Quero
cumprimentar a secretária Arq. Tamires Oliveira, Secretária Municipal do Verde
e Meio Ambiente do município de São Paulo, muito obrigada pelo trabalho, pelo
esforço, pelo trabalho que a equipe fez para que a gente tivesse essa
conferência municipal. Esse é um trabalho a muitas mãos. Quero cumprimentar
também a Ângela, Secretária Municipal de Relações Internacionais, muito
obrigada pela parceria, a Eunice, que é a Eunice Aparecida, Secretária
Municipal de Justiça. Cumprimentar a minha querida Ver. Marina Bragante, nossa
apoiadora que está representando o Ver. Ricardo Teixeira (Presidente da Câmara
Municipal- SP). Cumprimento o Deputado
Federal Nilton Tatto e que faz parte da bancada Sustentabilista; o ex-vereador
Gilberto Natalinni
E agradecer ao Porf. Cristiano Gomes representante do Reitor Prof. Dr. Eduardo Storopolis (UNINOV-SP) em disponibilizar um espaço tão generoso. E com certeza vamos ter aqui uma bancada sustentabilista muito importante somando pessoas de diferentes partidos; porque esta é uma agenda que envolve a todos nós.
Arq.Tamires Oliveira - Representando SVMA - SP
Ainda
cumprimento o nosso querido Jose Gustavo, da Fundação Rede Brasil Sustentável,
que tem ajudado tanto no espaço de coordenação, junto com outras fundações de
outros partidos, quero também fazer um agradecimento muito especial a Larissa
Barbosa, nossa Coordenadora Executiva do Congresso Nacional de Meio Ambiente,
que em um trabalho rápido, envolvendo todos os municípios, todos os
estados, diferentes parceiros, e não
poderia deixar de dizer para vocês que esse é um momento de celebração, apesar
do contexto, de tudo que a gente está vivendo. Por que é que celebração, em
tivesse contexto, que as nossas secretárias e os demais já disseram também, nós
já estamos se vendo, de fato, sobre os efeitos da Mudança do Clima, hoje, tudo
está acontecendo no mundo, nos Estados Unidos, na Europa, na África, no Brasil,
em todas as regiões do mundo, uma hora é chuva de mais, outra hora é chuva de menos, uma hora é
frio, extrema, outra hora é calor extremo, e isso tem agravado situações que já
eram difíceis, como é o caso dos incêndios. Só que essas situações difíceis,
elas agora estão cada vez mais frequentes, cada vez mais intensas, e
infelizmente, nós não nos preparamos como humanidade para esse momento, porque
uma meta foi dada há 33 anos atrás, na Rio 92, foi dito, ou se toma
providência, ou está acontecendo agora, foram os conflitos de guerra que
dificultam muito as parcerias, seja em
relação à visão política, visões políticas, que não consideram a realidade
objetiva e que preferem fazer a agenda negacionista. Então, a mudança do clima
é uma realidade que precisa ser enfrentada, enfrentada apenas pelos governos,
pelos governos principalmente, governo federal, governo Estadual, governo
municipal, no Brasil e no mundo, mas também pelas empresas e também pelos
diferentes setores da sociedade, sendo que aqueles que podem mais, devem fazer
mais. Quem tem maior oportunidade de existir e crescer como agente psicológico.
