Nota: Os livros foram
entregues, sem cobrança, de forma inteiramente gratuita, e destinado as
escolas, e Bibliotecas Publicas, para distribuiçao ao publico de baixa
renda.
Texto. Ga. Rafael Pinheiro
(Vice-Pres. Regional APGAM LN)
Foto: Ricardo Martins - produções.
ATA - REUNIÃO EXTRAORDINARIA
PAUTA: ELEIÇÃO E INSTALAÇAO.
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DOS GESTORES
AMBIENTAIS – APGAM - LN
COMPOSIÇÃO DA COORDENADORIA REGIONAL.
PERIODO - TRIENIO - 2021 – 2024.
Aos dez dias do mês de Julho de Dois Mil e Vinte Um, reuniram a Diretoria Executiva da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM, e às 10:00 hs em Reunião Remota por meio da plataforma – Google Meet – Https://meet.google.com/vtx-bdyg-xcx, decorrente da pandemia do COVID-19 e seus protocolos de proteção. Para aprovar a instalação da Coordenadoria Regional da Associação Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM - Bacia Hidrográfica do Litoral Norte/SP. – APGAM – LN. Em acordo ao Artigo 25 alineas 1º. e 2º. do “Estatuto” vigente. Esta Reunião Extraordinaria solicitada de acordo com o artigo 19 convocada pelo Diretor-Presidente – Ga. Jose Ramos de Carvalho, com inicio as 10:00 hs (primeira chamada), e as 10:15 hs (2ª. Chamada). Com as demais presenças: Engo. Ga. Mauricio Álvaro Pacheco (Vice-Presidente), Ga. Mulzulmeire Garcia Matos (Diretora Institucional), Ga. Zelito Serafim (1º. Secretário), Ga. Ivanil Borges Conceição (2º. Secretario), Ga. Rubens Hadad (Conselheiro/Dir. de Participação e Projetos), Ga. Rozima Tenorio Araujo (1º. Tesoureiro), e convidados: Ga. Rafael Pinheiro dos Santos e Ga. Lidiane Keche (Coletivo Tamoios). À Reunião Extraordinária presidida pelo Presidente da APGAM – Ga. Sr. Jose Ramos de Carvalho, que mencionou a importância do ato da instalação da Regional da Associação Paulista dos Gestores Ambientais - APGAM – Bacia Hidrográfica do Litoral Norte/SP. – APGAM – LN. E designando para a função de Vice-Presidente Regional, para aprovação dos Diretores presentes em acordo com o “Estatuto” vigente da Associaçao Paulista dos Gestores Ambientais – APGAM. Colocado em votação junto aos Diretores presentes após a 2ª. chamada, e por unanimidade aprovou-se o nome do indicado Ga. Rafael Pinheiro dos Santos, para o período de 2021 a 2024. O Vice-Presidente Regional aprovado agradeceu a confiança disponibilizada referente a fundação da Regional e sua expectativa em gerar participações, projetos, e ações junto aos Gestores Ambientais, profissionais e ativista que atuam na área socioambiental. Ficando definido para o dia 18/08/2021 a indicação dos Coordenadores que vão compor a estrutura Administrativa e técnica da APGAM-LN. Nada mais para ser tratada, a presente Reunião Extraordinária via plataforma eletrônica (Google/Meet), foi encerrada sendo a presente ATA lavrada por mim. Finalizando a Reunião Extraordinária as 10:37 hs.
São Paulo, 10 de Julho de 2021.
(Assina.)
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Texto: Secretaria Executiva PCJ - Ilustração - Comitê PCJ
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CBH
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Aprovação
no CBH |
Aprovação
no CRH |
Início da
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Estimativa total
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Captação
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Consumo
R$/m3 |
Lançamento
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ago/09
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dez/09
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jan/11
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0,012
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0,024
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0,12
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6.569.054,00
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06 AT
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out/09
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dez/09
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jan/11
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0,01
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0,02
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0,1
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50.000.000,00
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07 BS
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nov/09
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dez/09
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jan/11
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0,01
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0,02
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0,1
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11.940.000,00
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13 TJ
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nov/09
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dez/09
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jan/11
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0,011
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0,021
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0,11
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10.301.102,78
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16 TB
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ago/09
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jun/10
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jan/11
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0,01
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0,02
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0,09
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4.611.619,00
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MINISTRO INTERINO DO MEIO AMBIENTE – VISITA O COMITÊ DA BACIA HIDROGRAFICA DO ALTO TIETÊ
Começa cobrança pelo uso da água no rio São Francisco
Passam a pagar pelos recursos hídricos quem capta mais de quatro litros por segundo (
“É importante ressaltar que a cobrança pelo uso da água dos rios não é um imposto, mas um preço público definido em consenso pelo próprio comitê de bacia e quem paga são usuários do rio, como se faz em um condomínio, por exemplo”, explica o diretor presidente da ANA, Vicente Andreu.
O cálculo do valor da cobrança é baseado na outorga pelo uso da água concedida pela ANA aos usuários. O s valores do metro cúbico para as categorias de uso foram acordados no âmbito do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) em um amplo processo que contou com a participação de representantes dos setores usuários, da sociedade civil e do Poder Público, que integram o CBHSF.
Na avaliação de Andreu, o País está crescendo e a disponibilidade de água é um fator essencial para manter a atividade econômica. Além disso, a cobrança pelo uso das águas das bacias hidrográficas é um instrumento que induz ao uso racional. “A cobrança é fundamental para melhor a gestão dos recursos hídricos, para garantir a manutenção da expansão econômica e assegurar a disponibilidade de água para as futuras gerações”, disse o diretor-presidente da ANA.
Os recursos serão arrecadados pela ANA e repassados integralmente à bacia do São Francisco, onde vão ser aplicados em ações de recuperação da bacia pela Associação Executiva de Apoio à Gestão de Bacias Hidrográficas Peixe Vivo - AGB Peixe Vivo, entidade delegatária que passou a exercer funções de agência de água da bacia, conforme aprovação do Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH).
