quarta-feira, 11 de outubro de 2017

3o. ENCONTRO NACIONAL DE GESTORES AMBIENTAIS. - EnaGea




3o. ENCONTRO NACIONAL DE GESTORES AMBIENTAIS - EnaGea

DATA:     2 a 4 de Novembro de 2017

LOCAL: Campus - Planaltina - Universidade de Brasilia.


O III ENAGeA objetiva construir um diálogo participativo entre os Gestores Ambientais de todo o território brasileiro para troca de experiências, e saberes sobre interesses comuns da categoria. 

O evento dará continuidade à estruturação das frentes de trabalho do Movimento Nacional de Gestão Ambiental, abordando discussões sobre a importância do conhecimento científico dos egressos em Gestão Ambiental qualifica sua atuação profissional na área ambiental, especialmente nos processos de intervenção institucional nos setores público, privado e terceiro setor, para a mudança ambiental em direção à sustentabilidade. 

Além disso, objetiva-se no evento propor discussões e ações acerca o Projeto de Lei que regulamenta o exercício da profissão de Gestor Ambiental - PL 2664/2011.

Texto/Ilustração: site oficial

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Nota de Falecimento - Prof. Ga. Ivan Souza Moraes.

Nota de Falecimento.
Prof. Ivan Souza Moraes. (1945 - Julho/2017).
Natural do Rio de Janeiro.
Formou-se em Gestão Ambiental aos 50 anos de idade.
Tornou-se Consultor de Empresas.
Militante junto as questões sociais e ambientais.
Próximo aos Catadores de Rua.
Como carioca da gema gostava de um bom dialogo, e tinha a admiração do espaço ativista, e dos diversos profissionais que atuam na área socioambiental.

Foto e informações: Grupo FOLHA e colaboração - Kelly Montovani - data: 07/08/2017.


domingo, 8 de outubro de 2017

EDITAL - CONCURSO - DESAFIO SOCIOAMBIENTAIS EM ÁREA URBANAS DA CIDADE DE SÃO PAULO E OS 17 ODS.


À Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, teve o prazer de participar na elaboração do Edital - CONCURSO - DESAFIOS SOCIOAMBIENTAIS EM AREAS URBANAS DA CIDADE DE SÃO PAULO E OS 17 ODS. Apresentado pela Dra. Maria Cristina Greco - Comissão de Meio Ambiente - OAB/Subseção Santana. 

Na Comissão Organizadora deste EDITAL tivemos as participações efetivas: Dra. Maria Cristina Greco - OAB,  Gestores Ambientais: Claudia Seleme - Editora Brasil Sustentável,  Michender Werisson Pereira, Jose Ramos de Carvalho - APGAM. Esta Comissão organizadora do Concurso teve a colaboração de acordo com as suas agendas:  Engenheira Ambiental - Marcellie  Dessimoni,  Gestor Ambiental - Edmilson Gonçalves - APGAM, e o acadêmico de Direito - André Augusto - FMU.

Entre os parceiros devemos destacar à disponibilidade, dedicação e a receptividade dos colaboradores da EDITORA BRASIL SUSTENTAVEL,  e de sua Diretora/Editora - Dra. Anna Maria Brasil, que diante de uma agenda de compromissos procurou oferecer os melhores incentivos, e disponibilizando à Editora BRASIL SUSTENTAVEL,  inclusive prestigiando com a premiação apresentada no EDITAL.

http://www.brasilsustentaveleditora.com.br

INSCRIÇÕES:



Fotos: Comissão Organizadora do EDITAL:


   
Foto: Ga. Michender Pereira, Dra Maria Cristina Greco, Enga. Amb. - Marcellie Dessimoni, Ga. Claudia Seleme, Ga. Jose Ramos de Carvalho, e Ga. Edmilson Gonçalves.




