COORDENADORIAS DAS BACIAS

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Câmara Temática Metropolitana para Gestão dos Riscos Ambientais Urbanos, criada pelo Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo, convida para o Seminário Metropolitano sobre Governança de Risco e Adaptação às Mudanças Climáticas, que acontecerá nos dias 09 e 10 de outubro de 2017, na UFABC Campus São Bernardo do Campo (Alameda da Universidade, s/n°, Bairro Anchieta, São Bernardo do Campo).
O seminário tem por objetivo discutir uma agenda de ações e de pesquisas para a construção de um Plano Metropolitano de Adaptação às Mudanças Climáticas frente a desastres, considerando sua estreita ligação com o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da RMSP - PDUI-RMSP, instrumento que estabelece as diretrizes para o desenvolvimento urbano em regiões metropolitanas.
O Plano Metropolitano de Adaptação às Mudanças Climáticas será subsidiado por dados, informações e mapeamentos de instituições governamentais, como EMPLASA, DAEE, CETESB, além de Consórcios Intermunicipais e Prefeituras dos Municípios que integram a RMSP e instituições voltadas à pesquisa, como Universidade Federal do ABC - UFABC, Instituto de Pesquisa Tecnológica - IPT, Programa de Pós Graduação em Ciência Ambiental - PROCAM-USP, Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres de São Paulo - CEPED-USP, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - CEMADEN/ MCT, entre outras.
Previamente ao evento, ocorrerão dois workshops destinados à proposição preliminar da agenda de pesquisa, associada aos estudos de perigos e suscetibilidades, vulnerabilidades e recursos para resiliência na RMSP, que, posteriormente, será apresentada aos órgãos competentes sobre as matérias.
O primeiro dia de seminário será destinado à apresentação dos seguintes temas, que deverão ser discutidos pelos participantes no segundo dia:
1. As mudanças climáticas e seus efeitos sobre a Região Metropolitana de São Paulo;
2. Região Metropolitana - espaço de planejamento para a gestão de riscos e adaptação às mudanças climáticas.
As inscrições devem ser realizadas por meio do formulário: https://goo.gl/forms/Q7pxSC05nOoLWSK12
Segue anexo a programação do Seminário. 

Indicação: Ga. Edmilson Gonçalves - Dir. de Participação e Projetos - APGAM.














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Vereadores de Poá participam de audiência pública sobre criação do Consórcio Intermunicipal
Os parlamentares poaenses compareceram à Câmara de Suzano para dar suas contribuições ao debate público sobre a futura instalação de uma usina para beneficiamento dos resíduos da construção civil produzidos nas cidades de Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano
Vereadores da Câmara de Poá participaram, na quarta-feira (27/04), da audiência pública promovida pela Câmara de Suzano para discussão do “Consórcio Intermunicipal para Gestão Integrada dos Resíduos da Construção Civil e Volumosos do Alto Tietê Cabeceiras”. Os parlamentares poaenses defenderam a criação do consórcio como forma de viabilização da usina de beneficiamento, que será instrumento ambiental importante de combate ao descarte irregular e de reciclagem dos resíduos de construção civil produzidos nos municípios de Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano. A Câmara de Poá foi representada na audiência pública pelo presidente da Casa, Deneval Dias do Nascimento (PRB), pela vice-presidente, Jeruza Lisboa Pacheco Reis (PTB), e pelo vereador Augusto Jesus da Silva (PRB), o Augusto de Jesus. Após explanações da secretária municipal de Meio Ambiente de Suzano, Michele de Sá Vieira, os vereadores de Poá foram convidados, pelo presidente da Comissão Permanente de Política Urbana e Meio Ambiente da Câmara de Suzano, Rafael Garcia (DEM), a fazer uso da palavra. Os parlamentares informaram que a Câmara de Poá já aprovou a formação do Consórcio e fizeram suas colocações para contribuir com o debate. O presidente Deneval Dias afirmou que o município de Poá possui grande preocupação com a destinação correta e reciclagem do entulho da construção civil para que não ocorra um atraso na implantação de políticas públicas para a área, como acontece no caso do tratamento do lixo comum. “Poá já teve a oportunidade de analisar esse projeto e nós aprovamos porque não podemos ficar atrasados nesta questão. Entendemos a preocupação dos senhores vereadores de Suzano, para que sejam aparadas algumas arestas, mas, precisamos, urgentemente, tomar medidas de proteção de nossas áreas de mananciais e preservação ambiental”. A vice-presidente da Câmara de Poá, vereadora Jeruza Reis, que também é presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, deu uma importante contribuição para o debate e defendeu a união dos três municípios para aprovação do projeto. “A criação do Consórcio Intermunicipal será um demonstrativo de que estamos além de questões partidárias e tecnicistas, demonstrará que estamos unidos para solucionar essa problemática que há tanto tempo nos atormenta. Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano serão cidades coirmãs, envolvidas nesta que é uma preocupação regional”, destacou a parlamentar.

Consórcio
A Câmara de Poá aprovou, no dia 8 de fevereiro de 2011, o projeto de lei que autoriza a criação do Consórcio Intermunicipal. A futura usina de beneficiamento deverá ser instalada em Suzano e também receberá o material coletado em Poá e Ferraz de Vasconcelos. O projeto, que será financiado pelo governo do Estado, tem custo estimado em R$ 7 milhões e prevê ainda a instalação de duas áreas de transbordo, em Ferraz de Vasconcelos e Suzano, e nove pontos de entrega voluntária, dos quais dois serão instalados em Poá. O material recolhido será reciclado para fabricação de itens que serão utilizados em serviços de infraestrutura das três cidades.

Júlia Guimarães
Assessoria de Imprensa - Câmara de Poá

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“Eventos extremos motivam o futuro do Consórcio PCJ”

O Grupo das Empresas associadas ao Consórcio PCJ reunido em Americana/SP no dia 28 de janeiro, além de elaborarem proposta de chapa para o segmento visando as eleições da entidade que ocorreu no dia 11/02/11, no Hotel Fonte Santa Teresa, em Valinhos/SP, promoveram-se debates de propostas de ações a serem contempladas pelo Conselho Diretor (Biênio 2011/2012) no âmbito do Plano de Atuação, tendo como destaque o tema eventos extremos (cheias, calamidades e estiagens) e outras novidades. Embora constitua-se em um grande desafio trata-se de uma necessidade encontrar-se um mecanismo de gerenciamento dos recursos hídricos que garantam aos reservatórios do Sistema Cantareira a possibilidade de abastecimento, dos municípios das bacias PCJ e Alto Tietê e ao mesmo tempo permita aos mesmos, absorver picos de cheias amenizando os impactos causados pelas chuvas excessivas que tem atingido os municípios localizados abaixo (jusante) do Sistema Cantareira. Para Francisco Castro Lahóz, Coordenador de Projetos do Consórcio PCJ, as ações deverão ter visão holística e não apenas limitadas aos grandes reservatórios, todo tipo de captação e reservação existente deverão ser visitadas e preparadas, com obras de melhorias, para auxiliar tanto no suporte a vazões excessivas, quanto no armazenamento estratégico para períodos de estiagem. Em 2005, o Consórcio PCJ, quando aceitou convite dos Comitês PCJ para exercer as funções delegatárias de Agência de Água, assumiu em parceria com o “parlamento das águas” a missão de realizar estudos e buscar soluções para uma entidade única que pudesse gerenciar os recursos arrecadados na cobrança federal e estadual paulista. Nesse sentido, a região se mobilizou e foi criada a Fundação Agência de Bacias, que proporcionou que o Consórcio PCJ cumprisse sua missão e a partir de 24 de janeiro de 2010 deixasse de ter a responsabilidade como Agência de Água PCJ, que foi uma atividade em apoio aos Comitês PCJ, de gerenciamento dos R$ 17 milhões/ano arrecadados com a cobrança pelo uso da água nos rios federais das bacias PCJ, desenvolvida como 13º programa da entidade, financiada por 7,5% dos recursos da cobrança. Tal estratégia possibilitou a consolidação e ampliação dos demais 12 programas do Consórcio mantidos pelas mensalidades dos consorciados, permitindo a entidade o reconhecimento da Rede Internacional de Organismos de Bacias (RIOB), pela eficiência e continuidade na função de laboratório de boas práticas em gestão dos recursos hídricos trata-se de um know-how que está sendo repassado em destaque para o Brasil e América Latina, pelo fato da entidade, ser a Secretaria Executiva da Rede Latina de Organismos de Bacias (RELOB), ter vaga no Conselho Nacional dos Recursos Hídricos e participar ativamente da Câmara Técnica de Cobrança pelo Uso da Água (CT-COB / CNRH-MMA), Conselho Mundial da Água, ASSEMAE, ABES, ABRH, Comitês PCJ, entre outras entidades do setor. Os frutos dos 21 anos de existência do Consórcio PCJ foram evidenciados durante o 2º Simpósio Experiências em Gestão dos Recursos Hídricos por Bacia Hidrográfica, ocorrido em novembro/2010, em Atibaia/SP, que foi além das expectativas, contando com 6 painéis nacionais e internacionais, 133 trabalhos técnicos apresentados, 4 mini-cursos, visita técnica, encontro de jornalistas, feira técnica e diversos outros eventos paralelos, além de ter permitido a comemoração e a consagração da entidade com a realização de um evento internacional de porte, com a participação dos Comitês Estrangeiros como: França, Espanha, Argentina, Paraguai, Costa Rica, Chile e Peru e de 14 estados brasileiros. Em janeiro, o Consórcio PCJ lançou com apoio dos Comitês PCJ o livro “O Valor da Água – Primeiros Resultados da Cobrança nas Bacias PCJ” que está disponível nos sites www.agua.org.br /  www.comitepcj.sp.gov.br /www.agenciapcj.org.br . Iniciativa que para o Prefeito Angelo Perugini, Presidente do Consórcio, registra a divulga o produto “Agência de Bacias em funcionamento”, com mecanismos técnicos e administrativos, como mais um dos resultados do laboratório em gestão dos recursos hídricos “Consórcio PCJ”. A entidade ainda mantém-se nas funções de Agência de Bacias para a parcela mineira das bacias PCJ, para que a Fundação Agência de Bacia, que foi criada pela ação e fomento do Consórcio PCJ, possa equacionar pendências legais e assumir as funções de Agência, também, para as bacias PJ. Por outro lado, o Consórcio mantém em funcionamento sua iniciativa, pioneira como exercício da cobrança pela água, “Programa R$ 0,01/m³”, para a bacia hidrográfica do médio Jaguari. O 13º programa da entidade denominado anteriormente como Agência de Bacias PCJ, permanece em funcionamento no escritório regional da entidade, localizado em Piracicaba/SP, mantendo-se a coordenação pelo Engº Francisco Carlos Castro Lahóz, recebendo a amplitude e desafio de atuar como “Programa de Planejamento, Sustentabilidade e Agência de Bacias Piracicaba Jaguari (PJ), atendendo pelo


Secretaria Executiva do Consórcio PCJ
Telefone/Fax: 3475 9400

Texto: Secretaria Executiva PCJ - Ilustração - Comitê PCJ

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COBRANÇA PELO USO DOS RECURSOS HÍDRICOS
Governador assina decretos aprovando a cobrança em cinco Unidades de Gestão dos Recursos Hídricos - UGRHIs

No dia 10 de Dezembro de 2010, foram publicados no Diário Oficial os Decretos que aprovam e fixam os mecanismos e valores a serem cobrados pelo uso dos recursos hídricos das seguintes UGRHIS: Baixada Santista - BS (Decreto nº 56.501), Tietê Batalha - TB (Decreto nº 56.502), Alto Tietê - AT (Decreto nº 56.503), Baixo Tietê - BT (Decreto nº 56.504) e Tietê Jacaré - TJ (Decreto nº 56.505). 