As ações de recuperação da bacia serão definidas pelos membros do CBHSF, com base nos programas, projetos e obras previstos no Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do São Francisco. Estão inseridos na bacia do São Francisco os estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Goiás e o Distrito Federal.
Histórico da cobrança pelo uso da água
Desde
A cobrança pelo uso da água é um dos instrumentos de gestão de recursos hídricos previstos pela Lei nº 9.433/97, que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos. Para mais detalhes sobre cobrança pelo uso das águas consulte o site www.ana.gov.br/cobrancauso
Mais Informações
Assessoria de Comunicação (ASCOM)
Agência Nacional de Águas (ANA)
Fones: (61) 2109-5103 - imprensa@ana.gov.br
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I FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO SOCIOAMBIENTAL
PQ. ANHANGUERA (MORRO DOCE)
24 de Setembro de 2010 - 19:00 horas
Divulgaçãoda Agenda 21 Local (Desenvolvimento e Implementação)
PARTICIPE !AQUI VOCÊ SERÁ OUVIDO
TEMA:
QUE BAIRRO QUEREMOS VIVER?
LOCAL: CEU Anhanguera -Rua: Pedro José de Lima, 1020;
km 24 Rodovia Anhanguera. Informações: 3911-8342
APOIO: LeaderIdiomas;
APGAM –Associação Paulista dos Gestores Ambientais;
MRamos–Material para Construção; Ultragaz; Pizzaria Saleta;
BMD –Acessória Empresarial; Policia Militar –Base Britânia;
Jornal Associação Comercial Anhanguera; TV Monte Cristo.
Organização:
Associação Comercial e Empresarial Distrito Anhanguera e
Agenda 21 Local -Morro Doce/ Pq. Anhanguera
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JUNTOS PELA RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DO TIETÊ
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CONVITE DA ADRAD.
Conto com a sua presença no Dia 14/set, terça-feira às 9-13h em Poá no evento que vai debater os Impactos do Rodoanel na região do Alto Tietê.
Será um marco para a sociedade civil do Alto Tietê.
Venha, traga os
Saudações e até lá,
Jair Pedrosa
ADRAT - Agência de Desenvolvimento Regional do Alto Tietê
tem a honra de convidá-lo para o evento:
D E B A T E S A D R A T ---"Os Impactos do RODOANEL no Alto Tietê"
Objetivo:
Avaliar o previsível aumento do carregamento de tráfego e seus impactos no viário local, meio ambiente, desenvolvimento econômico e qualidade de vida, advindos da implantação do RODOANEL Leste, para que, através do debate, tente-se minimizar os aspectos negativos e maximizar os positivos.
Após a composição da mesa com os Prefeitos e demais autoridades, teremos as palestras com os representantes das entidades:
• Agência de Desenvolvimento do Grande ABCD.
• Vitae Civilis - ONG Ambiental
• Consultor de Transportes e Trânsito.
DIA 14/SET/2010 - Terça-Feira
Das 9:00 às 13:00 horas.
Local: Centro Cultural Taiguara
Al. Pedro Calil, 50 - Vila das Acácias (ao lado da Câmara Municipal)
Poá - São Paulo
Confirme a sua presença pelo email: info@adrat.org.br
Sede da ADRAT:
Rua Portugal Fleixo, 106 - Centro - Suzano
Tel.: 11 4741-1360
www.adrat.org.br ;
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“Suzano é a única cidade da região do Alto Tietê, com exceção de Guarulhos, que conta com uma unidade do Instituto Federal. As aulas na unidade tiveram início no dia 26 de agosto, com uma aula inaugural feita pelo prefeito Marcelo Candido. “É a primeira vez que um presidente anuncia a inauguração de uma obra em Suzano e fico extremamente feliz com esta visita. Vamos nos preparar para recebê-lo muito bem”, afirmou o prefeito.
Candido falou ainda da importância do IFSP para a cidade. “Esta unidade, de cursos tecnológicos e superiores, e com investimento futuro para pós-graduação, vai formar nossos jovens para o mercado de trabalho, que abre vagas todos os dias”, afirmou. “
Em
Leia a matéria do DS relatando a reunião realizada para a escolha dos cursos que IFSP. A ADRAT teve importante atuação naquela época realizando uma pesquisa aberta pela Internet.