Foto:

Ga. Claudia Seleme

Dra. Anna Maria Brasil

Dra. Maria Cristina Greco











Foto:

Andrés Augusto - Acad. de Direito - FMU
Dra Anna Maria Brasil - Diretora/Editora - Brasil Sustentavel.
Ga. Claudia Seleme - Editora Brasil Sustentavel
Dra. Maria Cristina Greco - OAB/Santana
Ga. Jose Ramos de Carvalho - Dir.  APGAM

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Seminario Metropolitano sobre Governança de Riscos e Adaptação às Mudanças Climaticas

Câmara Temática Metropolitana para Gestão dos Riscos Ambientais Urbanos, criada pelo Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo, convida para o Seminário Metropolitano sobre Governança de Risco e Adaptação às Mudanças Climáticas, que acontecerá nos dias 09 e 10 de outubro de 2017, na UFABC Campus São Bernardo do Campo (Alameda da Universidade, s/n°, Bairro Anchieta, São Bernardo do Campo).
O seminário tem por objetivo discutir uma agenda de ações e de pesquisas para a construção de um Plano Metropolitano de Adaptação às Mudanças Climáticas frente a desastres, considerando sua estreita ligação com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da RMSP - PDUI-RMSP, instrumento que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento urbano em regiões metropolitanas.
O Plano Metropolitano de Adaptação às Mudanças Climáticas será subsidiado por dados, informações e mapeamentos de instituições governamentais, como EMPLASA, DAEE, CETESB, além de Consórcios Intermunicipais e Prefeituras dos Municípios que integram a RMSP e instituições voltadas à pesquisa, como Universidade Federal do ABC - UFABC, Instituto de Pesquisa Tecnológica - IPT, Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental - PROCAM-USP, Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres de São Paulo - CEPED-USP, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - CEMADEN/ MCT, entre outras.
Previamente ao evento, ocorrerão dois workshops destinados à proposição preliminar da agenda de pesquisa, associada aos estudos de perigos e suscetibilidades, vulnerabilidades e recursos para resiliência na RMSP, que, posteriormente, será apresentada aos órgãos competentes sobre as matérias.
O primeiro dia de seminário será destinado à apresentação dos seguintes temas, que deverão ser discutidos pelos participantes no segundo dia:
1. As mudanças climáticas e seus efeitos sobre a Região Metropolitana de São Paulo;
2. Região Metropolitana - espaço de planejamento para a gestão de riscos e adaptação às mudanças climáticas.
As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário: https://goo.gl/forms/Q7pxSC05nOoLWSK12
Segue anexo a programação do Seminário. 

Indicação: Ga. Edmilson Gonçalves - Dir. de Participação e Projetos - APGAM.


sábado, 30 de setembro de 2017

Prefeitura Regional de Perus realizou encontro sobre o Ferroanel Norte. Moradores estão preocupados com as desapropriações


A Prefeitura Regional  de Perus e a empresa Desenvolvimento Rodoviário S.A. —  DERSA  ( uma sociedade de economia mista controlada pelo Governo do Estado de São Paulo, cujo objetivo é construir, operar, manter e administrar rodovias e terminais intermodais ) Realizaram na 2ª feira (11/09/2017), um chamamento público para esclarecer a população sobre o Ferroanel Norte.  O encontro aconteceu no auditório do Centro Educacional Unificado – CEU Perus e os trabalhos foram dirigidos pela prefeita regional Luciana Torralles Ferreira.

O projeto, custos e prazo === O Ferroanel Norte é  um dos projetos mais importantes para o setor de logística e transportes do Brasil.  Com   53 quilômetros de extensão é uma ferrovia de transporte de cargas planejada para ser construída na  lateral do Rodoanel Mario Covas (SP-061),    que ligará a Estação  Perus (Zona Noroeste  de São Paulo/SP)  até a Estação Engenheiro Manoel Feio (Itaquaquecetuba /SP)  sem estações no trajeto.   Dos 53 quilômetros do Ferroanel Norte:   17  serão túneis;  12  pontes e viadutos;   e 23 terraplanagem.   A obra está orçada inicialmente em  3,4 bilhões de reais  e prazo previsto de entrega para 2024.

Corpo técnico presente ===  A apresentação do projeto ficou a cargo de  Carlos Aranha  (engenheiro da Prime Engenharia,   coordenador geral e responsável Técnico pelo Estudo de  Impacto Ambiental do Ferroanel Norte),  Ermes da Silva  (gerente de relações institucionais da  Dersa), Luciano Dias Lourenço  (gerente da Divisão de Gestão Social da Dersa)  e Luís Fernando do Rego (coordenador de programas ambientais da Dersa).


Perus fora das Audiências Públicas === O chamamento público convocado pela Prefeitura Regional de Perus  foi uma apresentação extra do projeto e teve como objetivo tranquilizar a  população. Essa região ficou de fora do calendário das Audiências Públicas que tinham como finalidade apresentar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (RIMA), onde vários aspectos da obra são detalhados.

