sexta-feira, 29 de outubro de 2010

AS METAS QUE O MEC TRAÇOU ATÉ 2020 É DUPLICAR O NUMERO DE ESTUDANTES DE NÍVEL SUPERIOR.

Prof° e Dr. Paulo Roberto Wollinger,

Ministério da Educação (MEC)

O diretor de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC (Ministério da Educação) participou da CPGA (Conferência Paulista dos Gestores Ambientais) no segundo dia do evento e detalhou durante sua palestra, como está a situação da educação ambiental, da profissão de gestor, dos desafios do MEC nessa temática, que é de suma importância para quem está envolvido no projeto de regulamentação da profissão de gestor ambiental.

A seguir, os principais trechos da fala do Prof./Dr. Paulo Roberto Wollinger:

DIAGNÓSTICO DA QUESTÃO AMBIENTAL/EDUCACIONAL NO PAÍS:

A função primordial do MEC está na produção e distribuição de material ambiental, em patrocinar eventos, que visem à preservação do meio ambiente, e cuidar das licenciaturas interdisciplinares e interculturais As metas que o MEC traçou até 2020 é duplicar o número de estudantes de nível superior em médio prazo, no Brasil. (Dado relevante que o Blog apurou: Em 2008, os cursos de graduação presencial e a distância somavam 5.808.017 alunos matriculados). O Sistema RCN – Referências Curriculares Nacionais registrou pouco mais de 2.000 cursos de graduação tecnológica/bacharel, no Brasil. Para se ter uma idéia, no exterior, por ex, metade dos cursos lecionados são tecnológicos. Nos dias atuais há uma grande diversidade na oferta de cursos de graduação (cerca de 27.000). Mesmo assim, a diversidade de cursos não abrange todas as áreas. A educação no Ensino Superior precisa se “interiorizar” mais; há concentração dos grandes centros acadêmicos nas capitais do país. Hoje em dia a Universidade não tem responsabilidade própria. Necessita de uma maior autonomia para tomar suas próprias decisões. Há muito contingenciamento de verbas para a validação nos mestrados no Brasil, o que impede, muitas vezes, a formação e permanência de pesquisadores no país. A questão ambiental é também cultural e envolve diversas áreas do conhecimento tais como a Língua Portuguesa, Artes, Ciências, Humanidades, entre outras.

FUNÇÃO DO GESTOR AMBIENTAL NO BRASIL

Gestor Ambiental sempre tem de relevar duas questões no seu trabalho: a humana e questão ambiental O gestor está aí para conversar, coordenar e articular. Por ex: A despoluição do Rio Tietê. Um dos papéis, o de conscientizar a população pode ser aplicado no caso por ex. de informar que uma usina hidrelétrica é uma das formas mais ecológicas de geração de energia. Formação de gestor é muito recente, sem consolidação profissional. Há dois tipos de necessidade, que precisam ser atendidas para os gestores ambientais. Uma é a legal com a demanda por profissionais formados na área ambiental, que precisam estar nas empresas. Além disso, uma necessidade acadêmica se faz cada vez mais presente na especificidade do tratamento à área. Há algumas demandas sociais a serem atendidas pela necessidade dos gestores, já que as pessoas estão exigindo soluções para os problemas ambientais na mata, nos rios, nos mares, etc.

Entrevista completa - Link: Regulamentação Profissional

Entrevista: Jornalista Felipe Giersztajn

Foto: Ga. Ramos


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

ILHA DE CALÔR – VALE DO RIO CABUÇU – A GESTÃO AMBIENTAL TRADUZ, O QUE A NATUREZA INSISTE EM DIALOGAR...