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MUNICÍPIO DE GUARULHOS
Contudo há diversos mini shoppings espalhados pelo Centro, pelo bairro do Cecap e Jardim Presidente Dutra. Na área de autoshoppings o município dispõe de um representante, o Autoshopping recém inaugurado na margem oposta da Rodovia Presidente Dutra (quando comparado ao Shopping Internacional). Em Guarulhos, estão instaladas diversas indústrias como Lincoln Electric, Bauducco, Bardella, Valleo, Aché, Maggion, Pfizer, Karina Plasticos, Europa, Rosset, Yamaha, Randon, Tecfil, Gerdau, Borlem, ABB, Usiminas, Levorin, Pepsico, Sew, Continental e Cummins. É ainda um dos maiores centro de na área de logística, contando com vários Centros de Distribuição como da Riachuelo, C&C, Ponto Frio, Dia e Bauducco. O Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos – Governador André Franco Montoro, também conhecido por Aeroporto Internacional de Cumbica (IATA: GRU, ICAO: SBGR) é o principal e o mais movimentado aeroporto do Brasil, localizado na cidade no bairro de Cumbica e atende a cidade de São Paulo.A cidade de Guarulhos conta com universidades como a Universidade Federal de São Paulo, Campus de Filosofia e Ciências Humanas em Bonsucesso, desde 2007, Universidade Guarulhos (UnG que originou-se dos Centros Integrados de Ensino Superior Farias Brito, fundado em 1970), Unimesp (originária das Faculdades Integradas de Guarulhos, fundada em 1969), a Faculdade de Tecnologia de Guarulhos FATEC. Além disso o município conta com as seguintes Instituições de Ensino Superior: Faculdades Integradas Torricelli, Eniac, ESPA-Escola Superior Paulista de Administração (Faculdade de Negócios de Guarulhos), Facig, Faculdade IDEPE e FaG - Faculdades de Guarulhos, além de contar com um unidade semi-presencial da Universidade Metodista de São Paulo (localizada nas dependências do Shopping Bonsucesso) e uma Unidade Descentralizada de Ensino do CEFET (Centro Federal de Educação Tecnológica de São Paulo). O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Guarulhos ministra desde o segundo semestre de 2006 os cursos técnicos em Manutenção e Suporte de Informática e Automação Industrial e ainda cursos de nível superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas para o período Noturno e para o Diurno superior em Licenciatura em Matemática. A cidade conta com teatros como o Teatro Padre Bento, Adamastor Centro, Adamastor Pimentas e o Teatro Nelson Rodrigues, além de anfiteatros e museus. Além de contar com 21 salas de cinema localizados nos Shoppings Internacional (15 salas) e Bonsucesso (6 salas).A maior revelação da música de Guarulhos até os dias de hoje é o grupo de rock Mamonas Assassinas.E a cidade conta ainda com orquestras como Orquestra Sinfônica Jovem Municipal e Orquestra de Câmara de Guarulhos
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Prefeito: Francisco Pereira de Sousa
Secretaria de Meio Ambiente: Adv. Dr. Carlos Setsuo Mutuo
Poá é um município brasileiro do estado de São Paulo. A população em 2009 era de 112.481 habitantes e a área é de 17 km², o que resulta numa densidade demográfica de 6.462,30 hab/km².[5] É considerada uma estância hidromineral e turística Poá é um dos onze municípios paulistas considerados estâncias hidrominerais pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do estado para a promoção do turismo regional e além disto o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância hidromineral, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais. O principal setor da economia de Poá é o de serviços, já que a instalação de indústrias poluentes é proibida desde 1970, ano em que se tornou estância hidromineral. Em território, é um dos menores municípios do estado de São Paulo (maior apenas que Águas de São Pedro e São Caetano do Sul). A verticalização do centro da cidade é desestimulada, com o intuito de preservar o clima interiorano que a cidade possui, com ruas estreitas e a preservação de vários prédios antigos. O município não é o mais rico da região, mas mesmo assim supera seus vizinhos em diversos indicadores sociais, sinalizando portanto que o crescimento econômico de Poá é mais igual e sustentável que em outras cidades, e que sua população possui qualidade de vida melhor, se valendo de equipamentos públicos (escolas, parques e unidades de saúde) melhores e potencial de consumo médio e uniforme. Em índices como o Índice de desenvolvimento humano (IDH), o Índice de desenvolvimento infantil (IDI) e o Índice de desenvolvimento da educação básica (IDEB), Poá supera todos os municípios da região. Em 2007 foi considerada uma das cidades mais seguras da Grande São Paulo, mais precisamente a 5ª, atrás apenas de São Caetano do Sul, Barueri, Caieiras e Mogi das Cruzes. Por possuir tantas características saudáveis (como respeito à Lei de responsabilidade fiscal, investimentos em projetos sociais e de infra-estrutura, criação de projetos sociais para atendimento a idosos, crianças, adolescentes, cursos profissionalizantes, ampliação do número de empresas e de estabelecimentos comerciais que geram emprego e renda, intensificação das campanhas de vacinação e de programas de saúde, ampliação do índice escolar e cultural, alcançando toda a população), Poá foi considerada, em 2008, pela revista Gazeta Mercantil como a 213ª cidade mais dinâmica do Brasil, 79ª entre os 645 municípios paulistas, e 1ª entre os municípios da Região do Alto Tietê. A história de Poá começa em 1.621, com a formação de um povoado em terra de missionárias da Ordem dos Carmelitas. Sendo cortada pela Estrada São Paulo – Rio (atual SP-66), Poá, chamada na época de "Apoá", era distrito do município Mogi das Cruzes; um local pouco povoado e ponto de parada de tropeiros e outros viajantes. Houve muita resistência da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes, afim de evitar que Poá e Suzano se emancipassem e deixassem de serem distritos de Mogi. Depois muita luta jurídica, processos e plebiscitos, constatou-se que Poá atendia os requisitos mínimos para se emancipar. Finalmente, pela lei estadual nº 233 de 24 de dezembro de 1948 que fixa o Quadro Territorial, Administrativo e Judiciário do Estado, a vigorar no qüinqüênio 1949-1953, Poá é elevada a categoria de município, constituindo-se de dois distritos: o Distrito da Paz (região noroeste de Poá) e o Distrito de Ferraz de Vasconcelos. No início Poá possuía 60 km² de superfície territorial, e hoje tem apenas 17 km². O município perdeu muito território por causa da forma precária como eram feitas as demarcações de limites antigamente. Outro motivo foi a desmembração territorial de Ferraz de Vasconcelos e o plebiscito que levou parte de Poá para Suzano. A exceção foi em janeiro de 1949, quando o Distrito de Paz de Poá ganhava uma faixa de terra do Distrito de Paz de Lageado (Guaianazes). Daí houve uma série de desmembrações: Depois que recebeu o título de estância hidromineral, ficou proibida a instalação de indústrias poluentes no território do município, isto na década de 1970, e as que já existiam passaram a ter que se adequar a uma legislação ambiental mais rígida, para ajudar a preservar os lençóis freáticos existentes na cidade. Esta mudança resultou na saída de algumas indústrias, mas mesmo assim Poá abriga indústrias de grande porte, dentre as quase 200 instaladas em seu território As principais ruas de comércio da cidade são a Rua 26 de Março e a Avenida 9 de Julho que ficam no Centro, abrigando a maioria das agências bancárias e "lojas-âncora" da cidade. Existem outros corredores comerciais como a Avenida Lucas Nogueira Garcez e a Avenida Getúlio Vargas, entre outras. A estimativa é que existam cerca de 2.000 instalações comerciais. Na area de Serviços, o setor da economia que é mais presente na cidade. Existem várias leis de incentivo fiscal, e entre elas, e a que mais atrai empresas do gênero, é a redução do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS), que possui alíquota bem abaixo do que na maioria das cidades. Poá tem uma forte vocação turística, embora este setor da economia ainda não seja a principal atividade do município. Por causa da falta de investimentos, o município praticamente não explora esse mercado. Um exemplo de ponto turístico, é o balneário municipal Vicente Leporace, localizado em frente à Fonte Áurea e que foi inaugurado em 1970, como uma das condições para o município receber o título de estância hidromineral e turística. Depois de ser usado durante 30 anos, foi desativado no início da década ,porque o prefeito da época Eduardo Carlos Felippe, achava que não havia necessidade de ser ter um balneário no município. Desde então é o local é usado como um centro de fisioterapia. Há expectativa que o balneário seja reaberto futuramente.