Uma audiência por município do traçado === A relação das audiências públicas foi divulgada unica e exclusivamente no Diário Oficial do Estado de São Paulo, em  27 de junho de 2017, pelo  Conselho Estadual de Meio Ambiente. A primeira foi realizada na cidade de Arujá (SP)  em 25 de julho de 2017,  na União Arujaense Futebol Clube. A segunda aconteceu na cidade de Itaquaquecetuba (SP) no dia 27 de julho de 2017, no Centro Esportivo Municipal – CEMI.   A terceira audiência pública realizou-se na cidade de São Paulo,  no auditório do CEU Jaçanã em 30 de julho de 2017 e a  quarta e última audiência pública aconteceu no dia 01 de agosto de 2017,  na cidade de Guarulhos (SP), no Centro Municipal Adamastor.   Foi uma  uma audiência por cidade contemplada pelo traçado do Ferroanel Norte, marcadas em dias da semana e  sempre às 17 horas.

Horário inadequado === Mesmo se as Audiências Públicas tivessem despertado o interesse da grande Imprensa e fossem amplamente divulgadas —  o que não ocorreu,  a grande parte da população dificilmente compareceria pelo horário de trabalho de muita gente e dificuldades de transporte (17 horas).  Lembrando que a realização da Audiência Pública é um item obrigatório  no cronograma de pré-construção de grandes obras.   O próximo passo é a emissão dos “Decretos de Utilidade Pública”, que determinarão quais áreas serão atingidas pela desapropriações.  Pelas informações de bastidores, os novos encontros devem ocorrer  em meados de novembro de 2017.



Imóveis afetados === Ainda de acordo com o mesmo RIMA, a  estimativa é  que todo o traçado do Ferroanel Norte (de Perus  até Itaquaquecetuba) afete 274 edificações.   São 133 moradias urbanas, das quais 102 constituem habitação subnormal (nova classificação do IBGE para favelas) potencialmente elegíveis para reassentamento, 77 edificações de uso rural e 64 edificações de uso industrial, comercial e serviços.

O documento estima  um total de 146 famílias afetadas (entre desapropriação e reassentamento), sendo que o  maior números de pessoas em ocupações subnormais – cerca de 100 famílias -,  situa-se em ocupação recente ao sul do bairro Residencial Bambi, em Guarulhos (SP).
Formatos de desapropriação ===  Existem duas situações quando um imóvel é desapropriado. Os proprietários de imóveis, com situação legal regularizada, recebem uma indenização a valor de mercado, que em geral permite adquirir imóvel semelhante ou bem com valor de utilidade similar.
Para os moradores que se encontram “em situação de posseiro” (favelas)  ou de “usufrutuário de imóvel cedido ou alugado por terceiros” (ou em  imóveis com documentação irregular ou sujeitos a processos complexos de inventário), a indenização recebida é parcial e,  às vezes,  só é liberada após  sentença judicial e dificilmente o morador consegue repor o imóvel. foto da Audiencia Publica no CEU Jaçana - Ausência de Publico.
Programa de Reassentamento ===   A DERSA traçou para o projeto do Ferroanel Norte um programa que tem como objetivo o  reassentamento das famílias moradoras de imóveis irregulares e em situação de vulnerabilidade, cujo os detalhes não foram ainda divulgados.
Estudos técnicos === O estudo de viabilidade teve início em setembro de 2011 e, em 2015, foi firmada uma parceria entre a  DERSA  e a Empresa de Planejamento e Logística S.A. (EPL), de competência federal nos estudos de  estruturação e logística.  A implantação do Ferroanel  Norte possibilitará que os trens de carga que hoje compartilham os mesmos trilhos com os trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) sejam desviados para outros ramais exclusivos para cargas, permitindo a redução de intervalo dos trens de passageiros e o aumento da capacidade de transporte.   Outro fator importante é a redução em média de 15% do custo do frete de cargas feito pelos caminhões.
Texto: Diario Zona Norte - Fotos: Divulgação

terça-feira, 18 de julho de 2017

4a. Visita - Projeto Guyrapa-ju dos Mbyá



    No ultimo dia 06/07/2017 à Associação Paulista de Gestores Ambientais - APGAM, realizou a 4º Reunião do Projeto na Aldeia. Juntos aos lideres da Aldeia Guarani Guyrapa-Ju da etnia Mbyá,   estavam presentes pela Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, o  Ga. Edmilson Gonçalves - Diretor de Projetos, Ga. Michender Pereira - Dir. de Assuntos Juridicos, os biologos: Ivan Munhoz e Claudinei Mello - Conselheiros do Projeto, e o Ga. Igor Bueno colaborador junto a Diretoria de Participação e Projetos. 