Com relação à reportagem estampada no Jornal Guarulhos Web, a Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, tem algumas ações importantes para somar em suas preocupações, dentro da região do Vale do Rio Cabuçu. Tecnicamente em termos de impacto esta dentro do termo “Bacia Aérea Saturada” criando a formação da “Ilha de Calor”, sendo que geograficamente, o Vale do Rio Cabuçu forma uma Bacia de 23 km² com uma população acima de 300.000 pessoas, compreendendo desde os bairros ao “Pé da Serra” ate a junção da Via Fernão Dias, Via Dutra e inicio da Av. Aricanduva. Como espelho, os dois “Vales” fazem faces: Vale do Rio Cabuçu e Vale do Rio Aricanduva, formando um túnel de vento , mas temos um inconveniente agradável, que é a Serra da Cantareira, que sua formação na borda da cidade executa a função de um escudo ou tampa, inclusive esta ação já abordada por outros profissionais importantes da área ambiental. No caso especifico do Vale do Rio Cabuçu esta tampa verde retém todo o dióxido de carbono e material particulado (MP) produzidos por três ações importantes para o desenvolvimento econômico, mas extremamente maléficos para a população do Vale do Rio Cabuçu e a própria Serra da Cantareira: a)Junção Via Dutra x Via Fernão Dias e Av. Aricanduva; B) Terminal de Cargas Fernão Dias e recentemente a instalação de novas transportadoras entre os dois municípios vizinhos (Guarulhos e São Paulo), para ficarem mais próximas ao Terminal. C) Os vôos que se utilizam do Aeroporto de Cumbica, e a própria frota de ônibus coletivo que serve a própria população dentro do Vale. E recentemente após a eleição do governador Geraldo Alckimim, já esta consolidando projeto com o DERSA, aguardando autorização ou não do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado de São Paulo – CONSEMA, para o início das obras do RODOANEL NORTE, passando pela borda da Serra da Cantareira. Estes três produtores diários já constituídos estão exalando sobre o Vale, comprimido pela própria Serra, nesta nossa Bacia, toneladas de dióxido de carbono, produzidos por queima de diesel, gasolina, madeira e aguardando provavelmente com inicio das obras para 2011 mais este novo produtor. As conseqüências destas ações são evidentes na saúde da população do Vale. As doenças respiratórias agravadas pela baixa umidade do ar em alguns dias, registradas no ultimo inverno, que chegou perto de 12% (Observatório Climático do Mirante de Santana na capital de São Paulo), remetem a prognósticos ainda mais severos à população do Vale do Rio Cabuçu, doenças cardíacas e respiratórias, assolando os idosos, crianças e gestantes. Com a aprovação o projeto do rodoanel Norte, embora as informações pesquisadas que a construção da rodovia iria contribuir para a própria proteção da Serra da Cantareira, no sentido de conter as ocupações irregulares de futuros moradores, o que transparece ser uma ação mitigadora, na verdade a passagem de centenas de caminhões irá produzir, somando com o trafego de aviões e onibus, um impacto maior e pontual de toneladas diárias de resíduos de combustível, além do risco permanente de acidentes com produtos perigosos. E todas essas ações impactantes na base do “Sistema Cantareira” (o maior produtor de água para toda a população da capital de São Paulo) atendendo a 12 milhões de pessoas. Texto completo - Link: Noticias/Opiniões dos Gestores Ambientais

Texto: Ga. Jose Ramos de Carvalho/ Ga. Valéria Silvestre
Foto: Ga. Ramos

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

EDITORIAL: Empresas estatais vetam profissionais formados em cursos tecnológicos

Este assunto já foi abordado pela APGAM, conforme exposto no seu blog (Matéria publicada – 24/06/2010), onde o próprio Jornal “Estadão” com texto assinado pelo jornalista Glauber Gonçalves/RJ, colocava a seguinte texto em função das questões alusivas aos cursos de formação na área tecnológica em petróleo. Indagado pelo jornalista, o coordenador de regulação de educação profissional do MEC, Marcelo Feres – comenta: "Esses cursos tem de cumprir a mesma legislação dos cursos de bacharelado e se submetem aos mesmos mecanismos de avaliação. Isso faz com que do ponto de vista de regulação e avaliação, não possam ser vistos como cursos menores em qualidade." Para Feres, porém, o crescimento da demanda por mão de obra tende a reduzir as restrições. "Será que o volume de profissionais com bacharelado é suficiente para atender à demanda da Petrobrás" ele afirma que as multinacionais que operam no país, praticamente eliminaram a restrição e estão absorvendo boa parte desses profissionais com formação superior. "No momento em que se tem formação de profissionais competentes, muitas companhia passam a contratá-lo". Segundo o coordenador, uma vez que os cursos tecnólogos são focados no mercado, os profissionais chegam ás empresas com a capacidade de se adaptar mais rapidamente ao trabalho. Um dos motivos da exclusão dos tecnólogos dos quadros de funcionários é a lentidão no processo de mudança de algumas companhias, acredita a professora de gestão de pessoas da Fundação Getúlio Vargas Anna Cherubina Scofano. "Temos alguns elefantes brancos que não se atualizam. Seria preciso mexer em práticas já institucionalizadas e fazer uma análise de mercado e dos cursos", afirma. Esta citação tem fundamentos importantes, ao longo de três anos que parte deste grupo de diretores da APGAM, participa desta busca pela regulamentação profissional já tem esta percepção clara, devido às questões ambientais. Estas ações técnicas e de conhecimentos e especialidades especificas, tornou cativeiro exclusivo de um único seguimento, porém sabemos como Gestores Ambientais, que abserva e faz análises clinicas dos eventos socioambientais, que estas ações estão no berço de vários seguimentos: educacionais, sociais e ambientais
Texto completo: Link: Regulamentação Profissional.

