Apresentando aos colegas GESTORES AMBIENTAIS a composição da Diretoria da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, para empreender até Nov/2018. Esta renovação atende ao nosso "Estatuto" com as participações de Gestores Ambientais: Nível Médio, Tecnológico e Bacharelado. Os agradecimentos a todos os diretores que colaboraram desde a fundação da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, e fica o legado da continuidade e respeito pela dedicação voluntaria em prol do reconhecimento técnico e regulamentação profissional.
DIRETORIA EXECUTIVA:
Presidente – GA. JOSE RAMOS DE CARVALHO. (UNICID)
Vice Presidente - GA. MAURICIO ALVARO PACHECO. (UNIV. SÃO FRANCISCO)
1º Secretario - GA. ALEX RAIMUNDO LIMA. (UNICID)
2º Secretario - GA. ZELITO TADEU SERAFIM. (MOGI)
1º Tesoureiro - GA. ROZIMA TENÓRIO DE ARAUJO, (FMU)
2° Tesoureiro - GA. JACO JOSÉ DA SILVA, (UNG)
Diretor de Participação e Projetos - GA. EDMILSON GONÇALVES SANTOS, (FATEC)
Diretor de Comunicação e Imprensa - GA. ROGÉRIO TADEU RIBEIRO NOGUEIRA. (UNISANTANA)
Diretor Administrativo - GA. VALTER JOSÉ DE LIMA, (UNICID)
Diretor Institucional - GA. MULZULMEIRE GARCIA MATOS, (UNISANTANA)
Diretor de Assuntos Jurídicos - GA. MICHENDER WERISON MOTTA PEREIRA, (IFSULMINAS)
Diretor de Marketing - GA. ISABELLA DE CARVALHO VALLIN. (EACH/USP)
Conselho Fiscal:
GA. FRANSUELDO PEREIRA DA SILVA, (UNICID)
GA. FELIPE MARTINS SILVA, ( ETC SUZANO)
GA. ANA PAULA FERREIRA DOS SANTOS MARQUES, (FATEC)
SUPLENTES:
GA. RAFAEL AUGUSTO MACHADO FILHO, (FATEC)
GA. ROSEVALDO VICENTE DA SILVA, (UNG)
GA. JOSE DA SILVA DIAS, (UNG).
Boa Sorte! E parabéns a todos...
Associação Paulista dos Gestores Ambientais - Fundação - 28/11/2009 - Endereço: Rua Heitor Iglésias Cambauva, 38-B - Pq. Edu Chaves - CEP 02234-050 - CNPJ e ESTATUTO. A disposição dos GESTORES AMBIENTAIS: Bacharéis, Tecnólogos, Técnicos em Meio Ambiente e Acadêmicos.
domingo, 26 de março de 2017
sábado, 4 de fevereiro de 2017
O que é FRACKING e suas consequências?
O
fraturamento hidráulico, também conhecido com “Fracking”, é utilizado para
realizar perfurações e extração de gás, o chamado gás xisto, ou gás de
folhelho, em inglês chamado de shale gas. A
profundidade das formações da camada de carvão metano (folhelho) variam de 137
m até para mais de 3.200 m. A diferença entre essa técnica (não-convencional) e
a perfuração convencional é que ela consegue acessar as rochas sedimentares de
folhelho no subsolo e, consequentemente, explorar reservatórios que antes eram
impossíveis de ser atingidos. Através da
tubulação instalada, é injetada uma mistura de imensa quantidade de água e
solventes químicos com potencial cancerígeno comprimidos. A grande pressão
provoca explosões que fragmentam a rocha. Para que o buraco não se feche
novamente, são injetadas enormes quantidades de areia, que supostamente evitam
que o terreno ceda ao mesmo tempo em que permite, por sua porosidade, a
migração do gás a ser extraído. O processo pode criar novos caminhos para a
liberação de gás ou pode ser usado para ampliar os canais existentes. Existem, no entanto, outras formas de
fraturar poços para extração de gás xisto. Às vezes, as fraturas são criadas
por gases injetáveis tais como o gás propano ou nitrogênio, e às vezes a
acidificação ocorre simultaneamente ao fraturamento. Acidificação envolve o
bombeamento de ácido (geralmente ácido clorídrico), na formação para dissolver
algum material da rocha, limpando os poros e permitindo que gás e líquido
possam fluir mais facilmente para dentro do poço. Alguns
estudos têm mostrado que mais de 90% de fluidos do fracking podem permanecer no
subsolo. Fluídos de fraturamento usados que retornam à superfície são muitas
vezes referidos como flowback, e estes resíduos são normalmente armazenados em
lagoas abertas ou tanques no local do poço antes da eliminação, gerando assim
contaminação do solo, ar e lençóis de água subterrânea.
