domingo, 21 de maio de 2017

Semana de Meio Ambiente - Maio/Junho 2017

Em meio a turbulência politica que o nosso país vem passando, os eventos da Semana de Meio Ambiente, vem apontando em nosso horizonte. Vamos participar de alguns eventos dialogando sobre questões técnicas, educacionais, regulamentação e reconhecimento profissional. E antecipadamente ja agradecemos os Convites para as participações em palestras e rodas de dialogos em algumas Universidades Federais e Estaduais. E que a medida que forem chegando os Posts vamos publicando para conhecimento e participação dos colegas Gestores Ambientais. A exemplo na IFSULDEMINAS, no dia 23/05/2017 - ás 20:30 hs estará palestrando o Ga. Michender Werison Motta Pereira - Diretor de Assuntos Jurídicos - APGAM, palestrando sobre o tema - Empreendedorismo Ambiental da Teoria a Prática, da incubadora a sociedade -  proprietário da empresa - Alfa Consultoria. E fica a saudações aos colegas Gestores Ambientais IFSULDEMINAS pela iniciativa.


domingo, 9 de abril de 2017


Neste final de semana aconteceu o 3o. SIMPOSIO DE GESTÃO AMBIENTAL - Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Agradecemos o convite enviado, e tivemos a participação do Ga. Edmilson Gonçalves - Dir. Participação e Projetos - APGAM.
Bons temas acadêmicos e profissionais foram abordados:

Educação e Ambiente, biodiversidade, Politicas Publicas e Territórios, Serviços Ecossistêmicos, Conservação e Recursos Hídricos, Mercados Ambientais, e Tecnologias Sustentáveis.

Programação realizada:









































domingo, 26 de março de 2017

RENOVAÇÃO DA DIRETORIA - PERÍODO ATÉ NOV/2018

Apresentando aos colegas GESTORES AMBIENTAIS a composição da Diretoria da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, para empreender até Nov/2018. Esta renovação atende ao nosso "Estatuto" com as participações de Gestores Ambientais: Nível Médio, Tecnológico e Bacharelado. Os agradecimentos a todos os diretores que colaboraram desde a fundação da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, e fica o legado da continuidade e respeito pela dedicação voluntaria em prol do reconhecimento técnico e regulamentação profissional.

DIRETORIA EXECUTIVA: 
Presidente – GA. JOSE RAMOS DE CARVALHO. (UNICID)
Vice Presidente - GA. MAURICIO ALVARO PACHECO. (UNIV. SÃO FRANCISCO)
1º Secretario - GA. ALEX RAIMUNDO LIMA. (UNICID)
2º Secretario - GA. ZELITO TADEU SERAFIM. (MOGI)
1º Tesoureiro - GA. ROZIMA TENÓRIO DE ARAUJO, (FMU)
2° Tesoureiro - GA. JACO JOSÉ DA SILVA, (UNG)
Diretor de Participação e Projetos - GA. EDMILSON GONÇALVES SANTOS, (FATEC)
Diretor de Comunicação e Imprensa - GA. ROGÉRIO TADEU RIBEIRO NOGUEIRA. (UNISANTANA)
Diretor Administrativo - GA. VALTER JOSÉ DE LIMA, (UNICID)
Diretor Institucional - GA. MULZULMEIRE GARCIA MATOS, (UNISANTANA)
Diretor de Assuntos Jurídicos - GA. MICHENDER WERISON MOTTA PEREIRA, (IFSULMINAS)
Diretor de Marketing - GA. ISABELLA DE CARVALHO VALLIN. (EACH/USP)

Conselho Fiscal:
GA. FRANSUELDO PEREIRA DA SILVA, (UNICID)
GA. FELIPE MARTINS SILVA, ( ETC SUZANO)
GA. ANA PAULA FERREIRA DOS SANTOS MARQUES, (FATEC)

SUPLENTES:

GA. RAFAEL AUGUSTO MACHADO FILHO, (FATEC)
GA. ROSEVALDO VICENTE DA SILVA, (UNG)
GA. JOSE DA SILVA DIAS, (UNG).

Boa Sorte! E parabéns a todos...

sábado, 4 de fevereiro de 2017

VISUALIZAÇÕES - JANEIRO-2017 - 7997


O que é FRACKING e suas consequências?