Texto: Ga. José Ramos de Carvalho – Diretoria de Comunicação e Imprensa – APGAM

Foto: flavionm.wordpress.com

sábado, 23 de outubro de 2010

Empresas estatais vetam profissionais formados em cursos tecnológicos

Educação. Apesar do aumento da oferta desses cursos - o número de vagas no País cresceu 45% em dois anos -, companhias como Petrobrás, Caixa Econômica Federal, EMTU e Metrô de São Paulo excluem os tecnólogos dos editais de seus concursos públicos

Crescimento. Alunos da graduação tecnológica já apresentam 10% do total de matriculados no ensino superior no País

Profissionais formados em cursos superiores tecnológicos - como os da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec) - enfrentam dificuldades de acesso ao mercado de trabalho por não terem o título de bacharel. Apesar dos discursos favoráveis de governos e especialistas, empresas estatais, como Petrobrás, Caixa Econômica Federal, EMTU e Metrô de São Paulo, excluem os tecnólogos dos editais de concurso público.

A oferta de cursos superiores tecnológicos vem crescendo no País, em grande parte incentivada pelos governos federal e estaduais. Em apenas dois anos, de 2006 a 2008, o número de vagas desses cursos cresceu 45%, segundo os dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto de Pesquisas Educacionais (Inep). Os alunos da graduação tecnológica representam 10% do total de matriculados no ensino superior.

Um dos motivos da exclusão dos tecnólogos dos quadros de funcionários é a lentidão no processo de mudança de algumas companhias, acredita a professora de gestão de pessoas da Fundação Getúlio Vargas Anna Cherubina Scofano. "Temos alguns elefantes brancos que não se atualizam. Seria preciso mexer em práticas já institucionalizadas e fazer uma análise de mercado e dos cursos", afirma. "Mas grande parte do mercado aceita bem, porque dá enfoque para as competências." Marcus Soares, professor de gestão de pessoas do instituto Insper, atribui o fenômeno em grande parte a um "mal entendido". "Há uma confusão com a nomenclatura da profissão, que cria uma interpretação incorreta de que é um curso técnico, de menos valia", afirma. "Quando uma empresa contrata, quer sempre alguém com formação melhor do que exige a posição. Isso também pode contribuir para a discriminação." Segundo o professor, a discriminação tende a diminuir a médio e longo prazo por causa do chamado "apagão de mão de obra". "O mercado pode ser forçado a mudar. Se aumentar a demanda por mão de obra e as companhias quiserem preencher seus cargos, elas vão ter de aceitar os tecnólogos." Para o presidente do Sindicato dos Tecnólogos, Décio Moreira, a reserva de mercado de outras categorias também causa dificuldades aos formados. "A empregabilidade dos cursos é alta, mas a questão é o tipo de responsabilidade que nos deixam assumir. Um tecnólogo está completamente apto em sua área de formação, mas nem sempre isso é reconhecido", diz. Texto completo - Link: Regulamentação Profissional


Luciana Alvarez - O Estado de S.Paulo - 20/10/2010 - http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101020/not_imp627132,0.php

Foto: Epitacio Pessoa/AE

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Entidade procura analista de projetos ambientais

local: Pinheiros - São Paulo - SP
Data Final: 31/10/2010
Descrição: Organização de terceiro setor da área ambiental busca analista de projetos ambientais. Esse profissional precisa ter curso superior completo em administração de empresas, gestão em meio ambiente, comunicação ou outras áreas relacionadas. Faixa salarial é de R$ 2.500,00 a R$3.500,00 via CLT - Ver link: Curriculos - Informativo: ABCR

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

GESTÃO AMBIENTAL - ATRIBUIÇÕES, ESPECIFICAÇÕES, E AS DEMANDAS AMBIENTAIS.

Com a realização da 1ª Conferência Paulista dos Gestores Ambientais -1ª CPGA. A Associação Paulista dos Gestores Ambientais – a partir desta publicação do GA. Fransueldo Pereira da Silva, Presidente da APGAM, iremos colocar a disposição no blogger a produção dos documentos e entrevistas ocorridas nesta “Conferência” devidamente registrados, atendendo a um processo metodológico, e servir de acervo para os próximos passos a serem executados a favor do reconhecimento e regulamentação profissional.