    Destacamos as presenças da Profa. Bio. Marta Ângela Marcondes - Coordenadora de Curso, representando à Universidade Municipal de São Caetano - USCS, e as Profa (s). Bio. Paula Larizzatti e Maria Camila de Mello - Universidade Metodista de São Paulo - UMESP. Nessa reunião foi coltada a 2ª amostra de água para analise de potabilidade e primeira coleta de solo para produção da horta orgânica, também foi realizado um dialogo com a comunidade para aproximar futuros parceiros que já atuam com a aldeia e quem venha querer participar, alem de buscar uma parceria com a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), SISAI (Sistema de Saúde Indígena).

   A Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, através de suas Diretorias: Participação e  Projetos, e Assuntos Jurídicos. Estabeleceu uma parceria com a Universidade Municipal de São Caetano - USCS, e está propondo projetos e participação em editais, e buscando patrocinadores que queiram contribuir com recursos  ou com serviços para saneamento básico, horta orgânica e divulgação de materiais artesanais produzidos pelos índios da etnia Mbyá da aldeia Guyrapa-Ju.

Texto/foto: Ga. Edmilson Gonçalves - Dir. Participação e Projetos 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Instituto Federal de São Roque - Palestra - Semana de Meio Ambiente.



A convite do Instituto Federal de São Roque, e seus acadêmicos de Gestão ambiental á Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM participou do evento - Semana de Meio Ambiente - apresentando a palestra sobre o momento, em que a Gestão Ambiental esta nesta sua navegação, em direção da sua Regulamentação e Reconhecimento Profissional. O Ga. Michender Werison Pereira - Diretor de Assuntos Jurídicos da APGAM e membro do Movimento Nacional de Gestão Ambiental - MNGA, discorreu de forma simples os desejos de nossa vocação, colocou os aspectos fundamentais da MARCA da Gestão Ambiental, sua personalização, seus conteúdos, e os fundamentos em disponibilizar a vocação e o amor destinado a uma profissão jovem e naturalmente especial para este nosso futuro de projetos e ações profissionais. 

Assim, agradecemos a nossa Conselheira fiscal - Ga. Ana Paula Ferreira, e a comissão organizadora - Ga. Luana, e em especial ao Coordenador do Curso - Prof. Renan e ao Prof. Ricardo dos Santos Coelho - Diretor do Campus - Instituto São Roque.

Próximas participações: Each/USP - 21/06/2017 e UFSCAR para o mês de Agosto/2017.



domingo, 21 de maio de 2017

Semana de Meio Ambiente - Maio/Junho 2017

Em meio a turbulência politica que o nosso país vem passando, os eventos da Semana de Meio Ambiente, vem apontando em nosso horizonte. Vamos participar de alguns eventos dialogando sobre questões técnicas, educacionais, regulamentação e reconhecimento profissional. E antecipadamente ja agradecemos os Convites para as participações em palestras e rodas de dialogos em algumas Universidades Federais e Estaduais. E que a medida que forem chegando os Posts vamos publicando para conhecimento e participação dos colegas Gestores Ambientais. A exemplo na IFSULDEMINAS, no dia 23/05/2017 - ás 20:30 hs estará palestrando o Ga. Michender Werison Motta Pereira - Diretor de Assuntos Jurídicos - APGAM, palestrando sobre o tema - Empreendedorismo Ambiental da Teoria a Prática, da incubadora a sociedade -  proprietário da empresa - Alfa Consultoria. E fica a saudações aos colegas Gestores Ambientais IFSULDEMINAS pela iniciativa.


domingo, 9 de abril de 2017


Neste final de semana aconteceu o 3o. SIMPOSIO DE GESTÃO AMBIENTAL - Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Agradecemos o convite enviado, e tivemos a participação do Ga. Edmilson Gonçalves - Dir. Participação e Projetos - APGAM.
Bons temas acadêmicos e profissionais foram abordados:

Educação e Ambiente, biodiversidade, Politicas Publicas e Territórios, Serviços Ecossistêmicos, Conservação e Recursos Hídricos, Mercados Ambientais, e Tecnologias Sustentáveis.