Texto: Wikipedia
Foto: Morador
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Prefeito: Marco Aurélio Bertaiolli - (DEM)
Secretaria de Meio Ambiente: Romildo de Pinho Campello (Analista de Sistema) Especialização Ambiental.
Mogi das Cruzes é um município do estado de São Paulo, na Região Metropolitana de São Paulo. Em 2009 possuía 375.268 habitantes, o que resulta em uma densidade demográfica de 512,23 hab/km².Mogi das Cruzes começou como um povoado, por volta de 1560, servindo como um ponto de repouso aos bandeirantes e exploradores indo e vindo de São Paulo, entre eles Brás Cubas. Gaspar Vaz Guedes foi responsável pela abertura da primeira estrada entre à Capital e Mogi, iniciando o povoado, posteriormente elevado à "Vila", com o nome "Vila de Sant'Ana de Mogi Mirim". O fato foi oficializado em 1º de setembro de 1611. Em 13 de março de 1865 foi elevada à cidade, e em 14 de Abril de 1874 à comarca. Mogi das Cruzes acolhe colônias de todos os cantos do mundo, com destaque especial para a colonização japonesa, com uma grande quantidade de japoneses e seus descendentes (aproximadamente 8% segundo a prefeitura), que já estão em sua terceira geração no município. Além disso, o município possui uma considerável população nordestina, sendo que a maioria veio para Capital e depois mudaram-se para Mogi das Cruzes em busca de qualidade de vida. Situa-se a uma altitude média de 780 metros. Seu ponto mais alto é o pico do Urubu, localizado na serra do Itapety. O município é cortado por duas serras: a serra do Mar e a serra do Itapety e ainda pelo Rio Tietê. Em seu território se encontram duas represas que fazem parte do Sistema Produtor do Alto Tietê, os reservatórios de Taiaçupeba e do rio Jundiaí. Conta com duas universidades de grande porte, a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e a Universidade Brás Cubas (UBC), duas faculdades (Clube Náutico Mogiano e Instituto de Filosofia e Teologia Paulo VI), uma unidade de educação a distância da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, e um campus da FATEC. Em relação ao ensino básico (ensino fundamental e ensino médio), de acordo como o Ministério da Educação, entre as dez escolas com médias mais elevadas do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) da Região do Alto Tietê, cinco estão no município – incluindo a que conquistou o primeiro lugar entre as instituições do primeiro ciclo do ensino fundamental (1ª a 4ª série), a Escola Municipal Professor Jair Rocha Batalha, que obteve nota 6,5 em uma escala de 0 a 10. A nota coloca a escola entre as poucas do país com qualidade de escola de país desenvolvido. Para entrar neste seleto grupo, uma escola deve obter uma nota maior ou igual a 6 no IDEB Levantamento pelo instituto Trata Brasil, com base nos dados fornecidos pelo Ministério das Cidades mostram que o município de Mogi das Cruzes tem o 9ª melhor sistema de saneamento básico entre os 79 municípios brasileiros com mais de 300.000 habitantes. O município tem 96% de atendimento de água e 91% de atendimento de esgoto. Não é a primeira vez que o município por meio do SEMAE (Serviço Municipal de Águas e Esgotos de Mogi das Cruzes) ocupa uma boa posição nesse quesito, Mogi das Cruzes ocupou a 10ª posição em 2004 nessa mesma pesquisa. Faz parte do conhecido "Cinturão Verde", abastecendo toda a Região Metropolitana de São Paulo e a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com sua produção de hortifrutigranjeiros. O parque industrial de Mogi das Cruzes conta com diversas indústrias de vários portes, com destaque para a siderurgia e montadoras automobilísticas (Valtra e General Motors). O município de Mogi das Cruzes é considerado pela Escola Brasileira de Administração Pública (Ebape) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) um dos 100 municípios com melhores condições para o desenvolvimento de uma carreira profissional. Tem notável potencial turístico, um levantamento feito pela prefeitura constatou que o município tem cinco atrações turísticas: Pico do Urubu (Serra do Itapeti), Parque Centenário (César de Souza), Parque Leon Feffer (Brás Cubas), Pedreira de Sabaúna e a Represa do Rio Jundiaí (Taiaçupeba). São locais de conhecimento dos habitantes locais, mas que não foram devidamente explorados.