O cronograma do processo de implementação e a estimativa de arrecadação podem ser conferidos na tabela a seguir.

CBH
Aprovação
no CBH
Aprovação
no CRH
Início da
Cobrança
Preços Unitários Básicos (PUBs)
Estimativa total
por ano (R$)
Captação
R$/m3
Consumo
R$/m3
Lançamento
R$/kg DBO
19 BT
ago/09
dez/09
jan/11
0,012
0,024
0,12
6.569.054,00
06 AT
out/09
dez/09
jan/11
0,01
0,02
0,1
50.000.000,00
07 BS
nov/09
dez/09
jan/11
0,01
0,02
0,1
11.940.000,00
13 TJ
nov/09
dez/09
jan/11
0,011
0,021
0,11
10.301.102,78
16 TB
ago/09
jun/10
jan/11
0,01
0,02
0,09
4.611.619,00
 
Ainda em 2010, no dia 15 de dezembro, o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CRH) reunir-se-á para avaliar as propostas de cobrança nas UGRHIs Baixo Pardo/Grande - BPG, Mogi-Guaçu - MOGI, Pardo – PARDO, Ribeira do Iguape e Litoral Sul – RB, Sapucaí-Mirim/Grande - SMG e Serra da Mantiqueira - SM.
Dessa forma, o Estado de São Paulo avança sistematicamente na implementação deste importante instrumento de gestão, revelando a preocupação com a melhoria da qualidade dos recursos hídricos.
Foto: Ag. Estado - Site Oficial

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Realizada a 3ª audiência do Rodoanel – Trecho Norte no Município de Guarulhos

Neste dia 19 de Janeiro de 2011, aconteceu a 3ª audiência do Rodoanel Trecho Norte na cidade de Guarulhos. Acusando uma presença importante da população tomando todas as dependências do auditório de um grande clube de festas, inclusive com pessoas que não conseguiram acessar o auditório plenamente lotado. A Audiência contou com a presença dos deputados estaduais recentemente eleitos pelo município, além da presença do Prefeito Sr Sebastião Almeida, seus Secretários e parte dos vereadores da Câmara Municipal. A mesa diretora dos trabalhos mais uma vez comandada pelo Sr. Germano Seabra, que solicitou a presença dos representantes da CETESB e CONSEMA. Como em toda audiência as regras foram estabelecidas para as manifestações, seguindo uma ordem: empreendedor (DERSA), ambientalistas com cadastro no CONSEMA, Organizações da Sociedade Civil e finalmente as pessoas devidamente inscritas. Dentro do seu enfoque ou empreendimento o DERSA colocou em sua apresentação toda a sua experiência nos trechos anteriores já construídos ou em licenciamento, as questões de gestão ambiental e social, e posteriormente apresentou os impactos ambientais produzidos pela obra e as soluções mitigadoras e permanentes, diante de uma região frágil ambientalmente. Após a exposição do empreendedor, a mesa solicitou a participação do Sr. Sebastião Almeida – prefeito da cidade de Guarulhos, que enumerou vários pontos importantes que o projeto de instalação do Rodoanel Trecho Norte tem que rever, por conta de projetos já realizados e definidos pela cidade, principalmente as questões envolvendo acessos e a divisão de alguns bairros. Especialmente para nós Gestores Ambientais, o que mais nos deteve nas preocupações do prefeito de Guarulhos, foi que no projeto do Rodoanel estava previsto a passagem do corredor rodoviário sobre a estação de tratamento de esgoto do município recentemente inaugurada causando certo desconforto para os presentes devido à importância desta obra para a cidade. Após o prefeito, iniciou-se a apresentação das organizações cadastradas no CONSEMA que expôs varias criticas ao EIA/RIMA, com mais destaque no projeto para a definição exata das áreas do corredor da rodovia e principalmente a desocupação das áreas urbanas, e em especial de um condomínio residencial em fase de projeto e construção que será afetado profundamente. Representando a Associação Cultural Chico Mendes/Guarulhos, a Bióloga Daniele Marques, expôs claramente a fragilidade ambiental e social da região do Vale do Rio Cabuçu, argumentando sobre a sua história, cultura e a população que será indevidamente afetada, colocou dados e as leis federais de proteção ambiental e reivindicou que o trecho proposto para a região do Vale do Cabuçu tivesse como opção rodoviária um túnel a favor da manutenção e preservação da região. A ambientalista Ivani Ferraz do coletivo RECANTA, argumentou sobre o coletivo e as ações e a disponibilidade deste coletivo em colaborar sempre no sentido exclusivo da Proteção da Serra da Cantareira. O Sr. Carlos Bocuhy do Instituto PROAM expressou as preocupações com relação aos impactos que serão produzidos, mas um ponto importante destacou referente à atuação a todo o processo licenciamento de uma obra deste porte e a forma de atuação do CONSEMA (Conselho Estadual de Meio Ambiente). Inclusive foi possível constatar a baixa presença dos conselheiros do CONSEMA nestas audiências, para uma obra desta envergadura com uma vasta produção de impactos ambientais sobre o conjunto dos serviços ambientais naturais produzidos pela Serra da Cantareira, algo incompreensível para o ato de decidir ou votar se este trecho do rodoanel proposto é o melhor ou não para a cidade de São Paulo. Após as apresentações das organizações cadastratadas, as organizações ambientais deram inicio as suas apresentações e entre elas destacamos os argumentos do ambientalista Malcolm Forest defensor implacável pela conservação e preservação da Serra da Cantareira, sem duvida emoldurou a beleza da Serra e a luta pelo tombamento realizado em favor da humanidade pela UNESCO, e a sua disposição de continuar esta preservação dizendo “Não” ao Rodoanel – Trecho Norte. A sociedade e os munícipes de Guarulhos puderam assumir os microfones e colocar suas preocupações, angustias e medos, principalmente com relação às moradias, alias os “movimentos pela moradia” em sua maioria todos presentes e preocupados pela qualidade da moradia oferecida nas futuras desocupações, mas evidentemente pelo tratamento que será dispensado as ocupações irregulares em seus ressarcimentos financeiros, pois existem vários loteamentos sem documentos oficiais de longos anos, e com residências de qualidade que não terá o valor de mercado reconhecido pelo empreendedor. E a Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM esteve presente com os seus Diretores: Ga. Rozimá Araujo (Adm) e o Ga. Jose Ramos de Carvalho (Comunicação e Imprensa) que se utilizou da palavra para argumentar mais uma vez sobre os impactos ambientais que serão produzidos na região, e principalmente aos impactos já proporcionados por uma produção intensa de dióxido de carbono produzida no Vale do Rio Cabuçu, e as preocupações de saúde ambiental da população provocada por uma “Bacia Aérea Saturada” . Ao final destas três audiências foram suficientes para avaliar a amplitude dos impactos ambientais e sociais que serão produzidos, e quais seriam as respostas praticas do empreendedor no formatado de “devolutivas” as questões abordadas. E fato que o clamor das pessoas é pela continuidade das audiências para que todas as ações sejam de fato minimizadas com conteúdo pratico e extremamente participativo envolvendo toda a sociedade. E de conhecimento que o governador Alckmim em seu discurso de posse, colocou como meta o fechamento do “Anel Viário de São Paulo”, mas se houver atrasos e futuros entraves são pela circunstância de optar por um trecho de alta fragilidade ambiental e social. E toda a sociedade paulista e o Poder Publico não tem o direito de errar nesta ação sobre a Serra da Cantareira, vários serviços ambientais são oferecidos naturalmente, e por abrigar o nosso principal reservatório de água que abastece próximo de 50% da população paulistana. As leis impostas pela natureza não aceita arrependimentos futuros, ela é absolutamente implacável, os exemplos estão nas principais mídias do planeta para as eventuais duvidas ou esclarecimentos.

Texto: Ga. Jose Ramos de Carvalho - Foto: Ga. Rozimá Araujo



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MINISTRO INTERINO DO MEIO AMBIENTE – VISITA O COMITÊ DA BACIA HIDROGRAFICA DO ALTO TIETÊ

Cobrança pelo uso da água é fundamental para recuperação do Tietê, diz ministro interino do Meio Ambiente José Machado disse que os recursos arrecadados com a cobrança poderiam ser aplicados nas metas estabelecidas em protocolo “Os recursos (da cobrança pelo uso da água) são 100% utilizados na região da bacia”, diz Machado. O ministro interino do Meio Ambiente, José Machado, defendeu nesta quarta-feira (22/9) que o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê estabeleça a cobrança pelo uso da água como forma de garantir mais recursos para recuperação dos mananciais da região. Para Machado, o dinheiro arrecadado poderia ser investido no cumprimento das metas estabelecidas no Protocolo em Defesa da Recuperação da Qualidade Socioambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê Cabeceiras, cujos prazos começam a ser contados. Ele assinou o documento.“O Alto Tietê é a bacia mais importante do país. Está na região de maior pujança econômica do Brasil. É inaceitável, não entra na minha cabeça que o Comitê do Alto Tietê não se desenvolva, não esteja no topo. E inexplicavelmente ainda não aprovou a cobrança pelo uso da água”, disse o ministro. “Os recursos são 100% utilizados na região da bacia. Ora, não temos aqui um protocolo? O dinheiro iria para essas metas”, completou Machado. O ministro interino, que é secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente e ex-presidente da Agência Nacional das Águas (ANA), proferiu a palestra “Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil”, no auditório do Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi, durante as atividades em comemoração ao Dia do Tietê. O Protocolo do Tietê contém 29 metas, 187 ações e 47 diretrizes, divididas entre os eixos e formando um conjunto integrado e articulado. O documento, uma iniciativa do prefeito Marcelo Candido na condição de presidente do Subcomitê, define ações imediatas (em até um ano), de curto prazo (três anos), médio prazo (cinco anos) e longo prazo (dez anos). Os projetos vão desde medidas mais simples, como a regulamentação da coleta seletiva nos nove municípios da bacia, até outras mais complexas e que demandam mais investimentos, como planos de recuperação e proteção de fontes e mananciais. Os prazos são contados a partir desta quarta-feira, 22 de setembro de 2010. “Este protocolo é um planejamento estratégico, define metas e prioridades. É importante que comecem a ser implementadas imediatamente”, aconselhou o ministro. ”Porque o Alto Tietê é a bacia mais importante, mas é também a mais crítica.” “Só podemos transferir riqueza para o nosso povo se tiver riqueza sendo produzida. A água é um ativo. A natureza emociona, mas para além desta visão simbólica, desta relação da qual também devemos cuidar, é preciso entender o que pode ser usado de forma sustentável e inteligente”, destacou Machado. Ele explica que a cobrança pelo uso da água não é um novo imposto: “é como se fosse uma taxa de condomínio. A cobrança não é imposta pelo governo, como ocorre com o Imposto de Renda. Ela é estabelecida pelos comitês, mas falta fortalecimento, falta vontade política para o estabelecimento da cobrança. Fizeram isso na bacia do (rio) Piracicaba e se arrecada R$ 40 milhões por ano. Quem ganha com isso é a sociedade.” O ministro avaliou o protocolo como “muito bom e muito bem-feito”. “Se vocês (região) pensarem grande, farão este projeto acontecer. A história desta bacia está em vossas mãos!” Em seu discurso, Candido enfatizou a necessidade de mudarmos a forma como nos relacionamos com o rio: “Se temos o que demonstrar com relação aos maus-tratos que o Tietê recebe, temos de nos comprometer também com a solução para, quem sabe daqui a dez anos, cumprindo as metas, possamos ter uma convivência harmoniosa com o rio”. E completou: “Que ele não sofra mais os ataques que sofre hoje. Que sejamos aliados do rio, não adversários.”