Rodada 12
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e
Biocombustíveis, ANP, sem abrir consulta para a sociedade civil ou mesmo ter
comprovação científica da segurança de uma tecnologia como o Fracking, ofereceu
para leilão em 28 de novembro de 2013, 240 blocos localizados nos principais
aquíferos brasileiros, como o Guarani, Bauru, Acre, Parecis, Parnaíba e Urucuaia.
Neste dia fatídico, 12 empresas (1 francesa, 1 colombiana, 1 bermundesa, 1
panamenha e 8 brasileiras sendo as principais Petrobrás, Tucumann e COPEL) arremataram
78 blocos em quase 50% de toda a área disponível. Este resultado expõe as
bacias do Recôncavo, Alagoas, Paraná, Sergipe, Parnaíba e Acre a alto risco.
Mudanças Climáticas.
Além de distrair a indústria geradora de energia e governo do
investimento em fontes de energia renováveis, o processo de exploração do
Fracking emite metano, gás com 25 vezes mais potente que o CO2, contribuindo
cada vez mais para o agravamento das mudanças climáticas.
Consumo de Água
O Fracking utiliza no processo de exploração enormes quantidades
de água. Cada poço utiliza entre
aproximadamente de 7,8 a 15,1 milhões de litros de água (fonte). Estes litros e
litros devem ser transportados para o local de fraturamento, geralmente por via
terrestre em caminhões a diesel, o que representa um custo ambiental
significativo, especialmente considerando-se que estamos no meio de uma crise
hídrica no país. Em West Virginia (EUA), são
injetados aproximadamente 19 milhões de litros de fluido em cada poço
fraturado, e de toda a água utilizada no fraturamento hidráulico apenas 8% são
fluído flowback. (fonte)
Contaminação da Água
A água levada para os poços é misturada com areia e produtos
químicos para criar fluido do Fracking. Cerca de 151 mil litros de produtos
químicos são usados por
fraturamento. Até 600 produtos químicos são usados, incluindo substâncias
cancerígenas e toxinas conhecidas, tais como urânio, mercúrio, metanol, rádio,
ácido hidroclorídrico, formaldeído e muitas outras. Os produtos químicos potencialmente cancerígenos usado pode
escapar e contaminar as águas subterrâneas em torno do local Fracking. A
indústria sugere que incidentes de poluição são os resultados de má prática, ao
invés de uma técnica inerentemente arriscado.
Terremotos
Habitualmente o fracking provoca micro sismos que às vezes
desencadeiam tremores maiores que podem ser sentidos pelas populações locais.
Por vezes, estes eventos são aproveitados para obter um registro vertical e
horizontal da extensão da fratura. A injeção de água de reuso proveniente das
operações de fracking em poços de água salgada pode causar tremores maiores,
tendo-se registrado magnitudes de 3,3 (Mw). Vários terremotos em 2011 em Youngstown (Ohio) (incluindo um de
magnitude 4,0) estiveram relacionados com a injeção de águas residuais do
processo de fracking, de acordo com sismólogos da Universidade Columbia. Os
sismos tem se tornado mais frequentes. Em 2009, ocorreram 50 terremotos com
magnitude superior a 3,0 nas áreas dos estados do Alabama e Montana, enquanto
que em 2010 ocorreram 87. Em 2011 ocorreram 134 tremores na mesma área, um
aumento de 6 vezes em comparação aos níveis do século XX.