Além dessas atrações naturais e parques, Mogi das Cruzes conta desde 13 de junho de 2009 com um "Expresso Turístico". Trata-se de uma locomotiva da CPTM que puxa dois vagões fabricados na década de 1960, entre as estações da Luz e Mogi das Cruzes. Possui produção cultural nas mais variadas vertentes artísticas. Possui dois teatros municipais: o Theatro Vasques, inaugurado em 1902 e recentemente restaurado, localizado no Largo do Carmo, e o Teatro Dr. Bóris Grinberg, inaugurado em 2007, localizado no bairro Nova Mogilar. O "Salão da Primavera" - exposição artística de quadros sobre o tema - é um dos mais antigos da região. São diversas academias de dança, companhias teatrais, músicos, pintores, fotógrafos, escritores. Também é da cidade o grupo teatral mais antigo da Região do Alto Tietê, o "TEM - Teatro Experimental Mogiano" fundado em 1965, onde atuou Ricardo Blat. Seguindo essa tradição musical, há em Mogi, atualmente, uma banda sinfônica e uma orquetra sinfônica: a Banda Sinfônica Jovem Mario Portes, que tem como regente o maestro Daniel Bordignon; e a Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes, que tem como regente o maestro Marcelo Jardim. O CECAP - Centro Cultural Antônio do Pinhal fundado em 15 de dezembro de 2006, desenvolve um conjunto de atividades artísticas culturais, onde oferece gratuitamente o Curso de História da Arte do Século XX, que resgata a história da arte e o artista mogiano.
Texto: wikipedia
Foto: CACO - crucismogiensis
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MUNICIPIO DE ITAQUAQUECETUBA
Prefeito: Armando Soares Tavares (PR)
Itaquaquecetuba é um município brasileiro do estado de São Paulo, na Região Metropolitana da capital paulista, microrregião de Mogi das Cruzes. A população estimada em 2009 é de 359.253 habitantes e a área é de 81,8 km², o que resulta numa densidade demográfica de 4.298,18 hab/km².A origem do município de Itaquaquecetuba remonta a uma das doze aldeias, fundadas pelo padre jesuíta, José de Anchieta, em sua longa permanência no Brasil. Sua criação se deve ao então presidente da província, Bernardo José Pinto Gavião Peixoto, com o nome de vila Nossa Senhora d'Ajuda, em 7 de setembro de 1560, sendo estabelecida na beira do Rio Tietê, para catequizar os guaianases. Nas décadas de 10 e 20 do século XVII, entretanto, a aldeia ficou quase deserta já que, por ordem de Fernão Dias, desejoso de ter um maior controle dos índios catequizados, a maior parte de sua população foi transferida para aldeia de São Miguel, mais próxima a São Paulo, onde havia sido erguida uma nova capela. A população recomeçaria a crescer apenas em 1624, quando o padre João Álvares, construtor da capela da Conceição de Guarulhos e também da de São Miguel, decidiu levantar em sua propriedade, localizada bem ao lado da aldeia de Itaquaquecetuba, um oratório em louvor a Nossa Senhora d´Ajuda que, em seguida, tornar-se-ia capela. Este foi o marco inicial da povoação, que logo viria a se fixar em seu redor, com o nome, justamente, de Nossa Senhora da Conceição de Itaquaquecetuba, recuperando, assim, o topônimo do antigo aldeamento, elevado à freguesia pela lei Nº 17, de 28 de Fevereiro de 1838. Foi com a inauguração da Variante da EFCB, em 1925 que Itaquaquecetuba começou a crescer e a prosperar. A denominação reduzida para Itaquaquecetuba ocorreu somente no século XX, quando se separou de Mogi das Cruzes, com sua elevação a município, e com o território do respectivo distrito, pela lei Nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, posta em execução a 1 de janeiro de 1954. A rigor, o topônimo significa ajuntamento ou reunião de taquaras-faca (uma espécie de taboca ou taquara com cujos ramos, cortantes, se faziam facas), e é formado pela composição de takûara (taquara, taboca), kysé (faca) e tyba (ajuntamento, reunião, abundância), referindo-se a um imenso taquaral que existia na aldeia, no tempo de sua fundação, margeando os rios Tietê e Tipóia. O i parece que é uma prefixação arbitrária, isto é, não vem do tupi, e talvez tenha sido motivado pela grande quantidade de topônimos formados pela palavra pedra em tupi, que é itá. Em Itaquaquecetuba passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio. O município fará parte de uma áera de proteção ambiental onde será instalado um parque, o Parque Várzeas do Tietê. O parque estará localizado nas áreas de várzeas do Rio Tietê entre os municípios de São Paulo, Itaquaquecetuba e Guarulhos. O Parque será criado a partir do Parque Ecológico do Tietê que já tem vários atrativos, como a trilha para caminhadas, Centro de Educação Ambiental, Centro Cultural, Museu do Tietê, Biblioteca, Palco para Shows, 5 quadras poliesportivas, 17 campos de futebol, playgrounds, áreas de ginásticas, quiosques com churrasqueiras, aluguel de pedalinhos, barcos e bicicletas. Há também um trenzinho (serviço terceirizado) que percorre a trilha de 4 km, onde o visitante pode conhecer melhor a fauna e flora do parque.[16] O município tem forte vocação industrial, e possui cerca de 450 indústrias de acordo com a Frente Empresarial Pró-Itaquaquecetuba (FEMPI). São indústrias diversificadas presentes notadamente em três pólos industriais consolidados, que são atraídas pela Rodovia Ayrton Senna da Silva que corta o município.[17]Existem investimentos por parte da administração municipal para atrair mais indústrias ao município. Segundo o presidente da Frente Empresarial Pró-Itaquaquecetuba (FEMPI) a mão-de-obra local é barata e está sendo construído um terminal de cargas, o que representa um grande incentivo para a vinda de novas indústrias.
Texto: Publicação Wikipédia
fotos: site oficial da cidade.
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Foto: João Paulo Chagas
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Texto: site oficial da cidade de Biritiba Mirim
Fotos de Imprensa..
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Municipio de Arujá.