Programação realizada:









































domingo, 26 de março de 2017

RENOVAÇÃO DA DIRETORIA - PERÍODO ATÉ NOV/2018

Apresentando aos colegas GESTORES AMBIENTAIS a composição da Diretoria da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, para empreender até Nov/2018. Esta renovação atende ao nosso "Estatuto" com as participações de Gestores Ambientais: Nível Médio, Tecnológico e Bacharelado. Os agradecimentos a todos os diretores que colaboraram desde a fundação da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, e fica o legado da continuidade e respeito pela dedicação voluntaria em prol do reconhecimento técnico e regulamentação profissional.

DIRETORIA EXECUTIVA: 
Presidente – GA. JOSE RAMOS DE CARVALHO. (UNICID)
Vice Presidente - GA. MAURICIO ALVARO PACHECO. (UNIV. SÃO FRANCISCO)
1º Secretario - GA. ALEX RAIMUNDO LIMA. (UNICID)
2º Secretario - GA. ZELITO TADEU SERAFIM. (MOGI)
1º Tesoureiro - GA. ROZIMA TENÓRIO DE ARAUJO, (FMU)
2° Tesoureiro - GA. JACO JOSÉ DA SILVA, (UNG)
Diretor de Participação e Projetos - GA. EDMILSON GONÇALVES SANTOS, (FATEC)
Diretor de Comunicação e Imprensa - GA. ROGÉRIO TADEU RIBEIRO NOGUEIRA. (UNISANTANA)
Diretor Administrativo - GA. VALTER JOSÉ DE LIMA, (UNICID)
Diretor Institucional - GA. MULZULMEIRE GARCIA MATOS, (UNISANTANA)
Diretor de Assuntos Jurídicos - GA. MICHENDER WERISON MOTTA PEREIRA, (IFSULMINAS)
Diretor de Marketing - GA. ISABELLA DE CARVALHO VALLIN. (EACH/USP)

Conselho Fiscal:
GA. FRANSUELDO PEREIRA DA SILVA, (UNICID)
GA. FELIPE MARTINS SILVA, ( ETC SUZANO)
GA. ANA PAULA FERREIRA DOS SANTOS MARQUES, (FATEC)

SUPLENTES:

GA. RAFAEL AUGUSTO MACHADO FILHO, (FATEC)
GA. ROSEVALDO VICENTE DA SILVA, (UNG)
GA. JOSE DA SILVA DIAS, (UNG).

Boa Sorte! E parabéns a todos...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

VISUALIZAÇÕES - JANEIRO-2017 - 7997


O que é FRACKING e suas consequências?


O fraturamento hidráulico, também conhecido com “Fracking”, é utilizado para realizar perfurações e extração de gás, o chamado gás xisto, ou gás de folhelho, em inglês chamado de shale gas. A profundidade das formações da camada de carvão metano (folhelho) variam de 137 m até para mais de 3.200 m. A diferença entre essa técnica (não-convencional) e a perfuração convencional é que ela consegue acessar as rochas sedimentares de folhelho no subsolo e, consequentemente, explorar reservatórios que antes eram impossíveis de ser atingidos. Através da tubulação instalada, é injetada uma mistura de imensa quantidade de água e solventes químicos com potencial cancerígeno comprimidos. A grande pressão provoca explosões que fragmentam a rocha. Para que o buraco não se feche novamente, são injetadas enormes quantidades de areia, que supostamente evitam que o terreno ceda ao mesmo tempo em que permite, por sua porosidade, a migração do gás a ser extraído. O processo pode criar novos caminhos para a liberação de gás ou pode ser usado para ampliar os canais existentes. Existem, no entanto, outras formas de fraturar poços para extração de gás xisto. Às vezes, as fraturas são criadas por gases injetáveis tais como o gás propano ou nitrogênio, e às vezes a acidificação ocorre simultaneamente ao fraturamento. Acidificação envolve o bombeamento de ácido (geralmente ácido clorídrico), na formação para dissolver algum material da rocha, limpando os poros e permitindo que gás e líquido possam fluir mais facilmente para dentro do poço. Alguns estudos têm mostrado que mais de 90% de fluidos do fracking podem permanecer no subsolo. Fluídos de fraturamento usados que retornam à superfície são muitas vezes referidos como flowback, e estes resíduos são normalmente armazenados em lagoas abertas ou tanques no local do poço antes da eliminação, gerando assim contaminação do solo, ar e lençóis de água subterrânea.