“Os cursos de Gestão Ambiental: Bacharelado, Tecnólogo e Técnico foram elaborados com atribuições e especificações para atender as demandas ambientais, conforme determinação do Ministério da Educação. Demandas fomentadas por evidências da necessidade de um novo estabelecimento da relação “homem e ambiente”. Em pró da preservação, e da conservação de toda forma de vida. Existem lacunas entre as problemáticas ambientais e as possíveis soluções, que as demais profissões não têm habilidade dinâmica para suprir. Não que não queiram responder as tais demandas. É que a sua essência de formação é destinada a outras finalidades, explorando áreas de conhecimento pontuais e específicas. Enquanto que a Gestão Ambiental, por ter na sua essência a interdisciplinaridade e transversalidade, possibilita contemplar com maior habilidade o atendimento das demandas ambientais que perpassam por todas as áreas de conhecimento. Tornando assim, o profissional de Gestão Ambiental, um interlocutor fundamental entre todas as profissões correlatas ou signatárias que atuam na orbita socioambiental. Promovendo a comunicação e a formação de redes, favorecendo a troca de informações, conhecimentos técnicos e científicos. Somando expertises, para contribuir de maneira eficaz, na busca mais eficiente da mitigação dos danos ambientais. Isso significa que minimizar ou evitar danos necessita da adoção de praticas contínuas de planejamento com base nos princípios da prevenção/precaução a fim de garantir a preservação/conservação meio ambiente como um todo. Texto completo - inaugurando o novo link: Regulamentação Profissional.

Texto proferido - 1a. Conferência Paulista dos Gestores Ambientais - realizada na Universidade Federal de São Paulo (31/07/2010), pelo Ga. Fransueldo Pereira da Silva, Presidente da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Jornal GUARULHOS HOJE" - REPORTAGEM SOBRE O TEMA "ILHA DE CALOR" E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA SERRA DA CANTAREIRA E DIVISA DE GUARULHOS/SÃO PAULO

Neste dia 14/10/2010, recebemos a visita das jornalistas: Deise Assis e Ana Paula, do Jornal Guarulhos HOJE, que observaram os temas abordados no blogger da APGAM sobre “Ilhas de Calor”, e especificamente da Região do “Vale do Rio Cabuçu” que faz divisa entre os municípios de São Paulo e Guarulhos. Esta visita teve como objetivo obter mais informações sobre este fenômeno, que esta produzindo atividades ambientais estranhas a modelagem comparativa de anos anteriores. Segue a Reportagem:

Como a existência das ilhas de calor, gerada pelo excesso de voos na região e pelos caminhões estacionados no terminal de cargas da rodovia Fernão Dias

A Associação Paulista dos Gestores Ambientais (APGAM) tem listado diversos problemas ambientais no município e alerta para possíveis agravos na situação. Entre estes está a existência das ilhas de calor, principalmente aquela gerada pelo excesso de vôos na região e pelos caminhões estacionados no terminal de cargas da Rodovia Fernão Dias. De acordo com o gestor ambiental e diretor de comunicação da APGAM, José Ramos, um dos principais problemas na área ambiental da cidade são as “ilhas de calor”. Formadas nas regiões mais urbanizadas, elas podem oscilar em até 10 graus acima da temperatura registrada em outros pontos da cidade. Ramos destaca que o terminal de cargas da Rodovia Fernão Dias, localizado no Jardim Julieta, zona norte de São Paulo, é um dos principais contribuintes para este problema. "O calor deste terminal é levado pelo vento para Guarulhos e para a Serra da Cantareira", diz o gestor ambiental. Ele explica ainda que, por conta do alumínio* dos caminhões estacionados, há grande liberação de ozônio, que também é levado ao município e à Serra, prejudicando o meio ambiente. "Isto pode se agravar caso o projeto de ampliação do terminal se concretize", disse. Outra questão apontada pelo diretor de comunicação da APGAM é a grande quantidade de voos no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em Cumbica, que leva a uma saturação na bacia aérea*.

Ilhas verdes - Questionado pela reportagem do Guarulhos Hoje, o secretário municipal de Meio Ambiente, Alexandre Kise, explicou que as ilhas de calor têm sido combatidas por meio da aplicação do Programa Ilhas Verdes, que já levou ao plantio de mais de 30 mil árvores na cidade em dois anos.Em relação à saturação da bacia aérea, Kise explica que na última semana iniciou uma série de reuniões com empresas aéreas sobre o assunto. De acordo com o secretário, até o mês de dezembro será assinado um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) entre a Prefeitura e as empresas. "Este TAC prevê que as empresas adquiram áreas em Guarulhos e as transforme em florestas urbanas, para compensar os danos provocados com os voos", disse.

Kise concordou que os problemas apontados por Ramos sobre o terminal de cargas da rodovia Fernão Dias chegam a Guarulhos. Entretanto, argumentou que a questão é de responsabilidade da administração pública de São Paulo, já que fica fora dos limites do município. (DA)

*Ozônio = Aquecimento / Cabines, carrocerias de alumínio e dióxido de carbono

*Bacia Aérea Saturada: três grandes produtores de dióxido de Carbono: Aeroporto Internacional de Cumbica/SP, Estacionamentos, Transportes de Carga, e Via Dutra x Via Fernão Dias (congestionamentos diários)

Redação Guarulhosweb - Ana Paula Almeida 15/10/2010 11:53

Foto: Ga. Ramos - 25/04/2010