Informativo: bio. Maria Henriqueta - diretora da Secretaria de Meio ambiente - Suzano/SP
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          Começa cobrança pelo uso da água no rio São Francisco
Recursos são  arrecadados pela ANA  e repassados  integralmente ao Comitêde Bacia do São Francisco, onde serão aplicados em ações de recuperação
Os usuários do rio  São Francisco, e outros rios de domínio da União da bacia, começaram a pagar pelo uso da água, conforme prevê a Lei nº 9.433/97, conhecida como “Lei das Águas”. Os boletos de 2010 já foram distribuídos e a Agência Nacional de Águas (ANA) iniciou em agosto a arrecadação,  estima em R$ 10 milhões até o fim do ano, tendo em vista que o valor cobrando corresponde ao período julho-dezembro.  
Passam a pagar pelos recursos hídricos quem capta mais de quatro litros por segundo (14,4 metros cúbicos por hora) como, por exemplo, companhias de saneamento, indústrias, irrigantes e o Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF). Também estão sujeitos à cobrança os usuários que fazem lançamentos de efluentes nos rios federais da bacia.
“É importante ressaltar que a cobrança pelo uso da água dos rios não é um imposto, mas um preço público definido em consenso pelo próprio comitê de bacia e quem paga são usuários do rio, como se faz em um condomínio, por exemplo”, explica o diretor presidente da ANA, Vicente Andreu.
O cálculo do valor da cobrança é baseado na outorga pelo uso da água concedida pela ANA aos usuários. O s valores do metro cúbico para as categorias de uso foram acordados no âmbito do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) em um amplo processo que contou com a participação de representantes dos setores usuários, da sociedade civil e do Poder Público, que integram o CBHSF.
Na avaliação  de Andreu, o País está crescendo e a disponibilidade de água é um fator essencial para manter a atividade econômica. Além disso, a cobrança pelo uso das águas das bacias hidrográficas é um instrumento que induz ao uso racional. “A cobrança é fundamental para melhor a gestão dos recursos hídricos, para garantir a manutenção da expansão econômica e assegurar a disponibilidade de água para as futuras gerações”, disse o diretor-presidente da ANA.  
Os recursos serão arrecadados pela ANA e repassados integralmente à bacia do São Francisco, onde vão ser aplicados em ações de recuperação da bacia pela Associação Executiva de Apoio à Gestão de Bacias Hidrográficas Peixe Vivo - AGB Peixe Vivo, entidade delegatária que passou a exercer funções de agência de água da bacia, conforme aprovação do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).  
As ações de recuperação da bacia serão definidas pelos membros do CBHSF, com base nos programas, projetos e obras previstos no Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do São Francisco. Estão inseridos na bacia do São Francisco os estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal.
Histórico da cobrança pelo uso da água
Desde 2001, a ANA desenvolve ações para implementar a cobrança pelo uso da água no Brasil em parceria com gestores estaduais de recursos hídricos e comitês de bacias. Em rios de domínio da União – aqueles que cortam mais de uma unidade da Federação ou são compartilhados com outros países –, a cobrança já está em funcionamento na bacia do rio Paraíba do Sul (MG, RJ e SP) desde 2003 e na dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (MG e SP) desde2006.
A cobrança pelo uso da água é um dos instrumentos de gestão de recursos hídricos previstos pela Lei nº 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos.  Para mais detalhes sobre cobrança pelo uso das águas consulte o site www.ana.gov.br/cobrancauso

Mais Informações
Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Agência Nacional de Águas (ANA)

Fones: (61) 2109-5103 -  imprensa@ana.gov.br                              
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I FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL
PQ. ANHANGUERA (MORRO DOCE)

24 de Setembro de 2010 - 19:00 horas


Divulgaçãoda Agenda 21 Local (Desenvolvimento e Implementação)

PARTICIPE !AQUI VOCÊ SERÁ OUVIDO

TEMA:
QUE BAIRRO QUEREMOS VIVER?


LOCAL: CEU Anhanguera -Rua: Pedro José de Lima, 1020;
km 24 Rodovia Anhanguera. Informações: 3911-8342

APOIO: LeaderIdiomas;
APGAM –Associação Paulista dos Gestores Ambientais;
MRamos–Material para Construção; Ultragaz; Pizzaria Saleta;
BMD –Acessória Empresarial; Policia Militar –Base Britânia;
Jornal Associação Comercial Anhanguera; TV Monte Cristo.

Organização:
Associação Comercial e Empresarial Distrito Anhanguera e
Agenda 21 Local -Morro Doce/ Pq. Anhanguera

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JUNTOS PELA RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DO TIETÊ


Programação completa
22/9 - quarta-feira, das 9h às 13h
Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano)
Realização: Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê Cabeceiras
Tema: Desafio da Gestão dos Recursos Hídricos
 Apresentação dos resultados e próximas etapas do Protocolo - Presidente do Subcomitê
 Palestra: Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil - José Machado (Secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente - MMA; ex-presidente da Agência Nacional das Águas - ANA)
Lançamento da exposição itinerante das fotografias da Bacia do Tietê Cabeceiras - Voluntários do Protocolo

22/9 - quarta-feira, às 17h
Local: Av. dos Expedicionários (embaixo do pontilhão da Dutra)
Realização: Prefeitura Municipal de Arujá & Sabesp
Tema: Despoluição dos afluentes do rio Tietê
 Lançamento do Projeto de Despoluição da Nascente e Córrego do Baquirivu, no Trecho em Arujá.

22/9 - quarta-feira, às 17h
Local: Centro Cultural no Campus da Universidade de Mogi das Cruzes (Avenida Dr. Cândido Xavier de Almeida Souza, 200 - Mogi das Cruzes)
Realização: UMC/FAEP
Tema: Biodiversidade de peixes da região do Tietê Cabeceiras
 Lançamento do livro "Peixes das Cabeceiras e Parque das Neblinas"

27/9 - segunda-feira, às 10h
Local: Rua Dez, 227 - Granja Fundão - Biritiba Mirim
Realização: Prefeitura Municipal de Biritiba Mirim
Tema: Recuperação de Mata Ciliar dos afluentes do Tietê com plantio de mudas

27/9 - segunda-feira, das 18h30 às 21h30
Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano)
Realização: Subcomitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê Cabeceiras
Tema: A importância da Várzea do rio Tietê e as ações do Protocolo para proteção e recuperação da Várzea
 Mesa Redonda - Maria José Zakia (Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais/ Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz/ Universidade de São Paulo - ESALQ/USP), Fernanda Lemes (Fundação Florestal/ Área de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê - APA).

30/9 - quarta-feira, das 18h30 às 21h30
Local: Centro de Educação e Cultura Francisco Carlos Moriconi (Rua Benjamin Constant, 682 - Centro/ Suzano)
Realização: Prefeitura Municipal de Suzano, Utágua e Organização Bio Bras
Tema: Realidades de Suzano; Ongs e Sociedade Civil na busca pela recuperação ambiental do rio Tietê: Como colaborar?
 Mesa-redonda - Jairo José Matozinho Cubas (Utágua), José Raimundo Amorim (Utágua), Nadja Soares de Moraes (Bio-Bras)

22/10 - sexta-feira, às 9h
Local: Rua Saint Louis (esquina com Adília Barbosa Neves) - Arujá
Realização: Prefeitura Municipal de Arujá; Ong Capivari Monos e empresários locais
Tema: Recomposição de Mata Ciliar  e  Proteção da Fauna
PROJETO: "Verde Aru Já"

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CONVITE DA ADRAD.


Conto com a sua presença no Dia 14/set, terça-feira às 9-13h em Poá no evento que vai debater os Impactos do Rodoanel na região do Alto Tietê.
Será um marco para a sociedade civil do Alto Tietê.
Venha, traga os amigos e conhecidos para discutir e saber como ficará a nossa região durante as obras e após a entrega deste importante empreendimento.
Saudações e até lá,

Jair Pedrosa


ADRAT - Agência de Desenvolvimento Regional do Alto Tietê
tem a honra de convidá-lo para o evento:

D E B A T E S A D R A T ---"Os Impactos do RODOANEL no Alto Tietê"

Objetivo: 
Avaliar o previsível aumento do carregamento de tráfego e seus impactos no viário local, meio ambiente, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, advindos da implantação do RODOANEL Leste, para que, através do debate, tente-se minimizar os aspectos negativos e maximizar os positivos.

Após a composição da mesa com os Prefeitos e demais autoridades, teremos as palestras com os representantes das entidades: 

• Agência de Desenvolvimento do Grande ABCD.

• Vitae Civilis - ONG Ambiental

• Consultor de Transportes e Trânsito.

DIA 14/SET/2010 - Terça-Feira
Das 9:00 às 13:00 horas.
Local: Centro Cultural Taiguara
Al. Pedro Calil, 50 - Vila das Acácias (ao lado da Câmara Municipal)
Poá - São Paulo

Confirme a sua presença pelo email: info@adrat.org.br
Sede da ADRAT:
Rua Portugal Fleixo, 106 - Centro - Suzano
Tel.: 11 4741-1360
www.adrat.org.br ;

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou sua presença em Suzano na próxima sexta-feira (10/9), às 9h, para participar da inauguração oficial do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Será a primeira vez que um presidente eleito democraticamente visitará o município.
“Suzano é a única cidade da região do Alto Tietê, com exceção de Guarulhos, que conta com uma unidade do Instituto Federal. As aulas na unidade tiveram início no dia 26 de agosto, com uma aula inaugural feita pelo prefeito Marcelo Candido. “É a primeira vez que um presidente anuncia a inauguração de uma obra em Suzano e fico extremamente feliz com esta visita. Vamos nos preparar para recebê-lo muito bem”, afirmou o prefeito.
Candido falou ainda da importância do IFSP para a cidade. “Esta unidade, de cursos tecnológicos e superiores, e com investimento futuro para pós-graduação, vai formar nossos jovens para o mercado de trabalho, que abre vagas todos os dias”, afirmou. “
Em 2008 a ADRAT ajudou na escolha dos cursos do IFSP
Leia a matéria do DS relatando a reunião realizada para a escolha dos cursos que IFSP. A ADRAT teve importante atuação naquela época realizando uma pesquisa aberta pela Internet.