O fraturamento hidráulico, também conhecido com “Fracking”, é utilizado para realizar perfurações e extração de gás, o chamado gás xisto, ou gás de folhelho, em inglês chamado de shale gas. A profundidade das formações da camada de carvão metano (folhelho) variam de 137 m até para mais de 3.200 m. A diferença entre essa técnica (não-convencional) e a perfuração convencional é que ela consegue acessar as rochas sedimentares de folhelho no subsolo e, consequentemente, explorar reservatórios que antes eram impossíveis de ser atingidos. Através da tubulação instalada, é injetada uma mistura de imensa quantidade de água e solventes químicos com potencial cancerígeno comprimidos. A grande pressão provoca explosões que fragmentam a rocha. Para que o buraco não se feche novamente, são injetadas enormes quantidades de areia, que supostamente evitam que o terreno ceda ao mesmo tempo em que permite, por sua porosidade, a migração do gás a ser extraído. O processo pode criar novos caminhos para a liberação de gás ou pode ser usado para ampliar os canais existentes. Existem, no entanto, outras formas de fraturar poços para extração de gás xisto. Às vezes, as fraturas são criadas por gases injetáveis tais como o gás propano ou nitrogênio, e às vezes a acidificação ocorre simultaneamente ao fraturamento. Acidificação envolve o bombeamento de ácido (geralmente ácido clorídrico), na formação para dissolver algum material da rocha, limpando os poros e permitindo que gás e líquido possam fluir mais facilmente para dentro do poço. Alguns estudos têm mostrado que mais de 90% de fluidos do fracking podem permanecer no subsolo. Fluídos de fraturamento usados que retornam à superfície são muitas vezes referidos como flowback, e estes resíduos são normalmente armazenados em lagoas abertas ou tanques no local do poço antes da eliminação, gerando assim contaminação do solo, ar e lençóis de água subterrânea.

 

Rodada 12

 A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, ANP, sem abrir consulta para a sociedade civil ou mesmo ter comprovação científica da segurança de uma tecnologia como o Fracking, ofereceu para leilão em 28 de novembro de 2013, 240 blocos localizados nos principais aquíferos brasileiros, como o Guarani, Bauru, Acre, Parecis, Parnaíba e Urucuaia. Neste dia fatídico, 12 empresas (1 francesa, 1 colombiana, 1 bermundesa, 1 panamenha e 8 brasileiras sendo as principais Petrobrás, Tucumann e COPEL) arremataram 78 blocos em quase 50% de toda a área disponível. Este resultado expõe as bacias do Recôncavo, Alagoas, Paraná, Sergipe, Parnaíba e Acre a alto risco.





Mudanças Climáticas.

Além de distrair a indústria geradora de energia e governo do investimento em fontes de energia renováveis, o processo de exploração do Fracking emite metano, gás com 25 vezes mais potente que o CO2, contribuindo cada vez mais para o agravamento das mudanças climáticas.

Consumo de Água



O Fracking utiliza no processo de exploração enormes quantidades de água. Cada poço utiliza entre aproximadamente de 7,8 a 15,1 milhões de litros de água (fonte). Estes litros e litros devem ser transportados para o local de fraturamento, geralmente por via terrestre em caminhões a diesel, o que representa um custo ambiental significativo, especialmente considerando-se que estamos no meio de uma crise hídrica no país. Em West Virginia (EUA), são injetados aproximadamente 19 milhões de litros de fluido em cada poço fraturado, e de toda a água utilizada no fraturamento hidráulico apenas 8% são fluído flowback. (fonte)


Contaminação da Água



A água levada para os poços é misturada com areia e produtos químicos para criar fluido do Fracking. Cerca de 151 mil litros de produtos químicos são usados ​​por fraturamento. Até 600 produtos químicos são usados, incluindo substâncias cancerígenas e toxinas conhecidas, tais como urânio, mercúrio, metanol, rádio, ácido hidroclorídrico, formaldeído e muitas outras. Os produtos químicos potencialmente cancerígenos usado pode escapar e contaminar as águas subterrâneas em torno do local Fracking. A indústria sugere que incidentes de poluição são os resultados de má prática, ao invés de uma técnica inerentemente arriscado.

Terremotos



Habitualmente o fracking provoca micro sismos que às vezes desencadeiam tremores maiores que podem ser sentidos pelas populações locais. Por vezes, estes eventos são aproveitados para obter um registro vertical e horizontal da extensão da fratura. A injeção de água de reuso proveniente das operações de fracking em poços de água salgada pode causar tremores maiores, tendo-se registrado magnitudes de 3,3 (Mw). Vários terremotos em 2011 em Youngstown (Ohio) (incluindo um de magnitude 4,0) estiveram relacionados com a injeção de águas residuais do processo de fracking, de acordo com sismólogos da Universidade Columbia. Os sismos tem se tornado mais frequentes. Em 2009, ocorreram 50 terremotos com magnitude superior a 3,0 nas áreas dos estados do Alabama e Montana, enquanto que em 2010 ocorreram 87. Em 2011 ocorreram 134 tremores na mesma área, um aumento de 6 vezes em comparação aos níveis do século XX.

Ocupação de terras

 Outra consequência é um alto índice de ocupação de terras devido a plataformas de perfuração, áreas de estacionamento e manobra de caminhões, equipes, instalações de processamento e transporte de gás, assim como as estradas de acesso, que em casos de poços na Amazônia, podem ser vetores do desmatamento.
Areas de riscos em São Paulo: Região de Presidente Prudente, Dracena...
Fonte: site – Não Fracking Brasil
Indicação de Matéria - 
Gestor Ambiental - Renan Andrade.
IFSM - Inconfidentes/MG

Movimento Nacional do Gestores Ambientais - MNGA.