O Estado não contribui dentro da academia, com suas populações, ajudando nas
tecnologias, só que ciência e tecnologia não fazem mágica. Ou a gente faz o dever de casa, ou não tem
tecnologia que dê conta do ponto que a gente vai chegar, o que os cientistas
chamam de ponto de não retorno. Se eu inclinar a um ponto, a um caminho
exagerado, tem um momento que eu quero voltar para trás, mas não tem jeito,
isso é ponto de não retorno. Então a humanidade está no linear do ponto de não
retorno e em algumas situações nós já chegamos a ele, nós já chegamos a ele em
várias situações do mundo e alguns deles, temporariamente, eu espero que o
aumento da temperatura, se a gente fizer o dever de casa, a gente já consiga
voltar para trás. Por isso que a conferência colocou a questão da emergência
climática no contexto da transformação ecológica do planeta e do Brasil. Por
que emergência? Porque nós estamos no estado de emergência. São Paulo é de
longe o estado mais rico da nossa federação, o município mais rico da nossa
federação, mas mesmo assim paga um preço alto com os eventos climáticos
extremos. Uma hora são as chuvas, outra hora são as estações secas e ondas de
calor, com incêndios que são perdidos. Nós tivemos ali um dos maiores incêndios
que em poucos dias e até mesmo em poucas horas foi avassalador. De longe é o
estado com a maior infraestrutura, foi capaz de mobilizar quase 7 mil
brigadistas em menos de dois dias. Mesmo assim, isso não fazia frente a algo
que estava acontecendo. Você imagina que vários municípios queimaram ao mesmo
tempo dentro de um canavial, alguém já viu ali o que viajou dentro de um
canavial, era o avassalador. Então, não é só uma questão de tecnologia. O
governo apresentou o programa de mudanças climáticas do presidente Lula,
imediatamente acionou a ministra e a Secretaria Nacional de Mudanças Climáticas
em Atividades, acionou também o ministro da Defesa; e imediatamente, deu um
avião ao ministério da Defesa trazendo o CAC, que é o avião mais adequado no
transporte de água, e outros
equipamentos, para nos somarmos aos esforços do Estado. E a Secretaria Ana Toni
que está buscando reuniões com os governadores. E aí eu faço questão de trazer
esse caso porque existem dois temas, dois temas: Se a gente não for negacionista, independente
de política, ideologia, a gente vai trabalhar juntos. Saúde e Mudança do clima.
Se começar um incêndio por questões meteorológicas a gente ficar dando volta
ali, nós não vamos perguntar se a pessoa está rede, se a pessoa é do PSB, do
PCdoB, do PP.
Nós vamos
dizer para os mais fortinhos, há de uma volta. Depois disso, atual partido dele,
porque em primeiro lugar é a política pública. Se não for negacionista, saúde e
clima têm que ser enfrentados juntos. Alguém conserva que não é possível ter um
conflito xenófobo se da China aos Estados Unidos, que são potências mundiais,
com uma oferta de auto políticos inimaginável, não tivessem trabalhado juntos,
a gente não teria feito frente à questão da Covid-19. No clima, é um desafio
culturalmente maior, até porque são 196 países trabalhando juntos e há três
décadas a gente ainda não recebeu esse caso. Agora a gente vai criar uma nova
pesquisa, a gente colocou o tema da conferência, a gente está mobilizando todos
os estados e municípios; e eu quero parabenizar o esforço que teve em preparar
três pilastras para o enfrentamento desses problemas. A pilastra da ADAPTAÇÃO,
que a secretária Ana Antônia já falou, mas temos que nos adaptar, já está
acontecendo, já aconteceu, agora a gente vai se adaptar para poder diminuir os
impactos da pandemia no clima. A agenda da MITIGAÇÃO tem que continuar
reduzindo a emissão de carvão, de petróleo, de gás, de desmatamento, por isso
que o Brasil apresentou uma medida de redução, uma FDC pousada de redução de
57% até 2035 e estamos trabalhando para que outros países também tenham FDCs
igualmente ambiciosos, o Reino Unido apresentou hoje a Azul, os Emirados Árabes do Rio, o Azerbaijão, os
Estados Unidos, o Uruguai antes de sair apresentou a FDC americana, mas os
cientistas já estão dizendo que infelizmente parece que não vai ser suficiente
e se não for suficiente vai ter que se ajustar novamente e o mais rápido
possível, pode ficar a justiça frente a cada cinco anos e uma parte de nós tem
decidido que a partir de agora não vamos mais precisar de cinco anos, tem que
ser o mais rápido possível, porque senão a gente não vai fazer frente a esse
esforço. Então, trabalhar para transformar é a outra pilastra, por isso que o
ministro da Fazenda – Dr. Fernando Hadad trabalhou o plano de transformação
ecológica do Brasil, ele é baseado em seis eixos estratégicos, a questão de tecnologias
inovadoras, de função tecnológica, infraestrutura resiliente, a questão de
transição energética, bioeconomia, economia circular e são seis eixos
estratégicos e é o plano de transformação ecológica.
Trazendo saudades, saudades, e um grande abraço à nossa República, e a democracia, maior capital do mundo.
Transcrição Google - Ga.Jose Ramos de Carvalho - Diretoria da APGAM
Associação Paulista dos
Gestores Ambientais - APGAM
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