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MUNICÍPIO DE GUARULHOS

Prefeito: Sebastião Alves de Almeida

Secretário de Meio Ambiente: Alexandre Kise

Diretor: Fabio Roberto de Moraes Vieira


Guarulhos é um município brasileiro do estado de São Paulo. Guarulhos é a 2ª cidade mais populosa do estado de São Paulo, a 12ª mais populosa do Brasil e a 52ª mais populosa do continente americano. Pertence à Região Metropolitana de São Paulo.Foi fundada em 8 de dezembro de 1560, pelo Padre jesuíta Manuel de Paiva, com a denominação de Nossa Senhora da Conceição. Sua origem está ligada à de cinco outros povoamentos que tinham como principal objetivo defender o povoado de São Paulo de Piratininga contra um possível ataque dos Tamoios. Àquela época, Guarulhos era um ponto estratégico: fazia divisa com a futura capital paulista e tinha como limites os rios Tietê, ao sul, e Cabuçu, a leste. Na mesma época de sua fundação, nascia também com o mesmo propósito,a vila de São Miguel, hoje Bairro de São Miguel Paulista. Em 1880, Guarulhos se emancipou de São Paulo, com o nome de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos. O nome atual só foi adotado após a promulgação da Lei nº 1.021, de 6 de novembro de 1906. O relevo guarulhense encontra-se sob o domínio do Planalto Atlântico, onde podemos verificar os seguintes tipos de relevo: várzeas, planícies aluviais, colinas, morros e serras. Sua área está inserida na Serra da Mantiqueira. A Serra da Cantareira estende-se ao longo dos limites com Mairiporã, Nazaré Paulista e Santa Isabel, com nomes locais de Serra da Pirucaia, do Bananal, de Itaberaba ou Gil. Existe na cidade a reserva estadual da cantareira ou Parque Estadual Cantareira (Núcleo Cabuçu) com 2.550 hectares, a fazenda de Itaverava, algumas áreas localizadas na Tapera Grande, além de pequenos redutos de Mata existentes na cidade, Bosque Maia, Parque Júlio Fracalanza, Aeroporto Internacional, entre outros, preservados pela Legislação de Proteção Permanente. O Horto Florestal de Guarulhos é uma parte da área total que é classificada como Reserva Biológica, também considerado como área de preservação permanente, foi criado para atender as seguintes finalidades: Multiplicação de espécies vegetais, arbustivas e de forração, Preservação da Fauna e da Flora,
Implantação de Reserva Biológica, destinada à preservação dos recursos naturais, pesquisas e educação ambiental. Além destes parques citados, Guarulhos possui vários pequenos parques, como o Parque Chico Mendes, no distrito de Pimentas. A Economia de Guarulhos começou no período colonial, em 1597 por Afonso Sardinha com a mineração de Ouro na região das Lavras Velhas do Geraldo ou Catas Velhas onde hoje é conhecida apenas como bairro das Lavras. Esse período do ciclo do ouro em Guarulhos durou mais de 200 anos. Com o fim da exploração aurífera vieram depois os ciclos do Tijolo ao longo das várzeas dos rios Tietê, Cabuçu e Baquirivu-guaçu surgindo centenas de olarias na cidade, na maioria pelos imigrantes italianos. Com a introdução do tijolo como material de construção substituindo a taipa de pilão, as olarias em Guarulhos encontrou espaço na economia Paulista. O surgimento das industrias em Guarulhos começou a partir de 1915 com a implantação do ramal da Tramway da Cantareira que acabaram sendo atendidos pela linha ferroviária. Guarulhos foi considerada a 8ª cidade mais rica do Brasil, em 2006, com um Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de 25,6 bilhões de reais, o que representa 1,01% de todo PIB brasileiro na época O Shopping Internacional possui o maior parque indoor do Brasil, com mais de 10.000m² (mais de 300 lojas e 15 salas de cinema). É o 36° maior Shopping do Brasil, localizado às margens da Dutra; O recente Shopping Bonsucesso, localizado próximo a Dutra, contudo no extremo leste da cidade, com mais de 150 lojas se apresenta-se como o segundo maior centro de compras da cidade, contando com ampla gama de lojas e 6 salas de cinema, trazendo grande parte do público de Arujá e da periferia de Guarulhos; Poli Shopping, com mais de 60 lojas está localizado na região central da cidade, onde dispõe da localização como diferencial perante os outros; O município também conta com o chamado Aeroshopping, uma vez que o próprio aeroporto transformou-se em um grande centro de compras.
Contudo há diversos mini shoppings espalhados pelo Centro, pelo bairro do Cecap e Jardim Presidente Dutra. Na área de autoshoppings o município dispõe de um representante, o Autoshopping recém inaugurado na margem oposta da Rodovia Presidente Dutra (quando comparado ao Shopping Internacional). Em Guarulhos, estão instaladas diversas indústrias como Lincoln Electric, Bauducco, Bardella, Valleo, Aché, Maggion, Pfizer, Karina Plasticos, Europa, Rosset, Yamaha, Randon, Tecfil, Gerdau, Borlem, ABB, Usiminas, Levorin, Pepsico, Sew, Continental e Cummins. É ainda um dos maiores centro de na área de logística, contando com vários Centros de Distribuição como da Riachuelo, C&C, Ponto Frio, Dia e Bauducco. O Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos – Governador André Franco Montoro, também conhecido por Aeroporto Internacional de Cumbica (IATA: GRU, ICAO: SBGR) é o principal e o mais movimentado aeroporto do Brasil, localizado na cidade no bairro de Cumbica e atende a cidade de São Paulo.A cidade de Guarulhos conta com universidades como a Universidade Federal de São Paulo, Campus de Filosofia e Ciências Humanas em Bonsucesso, desde 2007, Universidade Guarulhos (UnG que originou-se dos Centros Integrados de Ensino Superior Farias Brito, fundado em 1970), Unimesp (originária das Faculdades Integradas de Guarulhos, fundada em 1969), a Faculdade de Tecnologia de Guarulhos FATEC. Além disso o município conta com as seguintes Instituições de Ensino Superior: Faculdades Integradas Torricelli, Eniac, ESPA-Escola Superior Paulista de Administração (Faculdade de Negócios de Guarulhos), Facig, Faculdade IDEPE e FaG - Faculdades de Guarulhos, além de contar com um unidade semi-presencial da Universidade Metodista de São Paulo (localizada nas dependências do Shopping Bonsucesso) e uma Unidade Descentralizada de Ensino do CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo). O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Guarulhos ministra desde o segundo semestre de 2006 os cursos técnicos em Manutenção e Suporte de Informática e Automação Industrial e ainda cursos de nível superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas para o período Noturno e para o Diurno superior em Licenciatura em Matemática. A cidade conta com teatros como o Teatro Padre Bento, Adamastor Centro, Adamastor Pimentas e o Teatro Nelson Rodrigues, além de anfiteatros e museus. Além de contar com 21 salas de cinema localizados nos Shoppings Internacional (15 salas) e Bonsucesso (6 salas).A maior revelação da música de Guarulhos até os dias de hoje é o grupo de rock Mamonas Assassinas.E a cidade conta ainda com orquestras como Orquestra Sinfônica Jovem Municipal e Orquestra de Câmara de Guarulhos

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MUNICIPIO DE SUZANO

Prefeito: Marcelo de Souza Candido

Secretária de Meio Ambiente: Michele de Sá Vieira

Diretora de Saneamento e Gestão Ambiental: Maria Henriqueta A. Raymundo

Suzano é um município brasileiro do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo, microrregião de Mogi das Cruzes. Com uma área de 206 km², teve, em 2009, a população estimada em 284.356 habitantes, o que resulta numa densidade demográfica de 1.357,17 hab/km². A emancipação política do município de Suzano ocorreu em no final da década de 1940, e desde então destaca-se na Região Metropolitana de São Paulo por ser um pólo industrial, especialmente do setor químico. Quando se tornou município, Suzano já abrigava 563 indústrias e 5.274 empresas; juntando a isso o fato de ter um setor comercial diversificado, com centros comerciais nos distritos de Boa Vista e Palmeiras, além do Centro - que possui um shopping inclusive -, o município estava, em 2009, entre os vinte que mais arrecadam Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - (ICMS), no estado de São Paulo. O crescimento industrial de Suzano foi impulsionado no passado em razão de possuir locais disponíveis para a instalação de empresas e por ter acesso a rodovias que levam ao interior e litoral do estado. Diretamente por Suzano, passam as rodovias Índio Tibiriçá e Henrique Eroles. Suzano tem acesso indireto à Ayrton Senna, Mogi-Dutra e consequentemente a própria Dutra.Destaca-se ainda em Suzano a produção agrícola e de flores, além do esporte. Suzano recebeu por toda a sua história influência da cultura japonesa, tendo recebido várias famílias do Japão no movimento migratório do começo do século. Hoje essas famílias fazem parte da economia e política de Suzano. Atualmente os principais problemas enfrentados pelo município são decorrentes da explosão populacional que ocorreu em Suzano e em toda a Grande São Paulo. Um exemplo, é o fato de Suzano conseguir ser também ser o município mais rico da região (considerando o Produto Interno Bruto), mas também é o quarto município mais pobre da região e o décimo sexto do estado (considerando o PIB per capita). Isso ocorre porque a riqueza produzida na cidade fica concentrada em uma pequena parte da população. O fundador do povoado que viria a se transformar no município de Suzano foi o padre jesuíta Francisco Baruel, que tinha por missão a catequese dos indígenas, em meados de 1660. O Frei Baruel deu início à construção de uma capela, após disputas acirradas entre índios Pés Largos e os Guaianases, nativos daquela área, com o objetivo de apaziguar os ânimos dos indígenas. A construção atraiu novos moradores e logo se formou um povoado. O santuário foi reconstruído em 1750 pelo padre Antônio Souza e Oliveira, que deu a ele o nome de Nossa Senhora da Piedade de Taiaçupeba. 135 anos mais tarde, a capela foi transformada em igreja. Em 1895 a igreja ruiu por conta de uma forte chuva e somente com a chegada da família Bianchi foi reconstruída. Desde então a área passou a ser conhecida como Baruel - nome escolhido pela presença da família Barweel, que chegou a Suzano no século XVI. Em 1908, desembarcaram do cargueiro Kasato Maru, no porto de Santos, os primeiros imigrantes japoneses no Brasil. Eles foram convencidos por um japonês chamado Ryu Mizuno de que o trabalho de poucos anos nas lavouras de café brasileiras lhes daria fortuna suficiente para voltar ao Japão e viver tranquilamente o resto de seus dias. Em Suzano, a colônia mantém suas tradições e está inserida definitivamente em todos os setores do município. Apesar de ser a principal influência de cultura estrangeira, e de sua predominância, não foram apenas os descendentes de japoneses que criaram a atual identidade de Suzano. Muitas famílias de origem italiana também vieram para a cidade e serviram como base para a criação de alguns bairros e indústrias importantes na história de Suzano. Os Raffo foram uma delas. O italiano Giovanni Battista Raffo veio para Suzano em 1915. Para não perder os laços com sua terra natal, deu início à fabricação de vinho no porão da sua casa, em um sobrado na Rodovia índio Tibiriçá. Anos mais tarde, em 1962, ampliou a empresa e deu a ela o nome de Viti Vinícola Irmãos Raffo Ltda., e depois, Indústria de Bebidas Irmãos Raffo Ltda. Hoje o bairro é conhecido como Raffo. A economia suzanense é fortemente caracterizada pelas atividades industrial, comercial e hortifrutigranjeira. Suzano tem hoje o maior PIB per capita do Alto Tietê e é referência industrial e comercial da região A produção agrícola no município de Suzano foi ancorada fundamentalmente na colônia japonesa existente. A olericultura e a produção de flores se faziam presentes na riqueza da cidade. Nas décadas de 80 e 90, Suzano era conhecida como a "Cidade das Flores", pois tanto produzia quanto exportava flores. Suzano faz parte do chamado Cinturão Verde da Região Metropolitana de São Paulo. Há uma forte presença de produtores rurais (cerca de 540 produtores rurais, metade deles de origem japonesa) que produzem verduras e legumes. Também está em Suzano o maior produtor da América Latina de poinsetia (folhagem vermelha utilizada principalmente nas decorações de Natal). O município abriga indústrias de grande porte, tanto de capital nacional quanto estrangeiro, destacando-se a NSK, Mitutoyo, Suzano Papel e Celulose, Nadir Figueiredo, Clariant, Orsa, Nalco do Brasil, Gyotoku, Tsuzuki, CBD Mecânica Industrial e Komatsu. Devido a sua forte produção industrial, a arrecadação de ICMS no município é a maior da região e 20ª do Estado de São Paulo, superando, inclusive, a de Mogi das Cruzes. Atualmente há 327 indústrias em Suzano que geram quase 10 mil empregos diretos e 3.327 indiretos. Nos últimos tempos tem havido um crescimento de investimentos empresariais nas áreas de comércio. As duas principais ruas de comércio no centro são as avenidas General Francisco Glicério e Benjamin Constant, onde estão as "lojas-âncora" e que atraem a população até de bairros da capital paulista. É o principal polo comercial de varejo de todo o Alto Tietê. No início dos anos 2000 foi inaugurado o Suzano Shopping, que contribuiu para a expansão comercial de Suzano. Atualmente há 3.423 estabelecimentos comerciais em Suzano. A ETEC de Suzano foi uma extensão da ETEC Presidente Vargas no município até o segundo semestre daquele ano. Na época da instalação, contava com dois cursos (Técnico em Gestão Ambiental e Técnico em Química). No município está instalada uma faculdade, a Faculdade Unida de Suzano - Unisuz, e unidades de educação a distância de instituições de outros municípios. Mas os principais investimentos em ensino superior na cidade estão no bairro Jardim Monte Cristo: um instituto federal de formação tecnológica (público) e uma universidade portuguesa (particular).Está prevista a inauguração a partir do segundo semestre de 2010 de uma unidade do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - IFSP, no Jardim Monte Cristo, [13][14][15], sendo que a princípio serão ministrados dois cursos técnicos (automação industrial e comércio), que terão juntos 160 vagas. Quando as obras forem concluídas, serão ministrados mais cursos técnicos e cursos de nível superior. Ao lado do IFSP haverá um campus do Instituto Piaget, de Portugal, que se chamará UniPiaget Brasil. Suzano é um dos municípios brasileiros que mais receberam influencia da cultura japonesa, por causa da Imigração japonesa no Brasil. Atualmente, a colônia japonesa representa cerca de 10% da população suzanense. Depois de desembarcarem do Kasatu Maru, primeiro navio de imigrantes japoneses a ancorar no Brasil, os 781 estrangeiros se distribuíram em várias regiões do estado de São Paulo. Os primeiros japoneses a se instalarem em Suzano foram Kisaku Haguihara e Noriyuki Oshima e dedicaram-se à agricultura. Daí por diante os japoneses tiveram intensa participação na história de Suzano, seja na cultura, economia ou política. Pedro Miyahira, que foi prefeito de Suzano na década de 1970, viabilizou a vinda de indústrias japonesas para a cidade, segmento econômico em que Suzano se destaca atualmente. Das empresas radicadas em nossa cidade podemos contar aproximadamente 30 empreendimentos conduzidos por japoneses e descendentes. Entre eles, há indústrias que estão entre as líderes de seus segmentos. Há clubes na cidade que mantêm as tradições do Japão em Suzano, promovendo festas e eventos esportivos e culturais como a Festa da Cerejeira e a gincana Undokai. A colônia também mantém uma escola de ensino regular nipo-brasileira e quer construir um espaço destinado ao treinamento de artes marciais no Brasil. Em Suzano, como em todos os municípios da Região Metropolitana de São Paulo, boa parte da população residente tem origem nordestina. Um exemplo desta influência é a Festa Nordestina em Suzano, que em 2009 reuniu cerca de 16 mil pessoas para prestigiar as comidas típicas (tapioca, buchada de bode, baião de dois, bobó de camarão, favada, feijão tropeiro, sarapatel e caldo de mocotó) e shows de música regional. A organização da festa está sob a responsabilidade da prefeitura local. No ano de 2010 a festa se repetiu contando com a presença do prefeito do município, ele destacou a importância dos nordestinos para o desenvolvimento do Estado de São Paulo, é que a festa tem objetivo de organizar essa comunidade culturalmente, resgatando a identidade cultural e apresentando aos não-nordestinos os costumes típicos. A festa acontece anualmente na Avenida Francisco Marengo, no Jardim Dona Benta, em uma região com forte presença nordestina no município.[