Caracterísiticas Gerais
Do Município ARUJÁ surgiu com um simples traçado de uma estrada vicinal, que saía da Praça da Sé, passava pelo Brás, Penha, Guarulhos, Bonsucesso, Arujá até chegar ao Rio de Janeiro. Esta estrada era usada por tropeiros que se dispersavam pela floresta à fora, sentido Vale do Paraíba - Rio de Janeiro. Estes tropeiros eram conhecidos como “faisqueiros”. Estes “faisqueiros” eram os responsáveis pelo contato com os índios, extraíam ouro do Rio Jaguari, levando-o para Bonsucesso e de lá para Guarulhos. Arujá, no período anterior à 1.700, exibia sua flora e fauna mantidas em seu “habitat” natural. Não havia nenhuma intervenção urbana, enquanto que seus caminhos serviam de artérias de seu sistema de habitação natural. A descoberta do ouro foi o primeiro passo para o seu desenvolvimento. Pequena aldeia e depois povoado, não se sabe ao certo em qual década de qual século aconteceu; o que se sabe, é que além da extração do ouro, foi a extração de produtos vegetais como a madeira, em escala mais acentuada, o passo decisivo de seu desenvolvimento, pois servia de fonte de energia industrial e doméstica para São Paulo, em sua fase de urbanização. A extração desordenada de produtos vegetais, contribuiu com a primeira devastação vegetal na região. Conforme investigação, em vários pontos da mancha vegetal, existiam sulcos retangulares caracterizando grandes covas, conhecidas como “carvoeiras”. A queima de madeira em grande quantidade, coberta com capim e terra, com um respiro numa das extremidades, ficava queimando durante 3 dias ou mais, transformando a madeira em carvão vegetal. Assim, no período do século XIX ao XX, a flora e a fauna foram devastadas quase que totalmente. Enquanto isso, os próprios canteiros de assentamento das “carvoeiras” transformaram-se em moradias, inserindo grandes manchas de plantações de subsistência. Em conseqüência disso, deu-se a origem de maiores fazendas: cafeeiras, açucareiras, etc., contribuindo para o aparecimento das primeiras manchas urbanas, caracterizando um núcleo de comunidade que se concentrava na antiga estrada vicinal denominada Arujá-Bonsucesso, também conhecida como estrada São Paulo-Rio. Naquele período de povoamento no trecho compreendido ao lado da Igreja Senhor Bom Jesus de Arujá, logo suas margens foram edificadas, permanecendo assim até a década de 50 do século XX. À partir dessa década de 50, surgiram os primeiros loteamentos na área central, implantando-se os primeiros condomínios, em 1974 a Prefeitura de Arujá informatiza-se. Manchas urbanas estabeleceram-se até a década de 80. Outros empreendimentos envolveram a orla central da cidade tendendo para a direção norte e leste, sendo que esses loteamentos pertenciam à classe mais popular. Este avanço limitou-se no divisor de mananciais e nas superfícies íngremes, limitada esta orla por uma barreira física. À partir dos anos 90, além do Centro Industrial, da arborização, dos Clubes de lazer e esportes e de dois Golf Clubes, "very good", a cidade toma novo impulso com a implantação de novos condominios horizontais, aumentando a qualidade de vida, no setor da comunicação, a cidade possui dois jornais diários de circulação e distribuição gratuita em todo limítrofe municipal (Jornal da Cidade e Jornal de Arujá) .
Texto: Site Oficial de Arujá
Foto: http://www.ferias.tur.br/
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MUNICIPIO DE SALESÓPOLIS
PREFEITO: Antonio Adilson de Moraes (PSDB)
Secretaria de Meio Ambiente: Vago
Diretoria de Meio Ambiente: Leticia de Fatima Moraes
O Município de Salesópolis foi fundado em 28 de fevereiro de 1838, por Domingos Freire de Almeida, Alferes José Luiz de Carvalho, Aleixo de Miranda e Francisco Gonçalves de Melo, que doaram os terrenos para a sede do então Distrito de São José do Paraitinga, motivo pelo qual foram considerados “Protetores do Bem Público” conforme a Lei Orgânica do Município - LOM. Foi através da Lei Provincial Nº 09, de 24 de março de 1857 que elevou-se a então Vila de São José do Paraitinga a categoria de cidade, ou seja, emancipação político-administrativa, criando-se o Município de São José do Paraitinga, a primeira denominação de nossa terra, isto porque ao sopé da colina deslizava as águas cristalinas do Rio Paraitinga.
Até meados de 1930, a madeira derrubada para abrir terrenos para as lavouras não era aproveitada. A partir de então, com a incrementação do carvão para uso doméstico, Salesópolis passou a ser um emergente produtor dessa mercadoria.
Com o advento da segunda guerra mundial, para atender as necessidade do mercado, principalmente as indústrias siderúrgicas de Mogi das Cruzes, São Paulo, Volta Redonda e Barra Mansa, Salesópolis passou a suprir boa parte das necessidades de carvão vegetal do mercado.
Em meados da década de 50, floresce nas nossas terras uma crescente produção leiteira, que era enviada para os laticínios do Vale do Paraíba. Tal produção econômica foi, através dos anos, sacrificada pelo descaso dos governantes para com o homem do campo, desestimulando-o no seu trabalho, o que provocou o abandono dessa atividade em nossa região.
Com a instalação de indústrias de papel e papelão nas cidades de Suzano e Jacareí, Salesópolis mais uma vez se fez presente, plantando e explorando economicamente o eucalipto, matéria-prima necessária para viabilização da indústria de papel e papelão.
Nestes últimos anos, explorando a atividade de extração de madeira de eucalipto, principal e mais importante atividade econômica da região, desenvolve uma crescente tecnologia que coloca a nossa terra como uma das mais produtivas de madeira de eucalipto, em todo o país, portanto qualquer cidadão salesopolense está envolvido direta ou indiretamente com a extração de eucalipto.
Essa atividade econômica possui hoje uma cooperativa com o nome de CAMAT - Cooperativa Agrícola Mista do alto Tietê.
Há que se ressaltar a grande contribuição que a Colônia Japonesa trouxe para o Município que, concentrada principalmente no Distrito de Nossa Senhora dos Remédios, produzem a maioria dos produtos horti-fruti-granjeiros consumidos na grande São Paulo e parte do Vale do Paraíba.