 

Rodada 12

 A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, sem abrir consulta para a sociedade civil ou mesmo ter comprovação científica da segurança de uma tecnologia como o Fracking, ofereceu para leilão em 28 de novembro de 2013, 240 blocos localizados nos principais aquíferos brasileiros, como o Guarani, Bauru, Acre, Parecis, Parnaíba e Urucuaia. Neste dia fatídico, 12 empresas (1 francesa, 1 colombiana, 1 bermundesa, 1 panamenha e 8 brasileiras sendo as principais Petrobrás, Tucumann e COPEL) arremataram 78 blocos em quase 50% de toda a área disponível. Este resultado expõe as bacias do Recôncavo, Alagoas, Paraná, Sergipe, Parnaíba e Acre a alto risco.





Mudanças Climáticas.

Além de distrair a indústria geradora de energia e governo do investimento em fontes de energia renováveis, o processo de exploração do Fracking emite metano, gás com 25 vezes mais potente que o CO2, contribuindo cada vez mais para o agravamento das mudanças climáticas.

Consumo de Água



O Fracking utiliza no processo de exploração enormes quantidades de água. Cada poço utiliza entre aproximadamente de 7,8 a 15,1 milhões de litros de água (fonte). Estes litros e litros devem ser transportados para o local de fraturamento, geralmente por via terrestre em caminhões a diesel, o que representa um custo ambiental significativo, especialmente considerando-se que estamos no meio de uma crise hídrica no país. Em West Virginia (EUA), são injetados aproximadamente 19 milhões de litros de fluido em cada poço fraturado, e de toda a água utilizada no fraturamento hidráulico apenas 8% são fluído flowback. (fonte)


Contaminação da Água



A água levada para os poços é misturada com areia e produtos químicos para criar fluido do Fracking. Cerca de 151 mil litros de produtos químicos são usados ​​por fraturamento. Até 600 produtos químicos são usados, incluindo substâncias cancerígenas e toxinas conhecidas, tais como urânio, mercúrio, metanol, rádio, ácido hidroclorídrico, formaldeído e muitas outras. Os produtos químicos potencialmente cancerígenos usado pode escapar e contaminar as águas subterrâneas em torno do local Fracking. A indústria sugere que incidentes de poluição são os resultados de má prática, ao invés de uma técnica inerentemente arriscado.

Terremotos



Habitualmente o fracking provoca micro sismos que às vezes desencadeiam tremores maiores que podem ser sentidos pelas populações locais. Por vezes, estes eventos são aproveitados para obter um registro vertical e horizontal da extensão da fratura. A injeção de água de reuso proveniente das operações de fracking em poços de água salgada pode causar tremores maiores, tendo-se registrado magnitudes de 3,3 (Mw). Vários terremotos em 2011 em Youngstown (Ohio) (incluindo um de magnitude 4,0) estiveram relacionados com a injeção de águas residuais do processo de fracking, de acordo com sismólogos da Universidade Columbia. Os sismos tem se tornado mais frequentes. Em 2009, ocorreram 50 terremotos com magnitude superior a 3,0 nas áreas dos estados do Alabama e Montana, enquanto que em 2010 ocorreram 87. Em 2011 ocorreram 134 tremores na mesma área, um aumento de 6 vezes em comparação aos níveis do século XX.

Ocupação de terras

 Outra consequência é um alto índice de ocupação de terras devido a plataformas de perfuração, áreas de estacionamento e manobra de caminhões, equipes, instalações de processamento e transporte de gás, assim como as estradas de acesso, que em casos de poços na Amazônia, podem ser vetores do desmatamento.
Areas de riscos em São Paulo: Região de Presidente Prudente, Dracena...
Fonte: site – Não Fracking Brasil
Indicação de Matéria - 
Gestor Ambiental - Renan Andrade.
IFSM - Inconfidentes/MG

Movimento Nacional do Gestores Ambientais - MNGA.