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Municipio de Poá

Prefeito: Francisco Pereira de Sousa


Secretaria de Meio Ambiente: Adv. Dr. Carlos Setsuo Mutuo



Poá é um município brasileiro do estado de São Paulo. A população em 2009 era de 112.481 habitantes e a área é de 17 km², o que resulta numa densidade demográfica de 6.462,30 hab/km².[5] É considerada uma estância hidromineral e turística Poá é um dos onze municípios paulistas considerados estâncias hidrominerais pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado para a promoção do turismo regional e além disto o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância hidromineral, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais. O principal setor da economia de Poá é o de serviços, já que a instalação de indústrias poluentes é proibida desde 1970, ano em que se tornou estância hidromineral. Em território, é um dos menores municípios do estado de São Paulo (maior apenas que Águas de São Pedro e São Caetano do Sul). A verticalização do centro da cidade é desestimulada, com o intuito de preservar o clima interiorano que a cidade possui, com ruas estreitas e a preservação de vários prédios antigos. O município não é o mais rico da região, mas mesmo assim supera seus vizinhos em diversos indicadores sociais, sinalizando portanto que o crescimento econômico de Poá é mais igual e sustentável que em outras cidades, e que sua população possui qualidade de vida melhor, se valendo de equipamentos públicos (escolas, parques e unidades de saúde) melhores e potencial de consumo médio e uniforme. Em índices como o Índice de desenvolvimento humano (IDH), o Índice de desenvolvimento infantil (IDI) e o Índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB), Poá supera todos os municípios da região. Em 2007 foi considerada uma das cidades mais seguras da Grande São Paulo, mais precisamente a 5ª, atrás apenas de São Caetano do Sul, Barueri, Caieiras e Mogi das Cruzes. Por possuir tantas características saudáveis (como respeito à Lei de responsabilidade fiscal, investimentos em projetos sociais e de infra-estrutura, criação de projetos sociais para atendimento a idosos, crianças, adolescentes, cursos profissionalizantes, ampliação do número de empresas e de estabelecimentos comerciais que geram emprego e renda, intensificação das campanhas de vacinação e de programas de saúde, ampliação do índice escolar e cultural, alcançando toda a população), Poá foi considerada, em 2008, pela revista Gazeta Mercantil como a 213ª cidade mais dinâmica do Brasil, 79ª entre os 645 municípios paulistas, e 1ª entre os municípios da Região do Alto Tietê. A história de Poá começa em 1.621, com a formação de um povoado em terra de missionárias da Ordem dos Carmelitas. Sendo cortada pela Estrada São Paulo – Rio (atual SP-66), Poá, chamada na época de "Apoá", era distrito do município Mogi das Cruzes; um local pouco povoado e ponto de parada de tropeiros e outros viajantes. Houve muita resistência da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, afim de evitar que Poá e Suzano se emancipassem e deixassem de serem distritos de Mogi. Depois muita luta jurídica, processos e plebiscitos, constatou-se que Poá atendia os requisitos mínimos para se emancipar. Finalmente, pela lei estadual nº 233 de 24 de dezembro de 1948 que fixa o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, a vigorar no qüinqüênio 1949-1953, Poá é elevada a categoria de município, constituindo-se de dois distritos: o Distrito da Paz (região noroeste de Poá) e o Distrito de Ferraz de Vasconcelos. No início Poá possuía 60 km² de superfície territorial, e hoje tem apenas 17 km². O município perdeu muito território por causa da forma precária como eram feitas as demarcações de limites antigamente. Outro motivo foi a desmembração territorial de Ferraz de Vasconcelos e o plebiscito que levou parte de Poá para Suzano. A exceção foi em janeiro de 1949, quando o Distrito de Paz de Poá ganhava uma faixa de terra do Distrito de Paz de Lageado (Guaianazes). Daí houve uma série de desmembrações: Depois que recebeu o título de estância hidromineral, ficou proibida a instalação de indústrias poluentes no território do município, isto na década de 1970, e as que já existiam passaram a ter que se adequar a uma legislação ambiental mais rígida, para ajudar a preservar os lençóis freáticos existentes na cidade. Esta mudança resultou na saída de algumas indústrias, mas mesmo assim Poá abriga indústrias de grande porte, dentre as quase 200 instaladas em seu território As principais ruas de comércio da cidade são a Rua 26 de Março e a Avenida 9 de Julho que ficam no Centro, abrigando a maioria das agências bancárias e "lojas-âncora" da cidade. Existem outros corredores comerciais como a Avenida Lucas Nogueira Garcez e a Avenida Getúlio Vargas, entre outras. A estimativa é que existam cerca de 2.000 instalações comerciais. Na area de Serviços, o setor da economia que é mais presente na cidade. Existem várias leis de incentivo fiscal, e entre elas, e a que mais atrai empresas do gênero, é a redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS), que possui alíquota bem abaixo do que na maioria das cidades. Poá tem uma forte vocação turística, embora este setor da economia ainda não seja a principal atividade do município. Por causa da falta de investimentos, o município praticamente não explora esse mercado. Um exemplo de ponto turístico, é o balneário municipal Vicente Leporace, localizado em frente à Fonte Áurea e que foi inaugurado em 1970, como uma das condições para o município receber o título de estância hidromineral e turística. Depois de ser usado durante 30 anos, foi desativado no início da década ,porque o prefeito da época Eduardo Carlos Felippe, achava que não havia necessidade de ser ter um balneário no município. Desde então é o local é usado como um centro de fisioterapia. Há expectativa que o balneário seja reaberto futuramente.

Texto: Wikipedia
Foto: Morador
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Municipio de Mogi das Cruzes.


Prefeito: Marco Aurélio Bertaiolli - (DEM)

Secretaria de Meio Ambiente: Romildo de Pinho Campello (Analista de Sistema) Especialização Ambiental.