Ocupação de terras
Outra consequência é um alto índice de ocupação de terras devido a
plataformas de perfuração, áreas de estacionamento e manobra de caminhões,
equipes, instalações de processamento e transporte de gás, assim como as
estradas de acesso, que em casos de poços na Amazônia, podem ser vetores do
desmatamento.
Areas de riscos em São Paulo: Região de
Presidente Prudente, Dracena...
Fonte: site – Não Fracking Brasil
Indicação de Matéria -
Gestor Ambiental - Renan Andrade.
IFSM - Inconfidentes/MG
Movimento Nacional do Gestores Ambientais - MNGA.
domingo, 25 de dezembro de 2016
Feliz Natal e um Prospero Ano Novo
Navegar é preciso.
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
"Navegar é preciso; viver não é preciso".
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.
Fernando Pessoa
Feliz 2017
Gestores Ambientais
domingo, 4 de dezembro de 2016
NOVA DIRETORIA – APGAM – PERIODO – 2015/2018
Aos quatorze dias do mês de Novembro de Dois Mil e Quinze, reuniram-se na Avenida do Poeta, 740 - Jardim Julieta - São Paulo - Séde do CICAS, com inicio dos trabalhos as 14:30 hs. -, os membros da comissão
organizadora da assembleia de realização da nova composição de Diretoria e Conselho Fiscal da APGAM, dentro do triênio 2015 – 2018. Conforme EDITAL, à Assembleia foi convocada e
presidida pelo - Ga.
Fransueldo Pereira da Silva, que na abertura dos trabalhos convidou para fazer
parte da mesa dentre os presentes a Ga. Mulzulmeire Garcia Mattos, para
secretariar a Assembleia. Na sequencia das atividades, o presidente da comissão
fez a leitura do Edital de convocação, e também destacou as ações da Associação
nesses últimos três anos, além dos novos projetos que estão em fase de
planejamentos e desenvolvimento. Avaliou as ações que foram desenvolvidas pela
Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM ao longo deste ultimo
período em exercício: 1º. CPGA realizada na Universidade Federal (Campos
Guarulhos/SP), o incentivo e apoio na fundação da Associação Mineira de
Gestores Ambientais – AMGAM, 2ª. CPGA – Universidade Anchieta – Campos Jundiai,
a criação da PL 1007/11 – Deputado
Estadual – Dr. Alencar Santana, 1ª. Caminhada Nacional dos Gestores Ambientais
– Assembléia do Estado de São Paulo, que teve como objetivo reivindicar junto
aos senhores deputados estaduais o andamento do projeto de lei em favor da
regulamentação profissional da classe dos Gestores Ambientais para a sua
aprovação, o incentivo e apoio para instalação da Associação Brasiliense de
Gestores Ambientais – ABGAM. O Ga. José Ramos de Carvalho,
comentou sobre a importância dos projetos que ganharam significados em especial
o desenvolvido pelo Dpto de Poluição Atmosfera da Faculdade de Medicina de São
Paulo (FMUSP), na região do Vale do Rio Cabuçu. Em seguida foi dada a palavra para que
os demais membros presentes na Assembleia se expressaram expondo suas ideias e
anseios que são a busca do reconhecimento, regulamentação da profissão e
consequentemente a garantia de espaço no mercado de trabalho. Na sequencia foi
apresentado os nomes dos membros que irão compor a diretoria e conselho fiscal.
O grande destaque e o legado disponibilizado pela diretoria, além da
importância das diretorias de suporte administrativo, fundamentaram as
diretorias especializadas: projetos e participações, marketing, Institucional e
assuntos jurídicos. Estas modalidades abrigam essências fundamentais na
construção da personificação e qualificação do Gestor Ambiental. E
identificamos para este período, um imenso desafio em fortalecer
conceitos que devem ser enraizados, e avançamos em convidar colegas que atuam
dentro das esferas de graduações: tecnico ambiental – médios, tecnólogos e bacharelado.