Hoje, a colônia japonesa desenvolve uma crescente produção de flores e vasos ornamentais, exportando-os, inclusive.
Possuindo uma grande quantidade de nascentes, Salesópolis está com 98% da sua área dentro da Lei de Proteção dos Mananciais, portanto é impossibilitada de desenvolver-se industrialmente, fazendo com que existam sérias restrições ao desenvolvimento econômico, tendo como seu maior problema a falta de emprego, motivo pelo qual as autoridades vêem lutando para transformá-la em Estância Turística.
Atualmente, inúmeras pessoas visitam os pontos turísticos de Salesópolis que são: Nascente do Lendário e Histórico RIO TIETÊ; Bacia de Acumulação das águas da Barragem de Ponte Nova; Senzala (casarão de taipa do século XVIII), Cachoeiras do Ponto, da Porteira Preta, do Tobogã (área do Pinheirinho) e da Usina da Eletropaulo, Igreja Matriz de São José, Mirante da Torre, Portal Artístico da Cidade, além de 04 Alambiques.
Salesópolis é considerada a cidade mais festeira da região e, tradicionalmente, realiza as Festas de São Sebastião (Janeiro), Carnaval de Rua, Festa de São José-Padroeiro do Município (Março), Festa do Divino Espirito Santo (Maio/Junho), Festa Junina nas Escolas (Junho/Julho), Festa do Peão Boiadeiro (Setembro/Outubro), Festa das Crianças (Outubro), Primeira Quinta-Feira do Mês - dia em que é realizada a mais tradicional feira da cidade. Este dia também é dedicado ao Santíssimo Sacramento, sendo que a Igreja realiza uma missa e após uma procissão pelas ruas da cidade. Salesópolis possui ainda, Grupos de Moçambique e São Gonçalo e um Artesanato bastante diversificado
Texto: Site – Camara Municipal de Salesópolis
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Neste sábado dia 17/07/2010, junto do Estaleiro do DAEE junto ao Rio Tietê, poucos quilômetros de sua nascente, realizou-se um ATO PUBLICO em defesa da Bacia Hidrográfica do Tietê Cabeceiras. Numa manhã fria deste período de inverno, os voluntários que atuam nesta importante Bacia Hidrográfica da Região Metropolitana de São Paulo, foram se agrupando e a medida que novos voluntários chegavam, e após um período de diálogos com a mídia impressa, e no horário anunciado todos os participantes e a imprensa foram para as proximidades do leito do Rio Tietê e assim foi construído o “Ato Publico” somado ao conjunto de assinaturas que cada participante pode endossar claramente a favor desta “Carta Aberta” ao publico presente, mas certamente à milhares de pessoas, que esta ação, com certeza ira produzir em favor da defesa da Bacia Hidrográfica do Tietê Cabeceiras. Iniciou-se a leitura desta Carta:
Texto completo da "Carta Aberta" - link: Noticias/Opiniões dos Gestores Ambientais.
Foto: GA. Ramos
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Servidores públicos participam de palestra sobre licenciamento e crimes ambientais
Evento encerra as atividades do Mês do Meio Ambiente e capacita funcionários de Várzea Paulista
A Prefeitura de Várzea Paulista, por intermédio da Secretaria de Obras, Urbanismo e Meio Ambiente, realizou na manhã desta quarta-feira (30), a Palestra “Crimes e Licenciamento Ambiental”, no Espaço Cidadania. A iniciativa finalizou oficialmente o Mês do Meio Ambiente, promovido há quatro anos no município, e teve por objetivo capacitar os funcionários da Secretaria Adjunta de Meio Ambiente bem como a equipe de jardinagem da Secretaria de Infraestrutura Urbana.
Para Cícero Petrica, secretário de Obras e Urbanismo de Várzea, o evento tem como fundamento informar os servidores, a fim de evitar problemas irreparáveis para a Natureza. “Oferecer subsídios capazes de qualificar a prestação de serviços é a melhor forma de prevenção ambiental. Esta é a marca do nosso governo, que busca atuar de forma correta e sustentável”, afirma.
No encontro, marcaram presença cerca de 30 profissionais, entre eles membros da Associação dos Engenheiros, Arquitetos, Técnicos e Tecnólogos de Várzea Paulista. A palestra foi dividida em dois módulos: Crimes Ambientais, ministrado pelo soldado da Polícia Ambiental Ricardo Macedo Pinto; e Licenciamento, explanado por Silvio Drezza, consultor ambiental e engenheiro agrônomo.
Em um primeiro momento, o soldado enfatizou sobre a necessidade de promover eventos deste porte: “É fundamental que os órgãos, públicos e privados, conheçam uns aos outros e saibam como funcionam suas atuações. Somente deste modo conseguiremos, todos juntos, fiscalizar, evitar a prática de crimes ambientais e, consequentemente, contribuir com a preservação da Natureza”.
Entre os temas abordados, houve destaque para as ações corriqueiras, porém não menos lesivas. De acordo com o policial militar, atitudes consideradas simples e inofensivas podem resultar em desgastes naturais e problemas judiciais. “Muitas pessoas nem imaginam que atos como a prática da queimada, do desvio do curso dos rios e a construção de áreas sem autorização são situações que podem gerar sérias conseqüências sociais e ambientais”, explica.
Fauna e Flora
Entre as ações da Polícia Ambiental estão ainda a fiscalização efetiva da flora e fauna brasileira. O soldado ressaltou que o tráfico de animais silvestres e exóticos, bem como mantê-los sob maus tratos ou em cativeiros, são as maiores preocupações acionadas. “Em 2006, o IBAMA registrou 30.625 autuações. Já a Polícia Ambiental do Estado de São Paulo registrou 9.765. Trata-se de um número muito grande para nossa região, tendo em vista que o primeiro órgão opera nacionalmente”, alertou.