Mogi das Cruzes é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo. Em 2009 possuía 375.268 habitantes, o que resulta em uma densidade demográfica de 512,23 hab/km².Mogi das Cruzes começou como um povoado, por volta de 1560, servindo como um ponto de repouso aos bandeirantes e exploradores indo e vindo de São Paulo, entre eles Brás Cubas. Gaspar Vaz Guedes foi responsável pela abertura da primeira estrada entre à Capital e Mogi, iniciando o povoado, posteriormente elevado à "Vila", com o nome "Vila de Sant'Ana de Mogi Mirim". O fato foi oficializado em 1º de setembro de 1611. Em 13 de março de 1865 foi elevada à cidade, e em 14 de Abril de 1874 à comarca. Mogi das Cruzes acolhe colônias de todos os cantos do mundo, com destaque especial para a colonização japonesa, com uma grande quantidade de japoneses e seus descendentes (aproximadamente 8% segundo a prefeitura), que já estão em sua terceira geração no município. Além disso, o município possui uma considerável população nordestina, sendo que a maioria veio para Capital e depois mudaram-se para Mogi das Cruzes em busca de qualidade de vida. Situa-se a uma altitude média de 780 metros. Seu ponto mais alto é o pico do Urubu, localizado na serra do Itapety. O município é cortado por duas serras: a serra do Mar e a serra do Itapety e ainda pelo Rio Tietê. Em seu território se encontram duas represas que fazem parte do Sistema Produtor do Alto Tietê, os reservatórios de Taiaçupeba e do rio Jundiaí. Conta com duas universidades de grande porte, a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e a Universidade Brás Cubas (UBC), duas faculdades (Clube Náutico Mogiano e Instituto de Filosofia e Teologia Paulo VI), uma unidade de educação a distância da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, e um campus da FATEC. Em relação ao ensino básico (ensino fundamental e ensino médio), de acordo como o Ministério da Educação, entre as dez escolas com médias mais elevadas do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) da Região do Alto Tietê, cinco estão no município – incluindo a que conquistou o primeiro lugar entre as instituições do primeiro ciclo do ensino fundamental (1ª a 4ª série), a Escola Municipal Professor Jair Rocha Batalha, que obteve nota 6,5 em uma escala de 0 a 10. A nota coloca a escola entre as poucas do país com qualidade de escola de país desenvolvido. Para entrar neste seleto grupo, uma escola deve obter uma nota maior ou igual a 6 no IDEB Levantamento pelo instituto Trata Brasil, com base nos dados fornecidos pelo Ministério das Cidades mostram que o município de Mogi das Cruzes tem o 9ª melhor sistema de saneamento básico entre os 79 municípios brasileiros com mais de 300.000 habitantes. O município tem 96% de atendimento de água e 91% de atendimento de esgoto. Não é a primeira vez que o município por meio do SEMAE (Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Mogi das Cruzes) ocupa uma boa posição nesse quesito, Mogi das Cruzes ocupou a 10ª posição em 2004 nessa mesma pesquisa. Faz parte do conhecido "Cinturão Verde", abastecendo toda a Região Metropolitana de São Paulo e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com sua produção de hortifrutigranjeiros. O parque industrial de Mogi das Cruzes conta com diversas indústrias de vários portes, com destaque para a siderurgia e montadoras automobilísticas (Valtra e General Motors). O município de Mogi das Cruzes é considerado pela Escola Brasileira de Administração Pública (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) um dos 100 municípios com melhores condições para o desenvolvimento de uma carreira profissional. Tem notável potencial turístico, um levantamento feito pela prefeitura constatou que o município tem cinco atrações turísticas: Pico do Urubu (Serra do Itapeti), Parque Centenário (César de Souza), Parque Leon Feffer (Brás Cubas), Pedreira de Sabaúna e a Represa do Rio Jundiaí (Taiaçupeba). São locais de conhecimento dos habitantes locais, mas que não foram devidamente explorados.
Além dessas atrações naturais e parques, Mogi das Cruzes conta desde 13 de junho de 2009 com um "Expresso Turístico". Trata-se de uma locomotiva da CPTM que puxa dois vagões fabricados na década de 1960, entre as estações da Luz e Mogi das Cruzes. Possui produção cultural nas mais variadas vertentes artísticas. Possui dois teatros municipais: o Theatro Vasques, inaugurado em 1902 e recentemente restaurado, localizado no Largo do Carmo, e o Teatro Dr. Bóris Grinberg, inaugurado em 2007, localizado no bairro Nova Mogilar. O "Salão da Primavera" - exposição artística de quadros sobre o tema - é um dos mais antigos da região. São diversas academias de dança, companhias teatrais, músicos, pintores, fotógrafos, escritores. Também é da cidade o grupo teatral mais antigo da Região do Alto Tietê, o "TEM - Teatro Experimental Mogiano" fundado em 1965, onde atuou Ricardo Blat. Seguindo essa tradição musical, há em Mogi, atualmente, uma banda sinfônica e uma orquetra sinfônica: a Banda Sinfônica Jovem Mario Portes, que tem como regente o maestro Daniel Bordignon; e a Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes, que tem como regente o maestro Marcelo Jardim. O CECAP - Centro Cultural Antônio do Pinhal fundado em 15 de dezembro de 2006, desenvolve um conjunto de atividades artísticas culturais, onde oferece gratuitamente o Curso de História da Arte do Século XX, que resgata a história da arte e o artista mogiano.
Texto: wikipedia
Foto: CACO - crucismogiensis

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MUNICIPIO DE ITAQUAQUECETUBA

Prefeito: Armando Soares Tavares (PR)

Itaquaquecetuba é um município brasileiro do estado de São Paulo, na Região Metropolitana da capital paulista, microrregião de Mogi das Cruzes. A população estimada em 2009 é de 359.253 habitantes e a área é de 81,8 km², o que resulta numa densidade demográfica de 4.298,18 hab/km².A origem do município de Itaquaquecetuba remonta a uma das doze aldeias, fundadas pelo padre jesuíta, José de Anchieta, em sua longa permanência no Brasil. Sua criação se deve ao então presidente da província, Bernardo José Pinto Gavião Peixoto, com o nome de vila Nossa Senhora d'Ajuda, em 7 de setembro de 1560, sendo estabelecida na beira do Rio Tietê, para catequizar os guaianases. Nas décadas de 10 e 20 do século XVII, entretanto, a aldeia ficou quase deserta já que, por ordem de Fernão Dias, desejoso de ter um maior controle dos índios catequizados, a maior parte de sua população foi transferida para aldeia de São Miguel, mais próxima a São Paulo, onde havia sido erguida uma nova capela. A população recomeçaria a crescer apenas em 1624, quando o padre João Álvares, construtor da capela da Conceição de Guarulhos e também da de São Miguel, decidiu levantar em sua propriedade, localizada bem ao lado da aldeia de Itaquaquecetuba, um oratório em louvor a Nossa Senhora d´Ajuda que, em seguida, tornar-se-ia capela. Este foi o marco inicial da povoação, que logo viria a se fixar em seu redor, com o nome, justamente, de Nossa Senhora da Conceição de Itaquaquecetuba, recuperando, assim, o topônimo do antigo aldeamento, elevado à freguesia pela lei Nº 17, de 28 de Fevereiro de 1838. Foi com a inauguração da Variante da EFCB, em 1925 que Itaquaquecetuba começou a crescer e a prosperar. A denominação reduzida para Itaquaquecetuba ocorreu somente no século XX, quando se separou de Mogi das Cruzes, com sua elevação a município, e com o território do respectivo distrito, pela lei Nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, posta em execução a 1 de janeiro de 1954. A rigor, o topônimo significa ajuntamento ou reunião de taquaras-faca (uma espécie de taboca ou taquara com cujos ramos, cortantes, se faziam facas), e é formado pela composição de takûara (taquara, taboca), kysé (faca) e tyba (ajuntamento, reunião, abundância), referindo-se a um imenso taquaral que existia na aldeia, no tempo de sua fundação, margeando os rios Tietê e Tipóia. O i parece que é uma prefixação arbitrária, isto é, não vem do tupi, e talvez tenha sido motivado pela grande quantidade de topônimos formados pela palavra pedra em tupi, que é itá. Em Itaquaquecetuba passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio. O município fará parte de uma áera de proteção ambiental onde será instalado um parque, o Parque Várzeas do Tietê. O parque estará localizado nas áreas de várzeas do Rio Tietê entre os municípios de São Paulo, Itaquaquecetuba e Guarulhos. O Parque será criado a partir do Parque Ecológico do Tietê que já tem vários atrativos, como a trilha para caminhadas, Centro de Educação Ambiental, Centro Cultural, Museu do Tietê, Biblioteca, Palco para Shows, 5 quadras poliesportivas, 17 campos de futebol, playgrounds, áreas de ginásticas, quiosques com churrasqueiras, aluguel de pedalinhos, barcos e bicicletas. Há também um trenzinho (serviço terceirizado) que percorre a trilha de 4 km, onde o visitante pode conhecer melhor a fauna e flora do parque.[16] O município tem forte vocação industrial, e possui cerca de 450 indústrias de acordo com a Frente Empresarial Pró-Itaquaquecetuba (FEMPI). São indústrias diversificadas presentes notadamente em três pólos industriais consolidados, que são atraídas pela Rodovia Ayrton Senna da Silva que corta o município.[17]Existem investimentos por parte da administração municipal para atrair mais indústrias ao município. Segundo o presidente da Frente Empresarial Pró-Itaquaquecetuba (FEMPI) a mão-de-obra local é barata e está sendo construído um terminal de cargas, o que representa um grande incentivo para a vinda de novas indústrias.

Texto: Publicação Wikipédia
fotos: site oficial da cidade.


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Municipio de Ferraz de Vasconcelos

Prefeito: Silvio Abissamra (PSB)

Secretaria de Meio Ambiente: Profª (GA) Maria Simplicio do Nascimento.

A história de Ferraz de Vasconcelos começa com a passagem de tropeiros pela cidade, que na época pertencia ao município de Itaquaquecetuba. Eles levavam alimentos, lenhas e carvão da região para São Paulo. Eles faziam este caminho que passava pelo bairro do Lageado, em Guaianases[12]. Daí surge o vilarejo, originado da parada destes tropeiros à beira de um córrego, que foi sendo represado e passou a ser conhecido como Tanquinho. O município surgiu de um bairro que se chamava Tanquinho, que começou a ser povoado depois da construção da estação de Trem. O nome é homenagem ao engenheiro da Estrada de Ferro Central do Brasil, José Ferraz de Vasconcelos, mineiro, nascido em 1880 e morto ao redor da então estação da Vila Romanópolis. A estação foi renomeada em homenagem que tombou no cumprimento do dever. Em 14 de outubro de 1953, pela Lei 2456, Ferraz de Vasconcelos se emancipou de Poá e foi elevada a categoria de município. O primeiro prefeito foi Helmuth Hermann Hans Louis Baxmann, eleito no dia 3 de outubro de 1954. Desde a década de 60 os diversos sítios e fazendas que existiam na cidade foram loteados e ocupados rapidamente por pessoas que trabalhavam na fábrica de lixa, o que culminou no rápido crescimento da população. Foram determinantes para o povoamento do município a fábrica de lixas Gotthard Kaesemodel, que produz lixas com a marca "Tatu", e possui uma filial que funciona há mais de 80 anos no mesmo local. Foi por causa desta fábrica que foi construída a então Parada da Vila Romanópolis. Hoje está ameaçada de demolição pela prefeitura local para a duplicação de uma avenida que sofre com problemas de tráfego e a criação de uvas, de onde surgiu a Festa da Uva, também ameaçada de acabar, porque o local onde a festa é realizada, também está ameaçado de demolição para a construção de um shopping, até então proibida pela justiça. Nota-se também a não preservação de patrimônios históricos do município. As únicas edificações da época do surgimento do município são, ou eram, a fábrica de lixa (ameaçada de demolição com já dito), um castelo (abandonado), o prédio da Estação Ferraz (que vai ser demolido para a construção de um novo prédio) e o prédio do cinema, que foi demolido em 2005 para a construção de uma loja de móveis, da rede Marabraz. Como é uma cidade dormitório e não possui rodovias cortando o município, Ferraz de Vasconcelos possui poucas indústrias, a maioria concentrada na região que faz divisa com o Itaim Paulista, notadamente na Estrada Stella Mazzucca. O comércio é concentrado na Avenida Quinze de Novembro e Avenida Brasil, onde também estão localizadas as agências bancárias do município. Hoje o que mais atrai pessoas ao município é o Hospital Regional Doutor Osíris Florindo Coelho, que fez surgir um pequeno centro comercial ao seu entorno, contribuindo para a expansão do centro de Ferraz até o bairro Vila Correa, já na divisa com Poá.
Texto: Wikipédia