Enfrentar este desafio proposto junto com os coletivos acadêmicos,
profissionais, entidades ligadas diretamente a causa da regulamentação
profissional dos Gestores Ambientais. O instrumento associação de profissionais,
graduados e acadêmicos já é constituída de pessoa jurídica. É um espaço
disponibilizado para os que desejam se associar, e associados; apresentação e
construções de projetos em sua múltipla diversidade, conceitos ou elementos de
tecnologia ambiental (rural ou urbana), espaço acadêmico de cursos, ou ações
operacionais de política socioambiental. São patamares do Ga. Jose Ramos de
Carvalho, Presidente - triênio – 2015/2018 – e seu novos
diretores. Sejam bem vindos!
Data: 14/11/2015.
DIRETORIA
– Associação Paulista dos Gestores
Ambientais - APGAM
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Em tempos de renovação e sal...
Em meio a forte desemprego,
devido as circunstancias que o nosso país atravessa, não podemos deixar de
deslumbrar este final de 2016, e o inicio de 2017 com muitos projetos,
trabalhos, consultorias e participações. E devemos continuar à introduzir
conceitos ambientais, nas áreas de educação, tecnologia, pesquisa e ações
operacionais em todas as orbitas de convívio. Participar decisivamente no meio corporativo, mas igualmente na mesma intensidade junto as
comunidades de alta vulnerabilidade, ou as mais consciente de sua
responsabilidade social e cidadania. Definir conceitos de valores econômicos às
vezes pode ser superficial a principio, pois a vocação, determinação, carisma,
e respeito profissional elevam pessoas para outros patamares de imensas
responsabilidades e valores outros inclusive dentro do aspecto econômico. A
Gestão Ambiental vem apresentando novos caminhos junto aos espaços corporativos,
setor publico, mudando conceitos, viabilizando novos horizontes adequados a
produção, consultorias, consumo consciente e de proteção ao ambiente natural, social,
cultural e de saúde. E vamos caminhar sempre decisivos e atuantes nas áreas profissionais
ou nas praticas voluntarias com o mesmo teor de importância e de créditos
profissionais.
Coordenador de Saúde, Segurança e
Meio Ambiente.
Coordena e elabora as políticas e
programas de meio ambiente, saúde e segurança no trabalho para garantir a
conformidade com a legislação. Acompanha auditorias e participa de pericias e
fiscalizações, a fim de implementar medidas de prevenção e controle de doenças,
acidentes e qualidade de vida. - Salario médio – R$ 6.999,69
Coordenador de Meio Ambiente
Coordena atividades de
licenciamento e auditoria ambiental de empresas de pequeno, médio e grande
porte, acompanha levantamentos de impactos e relatórios técnicos de
monitoramento e desenvolve planos de recuperação de áreas degradadas, gestão de
resíduos e programas de educação ambiental. - Salário médio - R$ 5.884,26
Analista de Relações
Institucionais
Desenvolve o relacionamento com
instituições, articulando estratégias para estabelecer parcerias em programas
de sustentabilidade e responsabilidade social. Identifica e avalia
oportunidades de parcerias, a fim de atende os objetivos da organização e
consolidar imagem no mercado. Salário
médio - R$ 4.815,00
Analista de Sustentabilidade
Desenvolve
projetos socioambientais, analisa viabilidade de implantação, desenvolve
parceria com empresas publicas e privadas e controla planejamentos
orçamentários, a fim de disseminar conceitos e informações e fortalecer e
construir a cultura de sustentabilidade corporativa. Salário Médio – R$
3.409,83
Consultor Ambiental
Presta
consultoria na implementação de projetos de Gestão Ambiental, elabora processos
de tratamento de efluentes, acompanhando analises físico-químicas e
microbiológicas e define plano de gerenciamento de resíduos. Salário médio – R$
3.120,52
Fonte/qualificações: CATHO.
Texto: Ga. Jose Ramos de Carvalho
Indicação de reportagem: Ga.
Rozimá Araujo
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