Os animais apreendidos pelos policiais da comarca do 3º Pelotão são encaminhados aos centros autorizados pelo IBAMA. A região de Jundiaí conta com dois deles: Associação Mata Ciliar, na Serra do Japi, e Escola Ambiental (Emea), no bairro da Toca.
Patrícia Bernardina da Silva, assistente administrativa da Secretaria de Obras, esteve presente no encontro e garante que a iniciativa será eficaz na preservação ambiental e no desenvolvimento do trabalho público. “Com a palestra aprendemos que pequenas atitudes podem salvar o ecossistema. O Meio Ambiente faz parte da gente e todos precisam estar atentos a isso”, opina.
Instrução
A segunda parte do encontro trouxe licenciamento ambiental como item de debate. Silvio Drezza, consultor ambiental, explica que a ferramenta é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade potencialmente poluidora e destruidora do Meio Ambiente. Segundo ele, a ação possui como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo. “As pessoas agem de forma errada porque não possuem informação. As obrigações ambientais são fáceis de serem executadas e todos conseguiriam fazer, se não fosse a falta de diálogo sobre o tema”, conclui ele, acreditando que a educação é a melhor forma de conscientização.
O Mês do Meio Ambiente teve como parceiros ambientais a Câmara Municipal de Várzea Paulista, Continental, Sabesp, KSB, TransVárzea, Banco do Brasil, Trans Oliva, ONG Caminho Verde, A´doro, Elekeiroz, Associação Mata Ciliar, Coati e Eco Mursa.
Texto: Tatiane Bardi
Jornalista e Assessora de Imprensa da Prefeitura Municipal de Várzea Paulista
Reuniram-se os municípios de Campo Limpo Paulista, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Mairiporã, Várzea Paulista e Salto, em 23 de junho de 2010 em Várzea Paulista, na realização do I Encontro dos Municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí para discutir sobre as perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência e comprometem-se a trabalhar em prol da despoluição e proteção do Rio Jundiaí.
Visto a importância regional no âmbito econômico e social e os problemas que a maioria dos municípios enfrentam com escassez hídrica, tanto em quantidade como em qualidade, propõe-se que os municípios integrem esforços e visem um objetivo comum.
Deste modo, assumem o compromisso de trabalhar a educação ambiental efetiva e continuamente de forma integrada e que até o mês de novembro de 2010 seja realizado o I seminário de educação ambiental na cidade de Campo Limpo Paulista para apresentação do andamento das tratativas em educação ambiental e uma proposta modelo para acompanhamento de investimentos na Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí, assim como um espaço de diálogo para troca de experiências e assim se concretize as intenções deste encontro.
As cidades responsáveis pela elaboração e execução do I Seminário de Educação Ambiental são as mesmas presentes neste encontro e como convidados o CT-Educação Ambiental dos Comitês PCJ e demais instituições de ensino e pesquisa e demais instituições, órgãos e organizações interessadas.
Várzea Paulista, 23 de junho de 2010.

CONVITE
I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí
“Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência”
É com satisfação que convidamos V. Sa. a participar do I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí cujo assunto é tratar das “Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência” que será realizado no dia 23 de junho de 2010 no município de Várzea Paulista.
Em comemoração ao Dia Internacional do Meio Ambiente, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista realizam diversas atividades visando a conscientização da população e a melhoria dos aspectos ambientais.
O tema deste ano é a Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí, uma importante unidade hidrográfica que destaca-se na economia regional e enfrenta diversos problemas relacionados a degradação ambiental.
Um exemplo representativo é o problema de escassez de recursos hídricos enfrentado por quase todos os municípios da bacia, uma situação conflitante que poderia ser minimizada se o Rio Jundiaí tivesse uma boa qualidade da água.
Neste sentido, os municípios que estão inseridos total ou parcialmente na bacia, Campo Limpo Paulista, Indaiatuba, Itupeva, Jundiaí, Salto, Várzea Paulista, Atibaia, e Mairiporã, precisam unir-se e buscar soluções para mitigar os problemas ocasionados ao longo do tempo.
I Encontro dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Jundiaí
“Perspectivas para o futuro e educação ambiental para uma nova consciência”
Local: Express Inn Hotel Orquídea
Rua João Póvoa, 77 – Jardim do Lar
Várzea Paulista – Sâo Paulo- Brasil.
PROGRAMAÇÃO
09 hs - abertura
09:30 hs - Apresentação da Agência de águas e Comites PCJ
10:00 hs - Apresentação do SAAE de Indaiatuba
10:40 hs - Apresentação do SAAE de Salto
11:00 hs - Apresentação do DAE de Jundiaí ( não confirmado )
11:20 hs - Apresentação da SABESP
11:40 hs - Almoço
13:30 hs - Apresentação CT Educação Ambiental
14:00 hs - Apresentação proposta de Projeto de Educação Ambiental
14:30 hs - Debate e considerações finais
15:00 hs – Proposta de um documento do evento
15:15 hs - Encerramento com Coffe Break
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1 - Polo Tiête Cabeceiras:
Municipios: Guarulhos, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconselos, Poa, Suzano, Aruja, Salesópolis, Itaquaquecetuba, Biritiba Mirim, Guararema e São Paulo.
Colaboração:
Presidente.
GA. Fransueldo Pereira
Vice-presidente.
GA. Fatima Gesualdo
1o. Secretário
GA. Gervasio Antonio
Diretoria Administrativa.
GA. Rozimar Tenorio.
Diretoria de Participação e Parcerias.
GA. Valter Lima.
Diretoria Institucional.
GA. Manuel Sobrinho
Diretoria de Assuntos Juridicos .
GA. Valdizar Albuquerque
Diretoria de Marketing.
GA. Valéria Sivestre.
Diretoria de comunicação e Imprensa.
GA. Jose Ramos.
Conselho Fiscal.
GA. Tiago Rodriguês
Conselho Fiscal.
Jetro Meneses
Conselho Fiscal.
Zelito Tadeu