Foto: João Paulo Chagas

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       Prefeito: Carlos Alberto Taino Junior (PSDB)
       Municipio de Biritiba Mirim

Secretario de Meio Ambiente: Drª Frida Bichler M. de Almeida Amado

Biritiba Mirim, já pertenceu a Mogi das Cruzes. E o Rio Tiete já foi o ponto de passagem de bandeirantes cortando seu território. A cidade se caracterizou como a passagens de tropeiros que iam em busca de feiras de gado, e vinham antes a zona rural para adquirir produtos alimentícios e de higiene Segundo a tradição estes viajantes tinham o habito de fincarem cruzes na terra ao longo dos caminhos por onde passavam para a finalidade de orientar os próximos viajantes e demarcar espaços por onde havia passado.Foi daí que surgiu a estrada de Santa Catarina, que margeia o rio Tietê, sendo este o primeiro povoado da região. Foi no local repleto de cruzes que se construiu, a primeira capela de Biritiba Mirim, a de São Benedito,e se tornou centro de devoção, mais tarde veio a ser a Igreja Matriz de Biritiba. Diz a tradição que uma menina de 10 anos, de nome Firmina é quem motivou a construção da capela. Acreditava-se que ela era capaz de com sua fé, fazer profecias, multiplicar alimentos e curar pessoas. A fonte básica de renda da região é a agricultura na qual foi iniciada por imigrantes japoneses.O governador Adhemar de Barros de um grande passo para o desenvolvimento, inaugurando a Estação de Tratamento de Água da Sabesp, que abastece parte da Grande São Paulo. Acompanhando o Rio Tietê encontra-se distante 70 quilômetros da Capital, ocupando 414 quilômetros quadrados, dos quais 8.500 hectares são de Mata Atlântica. Localizada a 780 metros de altitude, o município conta com um clima tropical temperado e uma temperatura média anual de 15º C. Fundado em 1873 a partir da construção da Capela de São Benedito, Biritiba Mirim possui uma das mais belas paisagens da região.Devem ser visitados o Mirante do Clube de Campos, a Pedra do Sapo, a Pedreira do Sítio Novo, a Pedra Grande, a Pedra da Forquilha, os Picos Itatinga e do Garrafão.Todas essas áreas são cobertas de vegetação nativa, com agincos, cedros, palmitos, embaúbas, abrigando pacas, cotias, porcos-do-mato, capivaras, macucos, jacutingas, tucanos, entre outras espécies. Além do rio Tietê, diversos são os córregos existentes, tais como Ribeirão Biritiba, Ribeirão Lindeiro, Rio Itapanhaú e Ribeirão do Campo onde localiza-se a barragem da SABESP, que fornece água para a região metropolitana de São Paulo. A população estimada em 2008 era de 29.208 habitantes e a área é de 316,8 km², o que resulta numa densidade demográfica de 108,43 hab/km².Altitude: 780 m. Seus limites são Guararema a norte, Salesópolis a leste, Bertioga a sul e Mogi das Cruzes a oeste e noroeste. Quanto a paisagem, ao redor do perímetro urbano, situa-se a Agricultura (Olericultura e Floricultura). O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de SP, é o Subtropical. A média de temperatura anual gira em torno dos 20Cº, sendo o mês mais frio Julho (Média de 15°C) e o mais quente Fevereiro (Média de 23°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1300 mm. Afastando-se do centro urbano, encontra-se o reflorestamento, caracterizando a diversidade de elementos na paisagem, por conta das atividades antrópicas, inclusa aí, a Barragem de Ponte Nova, no lado leste do município. Encaminhando-se para o sul, até o limite territorial, depara-se com a Mata Atlântica, esta a única região que apresenta alto grau de mata nativa. Como singularidade encontra-se alguns pontos de destaque, no relevo da região do Planalto Paulista. São eles Pedra do Garrafão e Pedra do Sapo.
Como intrusões visuais deve-se destacar a Represa dos Andes, localizado no sul de Biritiba (distante 15 km em linha reta), literalmente inserida na Mata Atlântica, com aproximadamente 2 (dois) alqueires da área. Além dessa, há que se mencionar a Agricultura como fator de destaque visual na paisagem, formando uma "Concha de Retalhos". O reflorestamento apresenta-se também como forte intrusão visual em diversas áreas do Município.Os rios que atravessam o município e limitam seu território são: Rio Tietê, Ribeirão do Biritiba, Rio Itatinga, Rio Itapanhaú, Córrego Lideiro, Rio Parnaíba, Córrego da Fazendinha, Ribeirão Putim, Córrego do João Melo (Córrego da Fazenda ou Córrego Léo), Ribeirão da Fazenda São José, Ribeirão Alegre ou Peroba, Córrego do Capinzal, Ribeirão Guacá, Ribeirão das Pedras, Rio Claro, Ribeirão do Itaim, Ribeirão do Campo no qual localiza-se a Barragem Ribeirão do Campo (Sabesp) que fornece água para a região da Grande São Paulo.

Texto: site oficial da cidade de Biritiba Mirim
Fotos de Imprensa..


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 Prefeito: Dr. Abel Larini (PR)
Municipio de Arujá.


Caracterísiticas Gerais

Do Município ARUJÁ surgiu com um simples traçado de uma estrada vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo Brás, Penha, Guarulhos, Bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro. Esta estrada era usada por tropeiros que se dispersavam pela floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Estes tropeiros eram conhecidos como “faisqueiros”. Estes “faisqueiros” eram os responsáveis pelo contato com os índios, extraíam ouro do Rio Jaguari, levando-o para Bonsucesso e de lá para Guarulhos. Arujá, no período anterior à 1.700, exibia sua flora e fauna mantidas em seu “habitat” natural. Não havia nenhuma intervenção urbana, enquanto que seus caminhos serviam de artérias de seu sistema de habitação natural. A descoberta do ouro foi o primeiro passo para o seu desenvolvimento. Pequena aldeia e depois povoado, não se sabe ao certo em qual década de qual século aconteceu; o que se sabe, é que além da extração do ouro, foi a extração de produtos vegetais como a madeira, em escala mais acentuada, o passo decisivo de seu desenvolvimento, pois servia de fonte de energia industrial e doméstica para São Paulo, em sua fase de urbanização. A extração desordenada de produtos vegetais, contribuiu com a primeira devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas como “carvoeiras”. A queima de madeira em grande quantidade, coberta com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, ficava queimando durante 3 dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal. Assim, no período do século XIX ao XX, a flora e a fauna foram devastadas quase que totalmente. Enquanto isso, os próprios canteiros de assentamento das “carvoeiras” transformaram-se em moradias, inserindo grandes manchas de plantações de subsistência. Em conseqüência disso, deu-se a origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada Arujá-Bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio. Naquele período de povoamento no trecho compreendido ao lado da Igreja Senhor Bom Jesus de Arujá, logo suas margens foram edificadas, permanecendo assim até a década de 50 do século XX. À partir dessa década de 50, surgiram os primeiros loteamentos na área central, implantando-se os primeiros condomínios, em 1974 a Prefeitura de Arujá informatiza-se. Manchas urbanas estabeleceram-se até a década de 80. Outros empreendimentos envolveram a orla central da cidade tendendo para a direção norte e leste, sendo que esses loteamentos pertenciam à classe mais popular. Este avanço limitou-se no divisor de mananciais e nas superfícies íngremes, limitada esta orla por uma barreira física. À partir dos anos 90, além do Centro Industrial, da arborização, dos Clubes de lazer e esportes e de dois Golf Clubes, "very good", a cidade toma novo impulso com a implantação de novos condominios horizontais, aumentando a qualidade de vida, no setor da comunicação, a cidade possui dois jornais diários de circulação e distribuição gratuita em todo limítrofe municipal (Jornal da Cidade e Jornal de Arujá) .

Texto: Site Oficial de Arujá
Foto: http://www.ferias.tur.br/

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MUNICIPIO DE SALESÓPOLIS

PREFEITO: Antonio Adilson de Moraes (PSDB)

Secretaria de Meio Ambiente: Vago

Diretoria de Meio Ambiente: Leticia de Fatima Moraes

O Município de Salesópolis foi fundado em 28 de fevereiro de 1838, por Domingos Freire de Almeida, Alferes José Luiz de Carvalho, Aleixo de Miranda e Francisco Gonçalves de Melo, que doaram os terrenos para a sede do então Distrito de São José do Paraitinga, motivo pelo qual foram considerados “Protetores do Bem Público” conforme a Lei Orgânica do Município - LOM. Foi através da Lei Provincial Nº 09, de 24 de março de 1857 que elevou-se a então Vila de São José do Paraitinga a categoria de cidade, ou seja, emancipação político-administrativa, criando-se o Município de São José do Paraitinga, a primeira denominação de nossa terra, isto porque ao sopé da colina deslizava as águas cristalinas do Rio Paraitinga.
Somente em 16 de novembro de 1905, através da Lei Estadual Nº 965, a Câmara Municipal, desejando homenagear o então Presidente Dr. Manoel Ferraz de Campos Sales, mudou-se o nome do Município de São José do Paraitinga para Salesópolis.No século XVIII, aqui se produzia farinha de milho, de mandioca e rapadura que eram levados, em tropas de muares, para a então Vila de Mogi. No início do século XIX, foi introduzida a cultura do fumo, para fins de exportação e, paralelamente à cultura de fumo, as demais já existentes continuaram em expansão, somando-se, posteriormente a cultura da batata inglesa.
Até meados de 1930, a madeira derrubada para abrir terrenos para as lavouras não era aproveitada. A partir de então, com a incrementação do carvão para uso doméstico, Salesópolis passou a ser um emergente produtor dessa mercadoria.
Com o advento da segunda guerra mundial, para atender as necessidade do mercado, principalmente as indústrias siderúrgicas de Mogi das Cruzes, São Paulo, Volta Redonda e Barra Mansa, Salesópolis passou a suprir boa parte das necessidades de carvão vegetal do mercado.
Em meados da década de 50, floresce nas nossas terras uma crescente produção leiteira, que era enviada para os laticínios do Vale do Paraíba. Tal produção econômica foi, através dos anos, sacrificada pelo descaso dos governantes para com o homem do campo, desestimulando-o no seu trabalho, o que provocou o abandono dessa atividade em nossa região.
Com a instalação de indústrias de papel e papelão nas cidades de Suzano e Jacareí, Salesópolis mais uma vez se fez presente, plantando e explorando economicamente o eucalipto, matéria-prima necessária para viabilização da indústria de papel e papelão.
Nestes últimos anos, explorando a atividade de extração de madeira de eucalipto, principal e mais importante atividade econômica da região, desenvolve uma crescente tecnologia que coloca a nossa terra como uma das mais produtivas de madeira de eucalipto, em todo o país, portanto qualquer cidadão salesopolense está envolvido direta ou indiretamente com a extração de eucalipto.
Essa atividade econômica possui hoje uma cooperativa com o nome de CAMAT - Cooperativa Agrícola Mista do alto Tietê.
Há que se ressaltar a grande contribuição que a Colônia Japonesa trouxe para o Município que, concentrada principalmente no Distrito de Nossa Senhora dos Remédios, produzem a maioria dos produtos horti-fruti-granjeiros consumidos na grande São Paulo e parte do Vale do Paraíba.
Hoje, a colônia japonesa desenvolve uma crescente produção de flores e vasos ornamentais, exportando-os, inclusive.
Possuindo uma grande quantidade de nascentes, Salesópolis está com 98% da sua área dentro da Lei de Proteção dos Mananciais, portanto é impossibilitada de desenvolver-se industrialmente, fazendo com que existam sérias restrições ao desenvolvimento econômico, tendo como seu maior problema a falta de emprego, motivo pelo qual as autoridades vêem lutando para transformá-la em Estância Turística.
Atualmente, inúmeras pessoas visitam os pontos turísticos de Salesópolis que são: Nascente do Lendário e Histórico RIO TIETÊ; Bacia de Acumulação das águas da Barragem de Ponte Nova; Senzala (casarão de taipa do século XVIII), Cachoeiras do Ponto, da Porteira Preta, do Tobogã (área do Pinheirinho) e da Usina da Eletropaulo, Igreja Matriz de São José, Mirante da Torre, Portal Artístico da Cidade, além de 04 Alambiques.
Salesópolis é considerada a cidade mais festeira da região e, tradicionalmente, realiza as Festas de São Sebastião (Janeiro), Carnaval de Rua, Festa de São José-Padroeiro do Município (Março), Festa do Divino Espirito Santo (Maio/Junho), Festa Junina nas Escolas (Junho/Julho), Festa do Peão Boiadeiro (Setembro/Outubro), Festa das Crianças (Outubro), Primeira Quinta-Feira do Mês - dia em que é realizada a mais tradicional feira da cidade. Este dia também é dedicado ao Santíssimo Sacramento, sendo que a Igreja realiza uma missa e após uma procissão pelas ruas da cidade. Salesópolis possui ainda, Grupos de Moçambique e São Gonçalo e um Artesanato bastante diversificado
Texto: Site – Camara Municipal de Salesópolis

