essência natural de proteção hídrica.
E neste dia 02 de Junho de 2021 ás 10:00 hs em Reunião do
Conselho de Meio Ambiente e Cultura de Paz da cidade de São Paulo, com pauta
previamente aprovada; apresentamos os melhores exemplos de “Parques de Inundação”
espalhados pelo Planeta, e que além de realizar a regulação das águas, ainda
colocam a disposição da área; seus elementos arquitetônicos, paisagísticos, lazer,
Educação Ambiental, Cultura e de plena arborização.
Estes conceitos foram apresentados pelo Ga. Jose Ramos de
Carvalho, Presidente da APGAM e pela Enga. Ga. Carla Geanfrancisco Falaska
(Pres. AEABAT) em seu conceitos técnicos e geológicos representando o município
de Guarulhos/SP.
Estabelecendo em decorrência
do “PARQUE DE INUNDAÇAO” a articulação e à expectativa de projetos paralelos
que podem ser incorporados naturalmente agregando benefícios aos municípios vizinhos
como a integração dos “Corredores Ecológicos” envolvendo o Parque da Serra da
Cantareira tombado pela UNESCO, margens do Rio Cabuçu de Cima, Córrego da
Paciência – seu “Piscinão” construído recentemente (fase de acabamento), e a integração do próprio “PARQUE DE INUNDAÇAO”
com o Parque Ecológico do Tiête em direção ao litoral NORTE; ou caminhando pelo
próprio Rio Tiête, e suas Sub Bacias Hidrográficas.
O PARQUE DE INUNDAÇAO é um desafio! Um presente nesta “Semana
de Meio Ambiente” – Junho/2021 onde a Associação Paulista dos Gestores
Ambientais – APGAM e seus Diretores, Conselheiros, Associados, acadêmicos e
profissionais correlatos da área socioambiental, e que juntos produzam a boa política
socioambiental voltada aos benefícios irão buscar mutuamente a sua aprovação junto
aos órgãos públicos nos níveis:
Municipais, Estadual e Federal. Um desafio!
Mas sempre os profissionais de GESTÃO AMBIENTAL estarão postulando,
e apresentando soluções na busca traduzir sempre a excelência dos diagnósticos cultivando
junto aos profissionais correlatos ações e projetos para os BENEFICIOS NATURAIS
E SOCIAIS.
Foto: Imagem/Drone/2014 – Denis Damaceno -
Texto: Ga. Jose Ramos de Carvalho – Presidente - Associação
Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM.
Agradecendo a DEUS por esta
oportunidade! E o Pr. Samuel Ferreira - Incentivos diarios ...