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ATO PUBLICO EM DEFESA DA BACIA HIDROGRÁFICA DO TIETÊ CABECEIRAS.

Neste sábado dia 17/07/2010, junto do Estaleiro do DAEE junto ao Rio Tietê, poucos quilômetros de sua nascente, realizou-se um ATO PUBLICO em defesa da Bacia Hidrográfica do Tietê Cabeceiras. Numa manhã fria deste período de inverno, os voluntários que atuam nesta importante Bacia Hidrográfica da Região Metropolitana de São Paulo, foram se agrupando e a medida que novos voluntários chegavam, e após um período de diálogos com a mídia impressa, e no horário anunciado todos os participantes e a imprensa foram para as proximidades do leito do Rio Tietê e assim foi construído o “Ato Publico” somado ao conjunto de assinaturas que cada participante pode endossar claramente a favor desta “Carta Aberta” ao publico presente, mas certamente à milhares de pessoas, que esta ação, com certeza ira produzir em favor da defesa da Bacia Hidrográfica do Tietê Cabeceiras. Iniciou-se a leitura desta Carta:

Texto completo da "Carta Aberta" - link: Noticias/Opiniões dos Gestores Ambientais.
Foto: GA. Ramos


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Servidores públicos participam de palestra sobre licenciamento e crimes ambientais

Evento encerra as atividades do Mês do Meio Ambiente e capacita funcionários de Várzea Paulista

A Prefeitura de Várzea Paulista, por intermédio da Secretaria de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente, realizou na manhã desta quarta-feira (30), a Palestra “Crimes e Licenciamento Ambiental”, no Espaço Cidadania. A iniciativa finalizou oficialmente o Mês do Meio Ambiente, promovido há quatro anos no município, e teve por objetivo capacitar os funcionários da Secretaria Adjunta de Meio Ambiente bem como a equipe de jardinagem da Secretaria de Infraestrutura Urbana.
Para Cícero Petrica, secretário de Obras e Urbanismo de Várzea, o evento tem como fundamento informar os servidores, a fim de evitar problemas irreparáveis para a Natureza. “Oferecer subsídios capazes de qualificar a prestação de serviços é a melhor forma de prevenção ambiental. Esta é a marca do nosso governo, que busca atuar de forma correta e sustentável”, afirma.
No encontro, marcaram presença cerca de 30 profissionais, entre eles membros da Associação dos Engenheiros, Arquitetos, Técnicos e Tecnólogos de Várzea Paulista. A palestra foi dividida em dois módulos: Crimes Ambientais, ministrado pelo soldado da Polícia Ambiental Ricardo Macedo Pinto; e Licenciamento, explanado por Silvio Drezza, consultor ambiental e engenheiro agrônomo.
Em um primeiro momento, o soldado enfatizou sobre a necessidade de promover eventos deste porte: “É fundamental que os órgãos, públicos e privados, conheçam uns aos outros e saibam como funcionam suas atuações. Somente deste modo conseguiremos, todos juntos, fiscalizar, evitar a prática de crimes ambientais e, consequentemente, contribuir com a preservação da Natureza”.

Entre os temas abordados, houve destaque para as ações corriqueiras, porém não menos lesivas. De acordo com o policial militar, atitudes consideradas simples e inofensivas podem resultar em desgastes naturais e problemas judiciais. “Muitas pessoas nem imaginam que atos como a prática da queimada, do desvio do curso dos rios e a construção de áreas sem autorização são situações que podem gerar sérias conseqüências sociais e ambientais”, explica.

Fauna e Flora

Entre as ações da Polícia Ambiental estão ainda a fiscalização efetiva da flora e fauna brasileira. O soldado ressaltou que o tráfico de animais silvestres e exóticos, bem como mantê-los sob maus tratos ou em cativeiros, são as maiores preocupações acionadas. “Em 2006, o IBAMA registrou 30.625 autuações. Já a Polícia Ambiental do Estado de São Paulo registrou 9.765. Trata-se de um número muito grande para nossa região, tendo em vista que o primeiro órgão opera nacionalmente”, alertou.

Os animais apreendidos pelos policiais da comarca do 3º Pelotão são encaminhados aos centros autorizados pelo IBAMA. A região de Jundiaí conta com dois deles: Associação Mata Ciliar, na Serra do Japi, e Escola Ambiental (Emea), no bairro da Toca.

Patrícia Bernardina da Silva, assistente administrativa da Secretaria de Obras, esteve presente no encontro e garante que a iniciativa será eficaz na preservação ambiental e no desenvolvimento do trabalho público. “Com a palestra aprendemos que pequenas atitudes podem salvar o ecossistema. O Meio Ambiente faz parte da gente e todos precisam estar atentos a isso”, opina.

Instrução

A segunda parte do encontro trouxe licenciamento ambiental como item de debate. Silvio Drezza, consultor ambiental, explica que a ferramenta é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora e destruidora do Meio Ambiente. Segundo ele, a ação possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo. “As pessoas agem de forma errada porque não possuem informação. As obrigações ambientais são fáceis de serem executadas e todos conseguiriam fazer, se não fosse a falta de diálogo sobre o tema”, conclui ele, acreditando que a educação é a melhor forma de conscientização.

O Mês do Meio Ambiente teve como parceiros ambientais a Câmara Municipal de Várzea Paulista, Continental, Sabesp, KSB, TransVárzea, Banco do Brasil, Trans Oliva, ONG Caminho Verde, A´doro, Elekeiroz, Associação Mata Ciliar, Coati e Eco Mursa.

Texto: Tatiane Bardi

Jornalista e Assessora de Imprensa da Prefeitura Municipal de Várzea Paulista

Carta do I Encontro dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí.






Reuniram-se os municípios de Campo Limpo Paulista, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Mairiporã, Várzea Paulista e Salto, em 23 de junho de 2010 em Várzea Paulista, na realização do I Encontro dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí para discutir sobre as perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência e comprometem-se a trabalhar em prol da despoluição e proteção do Rio Jundiaí.

Visto a importância regional no âmbito econômico e social e os problemas que a maioria dos municípios enfrentam com escassez hídrica, tanto em quantidade como em qualidade, propõe-se que os municípios integrem esforços e visem um objetivo comum.

Deste modo, assumem o compromisso de trabalhar a educação ambiental efetiva e continuamente de forma integrada e que até o mês de novembro de 2010 seja realizado o I seminário de educação ambiental na cidade de Campo Limpo Paulista para apresentação do andamento das tratativas em educação ambiental e uma proposta modelo para acompanhamento de investimentos na Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí, assim como um espaço de diálogo para troca de experiências e assim se concretize as intenções deste encontro.

As cidades responsáveis pela elaboração e execução do I Seminário de Educação Ambiental são as mesmas presentes neste encontro e como convidados o CT-Educação Ambiental dos Comitês PCJ e demais instituições de ensino e pesquisa e demais instituições, órgãos e organizações interessadas.



Várzea Paulista, 23 de junho de 2010.







CONVITE





I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí



“Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência”



É com satisfação que convidamos V. Sa. a participar do I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí cujo assunto é tratar das “Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência” que será realizado no dia 23 de junho de 2010 no município de Várzea Paulista.



Em comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista realizam diversas atividades visando a conscientização da população e a melhoria dos aspectos ambientais.



O tema deste ano é a Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí, uma importante unidade hidrográfica que destaca-se na economia regional e enfrenta diversos problemas relacionados a degradação ambiental.



Um exemplo representativo é o problema de escassez de recursos hídricos enfrentado por quase todos os municípios da bacia, uma situação conflitante que poderia ser minimizada se o Rio Jundiaí tivesse uma boa qualidade da água.



Neste sentido, os municípios que estão inseridos total ou parcialmente na bacia, Campo Limpo Paulista, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Salto, Várzea Paulista, Atibaia, e Mairiporã, precisam unir-se e buscar soluções para mitigar os problemas ocasionados ao longo do tempo.



I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí





“Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência”



Local: Express Inn Hotel Orquídea



Rua João Póvoa, 77 – Jardim do Lar



Várzea Paulista – Sâo Paulo- Brasil.



PROGRAMAÇÃO



09 hs - abertura



09:30 hs - Apresentação da Agência de águas e Comites PCJ



10:00 hs - Apresentação do SAAE de Indaiatuba



10:40 hs - Apresentação do SAAE de Salto



11:00 hs - Apresentação do DAE de Jundiaí ( não confirmado )



11:20 hs - Apresentação da SABESP



11:40 hs - Almoço



13:30 hs - Apresentação CT Educação Ambiental



14:00 hs - Apresentação proposta de Projeto de Educação Ambiental



14:30 hs - Debate e considerações finais



15:00 hs – Proposta de um documento do evento



15:15 hs - Encerramento com Coffe Break








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1 - Polo Tiête Cabeceiras:

Municipios: Guarulhos, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconselos, Poa, Suzano, Aruja, Salesópolis, Itaquaquecetuba, Biritiba Mirim, Guararema e São Paulo.

Colaboração:

Presidente.
GA. Fransueldo Pereira

Vice-presidente.
GA. Fatima Gesualdo

1o. Secretário
GA. Gervasio Antonio

Diretoria Administrativa.
GA. Rozimar Tenorio.

Diretoria de Participação e Parcerias.
GA. Valter Lima.

Diretoria Institucional.
GA. Manuel Sobrinho

Diretoria de Assuntos Juridicos .
GA. Valdizar Albuquerque

Diretoria de Marketing.
GA. Valéria Sivestre.

Diretoria de comunicação e Imprensa.
GA. Jose Ramos.

Conselho Fiscal.
GA. Tiago Rodriguês

Conselho Fiscal.
Jetro Meneses

Conselho Fiscal.
Zelito Tadeu